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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/10633

Title: Dinâmica espaço-temporal de transições floresta de galeria-campo limpo e as relações florísticas e estruturais entre borda e interior
???metadata.dc.creator???: Coelho, Gabriela Aparecida de Oliveira
???metadata.dc.contributor.advisor1???: Berg, Eduardo van der
???metadata.dc.contributor.referee1???: Teodoro, Grazielle Sales
???metadata.dc.contributor.referee2???: Santos, Rubens Manoel dos
???metadata.dc.contributor.referee3???: Carneiro, Vilany Matilla Colares
???metadata.dc.contributor.referee4???: Dantas, Vinícius de Lima
Keywords: Efeito borda
Bordas naturais
Fragmentação florestal
Ecótones
Dinâmica florestal
Edge effect
Natural edges
Forest fragmentation
Ecotones
Forest dynamics
???metadata.dc.date.submitted???: 26-Nov-2015
Issue Date: 30-Nov-2015
???metadata.dc.description.sponsorship???: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Citation: COELHO, G. A. de O. Dinâmica espaço-temporal de transições floresta de galeria-campo limpo e as relações florísticas e estruturais entre borda e interior. 2015. 125 p. Tese (Doutorado em Engenharia Florestal)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
???metadata.dc.description.resumo???: O objetivo com este estudo foi identificar padrões espaciais e temporais na dinâmica de arbustos e árvores em bordas naturais de florestas de galeria e as relações florístico-estruturais entre a borda e o interior dessas florestas. No estudo da dinâmica, foram avaliadas anualmente (2009-2013) nove comunidades de borda, em parcelas de 15×20 m, sendo 3 parcelas em cada local de estudo. Todos os indivíduos vivos com DAP ≥ 1 cm foram identificados, mapeados, medidos (DAP) e sua altura total estimada. Nos inventários anuais, os sobreviventes foram remedidos, os mortos computados e os recrutas incluídos na amostragem. No geral, o recrutamento superou a mortalidade, refletindo uma expansão das florestas para o campo limpo, assim como um adensamento da vegetação nas bordas, exceto onde ocorreu fogo. As taxas de dinâmica variaram pouco entre os locais de estudo, mas houve grande variação entre os intervalos, o que foi fortemente influenciado pelo clima, que combinado com eventos de fogo, parece governar a dinâmica dessas transições. Para avaliar as relações entre a composição de espécies e estrutura da vegetação das bordas com relação ao interior, foram avaliadas oito florestas de galeria, onde foram alocadas três parcelas de 10×20 m, 30 metros a partir da borda, no sentido do interior, em cada local de estudo. Os critérios de inclusão e de amostragem foram os mesmos utilizados para a bordas. A riqueza de espécies diferiu entre os ambientes para a amostra total, mas dentro de cada comunidade isso foi confirmado somente em dois locais de estudo. Os valores de Shannon (H‟) não diferiram entre a borda e o interior, nem para amostra total nem dentro de cada floresta. A densidade de indivíduos não diferiu entre a borda e o interior e embora a área basal tenha se mostrado diferente na amostra total, somente em dois locais de estudo houve diferenças significativas. Avaliando as florestas separadamente, as bordas se mostraram mais heterogêneas que o interior, pois foram encontradas diferenças significativas tanto na densidade quanto na área basal da borda, enquanto no interior somente a densidade diferiu. Borda e interior diferiram quanto à frequência de indivíduos nas classes de tamanho, sendo que a borda possui mais indivíduos pequenos que o interior, onde a frequência nas demais classes de tamanho é maior. As parcelas tenderam a se agrupar por ambiente, indicando baixa similaridade florística entre a borda e o interior. Nas bordas, as variáveis edáficas foram mais importantes e no interior as variáveis topográficas explicaram mais a variação florística.
Abstract: The goal with this research was to identify spatial and temporal patterns in the dynamics of shrubs and trees in natural edges of gallery forests as well as floristic-structural relationships between the edge and interior communities of these forests. In the dynamics research were evaluated annually (2009-2013) nine edge communities in 15×20 m plots, 3 plots in each study area. All individuals with DBH ≥ 1 cm were identified, mapped, measured (DBH) and their total height estimated. In annual inventories, the survivors were remeasured, the dead were computed and the recruits included in the sampling. Most sites (except the ones where fire occurred) had higher recruitment than mortality, resulting in density increase inside the edge and reflecting an expansion of forests on surrounding grassland. The rates of dynamics had little variation among the study sites and large variation among the intervals, showing strong influence of the climate that, combined with fire events, seems to control the dynamics of these transitions. For the evaluation of the relationship between species composition and community structure comparing forest edges and interior, were allocated in 2013 three plots of 10 × 20 m, 30 meters away from the edge, towards the interior, in eight of the sites previously sampled for the study of edge dynamics. The inclusion criteria and sampling were the same as those used for the edge. The species richness differed between edge and interior environments for the total sample, but within each community were found differences only for two sites. The values of Shannon (H') did not differ between the edge and the interior, neither for the total sample nor within each forest. There were no differences in the density of individuals between the edge and the interior and, although the basal area has been shown to be different in the total sample, were found only for two study sites significant differences for basal area. Evaluating forests separately, the edges were more heterogeneous than the interior because were found significant differences for both density and the basal area for the edge, while in the interior only the density differed. Edge and interior area differed in the frequency of the individuals at size classes, wherein the edge had more small individuals than interior, where the frequency in the remaining size classes was larger. The plots tended to cluster by environment, indicating a low floristic similarity between edges and interior. Edaphic variables were more important in the edges and in the interior, topographical variables explained more floristic variation.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/10633
Publisher: Universidade Federal de Lavras
???metadata.dc.language???: por
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