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Título: Avaliação de genótipos de Brachiaria ruziziensis com e sem aplicação de silício e diferentes concentrações de CO2 sobre Collaria oleosa (Hemiptera: Miridae)
Título Alternativo: Avaluation of Brachiaria ruziziensis genotypes with and without the application of silicon and concentrations different of CO2 on Collariaoleosa (Hemiptera: Miridae)
Autor(es): Silva, Daniela Maria
Lattes: http://lattes.cnpq.br/4805299492021760
Orientador: Moraes, Jair Campos
Coorientador: Auad, Alexander Machado
Membro da banca: Santa-Cecília, Lenira Viana Costa
Membro da banca: Silva, Rogério Antônio
Membro da banca: Silveira, Luís Cláudio Paterno
Membro da banca: Marucci, Rosângela Cristina
Assunto: Percevejo (Inseto)
Plantas forrageiras
Collaria oleosa
Brachiaria spp.
Bedbugs
Forage plants
Data de Defesa: 22-Mar-2016
Data de publicação: 6-Mai-2016
Agência de Fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Referência: SILVA, D. M. Avaliação de genótipos de Brachiaria ruziziensis com e sem aplicação de silício e diferentes concentrações de CO2 sobre Collaria oleosa (Hemiptera: Miridae). 2016. 110 p. Tese (Doutorado em Entomologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.
Resumo: A espécie Collaria oleosa (Distant, 1883) vem sendo observada com frequência em pastagens, causando injúrias em forma de estrias nas folhas das principais gramíneas forrageiras utilizadas no Brasil. Sendo assim, os objetivos destetrabalho foram os de avaliar a resistência constitutiva de genótipos de Brachiaria spp. e a resistência induzida pela aplicação de silício; o nível de tolerância de genótipos de Brachiaria spp. com e sem a aplicação de silício submetidos a diferentes densidades de C. oleosa e compreender o efeito direto da elevação do nível de CO2 na biologia desse mirídeo e indiretos, quando alimentados com plantas submetidas a diferentes níveis de CO2. As plantas foram tratadas com silício, a 1% (50ml da solução por kg de substrato),aplicado via solo. Após 10 dias da aplicação do silício,foram montados o primeiro e o segundo ensaios. No primeiro ensaio, as ninfas recém - eclodidas foram individualizadas em placas de plástico cilíndricas, contendo discos foliares de diferentes genótipos de Brachiariaspp. conservadas em ágar. Ao atingirem o terceiro ínstar, as ninfas foram transferidas para placas de Petri. Na fase adulta, foram mantidos em gaiolas, no mesmo alimento que as ninfas se desenvolveram. Utilizaram -se 9 genótipos de Brachiariaruziziensis, o cultivar marandu (Brachiariabrizantha) e a Brachiariadecumbens, sendo avaliada a duração e a sobrevivência da fase ninfal, a longevidade dos adultos. No segundo ensaio, foram utilizadas as densidades de 0, 4, 8, 16 adultos de C. oleosa, mantidas em dois genótipos de B. ruziziensis(CNPGL BR 7 e CNPGL BR 100) e na B. brizantha, por um período de 10 dias por parcela experimental. Após esse período, os insetos foram removidos das plantas e avaliados: teor de clorofila, perda de clorofila, perda funcional, nota de dano, massa seca e porcentagem de folhas atacadas. No terceiro ensaio, as ninfas e adultos do percevejo e forrageiras foram submetidas em fitotron a quatro concentrações diferentes de CO2: 1) insetos e plantas a 400 ppm; 2)insetosa 400 ppm e alimentadas a 700 ppm; 3) insetos a 700 ppm, e alimentadas com plantasa 400 ppme 4) insetos e forrageiras a 700 ppm.Utilizaram -se dois genótipos de B. ruziziensis(CNPGL BR 150; CNPGL BR 1765), além da B. brizantha e B.decumbens. Avaliaram -se a duração e sobrevivência da fase ninfal e a longevidade dos adultos submetidos aos diferentes tratamentos, utilizando a mesma metodologia descrita no primeiro ensaio. Os resultados obtidos foram que o silício não afetou a duração e a sobrevivência de C. oleosa e a longevidade dos adultos, na dosagem equivalente a 1t/ha. Os genótipos CNPGL BR 39, CNPGL BR 43, CNPGL BR 76, CNPGL BR 97, CNPGL BR 100 e B. brizantha são resistentes a C. oleosa. Na tolerância, o silício induziu a resistência no genótipo CNPGL BR 100; entre os genótipos que não foram tratados com silício, a B. brizantha apresentou tolerância a C. oleosa. Densidades de adultos de C. oleosa superiores a 8podem ser indicadas para seleção de materiais resistentes a esse inseto praga. A maior duração e menor sobrevivência e longevidade induzirá a redução de número de gerações e número de indivíduos, ressalta-se que o material CNPGL BR 150 é considerado o mais indicado em regiões atuais com o problema de C. oleosa. Para as demais genótipos/espécies, espera-se a manutenção da suscetibilidade (B. decumbens) e da resistência (CNPGL BR 1765) ou alteração da resistência (B. brizantha) para o cenário climático futuro.
