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Título: Estresse por calor em suínos machos castrados
Autor(es): Oliveira, Rodrigo Fortunato de
Lattes: http://lattes.cnpq.br/1436005399701550
Orientador: Ferreira, Rony Antonio
Membro da banca: Teixeira, Alexandre de Oliveira
Membro da banca: Abreu, Márvio Lobão Teixeira de
Membro da banca: Yanagi Junior, Tadayuki
Assunto: Suíno – Comportamento
Suíno – Fisiologia
Aclimatação (Animais)
Lógica fuzzy
Estresse térmico
Swine – Behavior
Swine – Physiology
Acclimatization
Fuzzy logic
Thermal stress
Data de Defesa: 1-Fev-2015
Data de publicação: 11-Mai-2016
Agência de Fomento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Referência: OLIVEIRA, R. F. de. Estresse por calor em suínos machos castrados. 2016. 125 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
Resumo: Objetivou-se avaliar os efeitos do estresse agudo e crônico por calor sobre o desempenho e a fisiologia de suínos e desenvolver um modelo fuzzy para predição da frequência respiratória e temperatura retal. Para o estresse agudo foram utilizados 24 suínos alojados em duas câmaras climatizadas. Em uma delas os animais estavam em conforto (22ºC) e em outra, estresse por calor (34ºC). Em cada câmara foram alojados 12 suínos sendo a parcela experimental representada por dois animais na baia, totalizando seis repetições. O experimento teve duração de 48 horas. As condições ambientais das câmaras e os parâmetros fisiológicos de frequência respiratória, temperaturas corporais e superficiais foram monitoradas no início e a cada quatro horas. Houve redução do desempenho nas primeiras 24, entre 24 e 48 e nas 48 horas experimentais. Os animais expostos ao calor aumentaram a frequência respiratória e as temperaturas superficiais. Suínos em estresse agudo por calor apresentaram variação da temperatura corporal em função do tempo e responderam de forma bifásica quanto à aclimatação, comprometendo o desempenho. Para o estudo do estresse crônico, foram utilizados 36 suínos durante 71 dias. Os animais foram distribuídos em delineamento de blocos casualizados, constituindo três tratamentos com seis repetições e dois animais por unidade experimental. Os tratamentos foram: HS (animais no calor), TN (animais em conforto térmico) e PFTN (animais em conforto térmico com alimentação pareada ao HS). Foram obtidos dados de desempenho, parâmetros fisiológicos, comportamento e composição da carcaça dos suínos. Houve redução do desempenho dos animais submetidos ao calor, devido à temperatura intensa e a redução do consumo. O calor promoveu aumento da frequência respiratória, das temperaturas superficiais e retal. A restrição do consumo promoveu o aumento do n° de linfócitos. Os suínos mantidos no HS permaneceram mais tempo em ócio e menos tempo comendo e fuçando. O calor promoveu menor peso de carcaça quente e comprometeu o desempenho, a fisiologia e o comportamento dos animais. Os resultados dos parâmetros fisiológicos e de imagens termográficas do estresse agudo e crônico por calor foram utilizados para um modelo fuzzy. Utilizou-se como variáveis de entrada: temperatura do ar e superficial e, como variáveis de saída: frequência respiratória e temperatura retal. O método de inferência utilizado foi o de Mamdani e a técnica de defuzzificação usada, foi a do Centro de Gravidade. Nos resultados do modelo, quando comparados com os dados experimentais, evidencia-se eficiência satisfatória na determinação da frequência respiratória e da temperatura retal, nas quais os valores de R2 calculados foram respectivamente 0,997 e 0,951 para o estresse agudo e 