Abstract: Collariaoleosa(Distant, 1883) have beenfrequently observed inpastures, and causesinjuriesto the form of the streaks on the leavesof the mainforage grassusedin Brazil.The objectives of the study were to assess the constitutive resistance of Brachiaria spp.genotypes, and the resistance induced by the application of silicon; the level of tolerance of Brachiaria spp.genotypes with and without the application of silicon, subjected to different densities of C. oleosa; and understand the direct effect of rising CO2 levels over the biology of this mirid, and indirect effect when sunjecting plants to different levels of CO2.The plants were treated with 1% of silicon (50ml of solution per kg of substrate) via soil. After 10 days of application, we assembled the first and second tests. In the first trial, the newly hatched nymphs were individualized in cylindrical plastic plates containing leaf discs of different Brachiaria spp. genotypes preserved in agar. When reaching the third instar, the nymphs were transferred to the Petri dishes. In adulthood, they were kept in cages, receiving the same food in which the nymphs developed.We used nine genotypes ofBrachiariaruziziensis,marandu (Brachiariabrizantha) and Brachiariadecumbens, evaluating the duration and survival of nymphal stage and adult longevity.In the second trial, densities of 0, 4, 8 and 16 adultC. oleosa, per plot, were maintained in two genotypes of B. ruziziensis (CNPGL BR 7 and CNPGL BR 100) and B. brizantha for a period of 10 days. Subsequently, the insects were removed, evaluating chlorophyll content, loss of chlorophyll, functional loss, damage note, dry weight and percentage of attacked leaves. In the third trial, nymphs and adult bedbugs, and the forages were subjected in phytotronin four different concentrations of CO2: 1) insects and plants subjected to 400 ppm; 2) insects subjected to 400 ppm and fed 700 ppm; 3) insects subjected to 700 ppm, and fed plants to 400 ppm, and 4) insects and forage subjectedto 700 ppm. We used two genotypes of B. ruziziensis (CNPGL BR 150, CNPGL BR 1765), in addition to B. brizantha and B. decumbens. We evaluated the duration and survival of the nymphal stage and adult longevity subjected to different treatments, using the same methodology described in the first test.The results showed that silicon does not affect the duration and survival of C. oleosa, as well as the longevity of adults at a dose equivalent to 1 t/ha. Genotypes CNPGL BR 39, CNPGL BR 43, CNPGL BR 76, CNPGL BR 97, CNPGL BR 100 and B. brizantha are resistant to C. oleosa. Regarding tolerance, silicon induced resistance in the CNPGL BR 100 genotype; concerning the genotypes not treated with silicon, the B. brizantha presented tolerance to C. oleosa. Densities superior to eight adult C.oleosacan be indicated for selection of materials resistant to this pest. When longer and shorter survival and longevity leads to a reduction in the number of generations and number of individuals, we emphasize that CNPGL BR 150 is considered the most appropriate in regions with C. oleosa. For the other genotypes/species, we expect the maintaining of the susceptibility (B. decumbens) and resistance (CNPGL BR 1765) or change in resistance (B. brizantha) for the future climate scenario.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11133
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: por
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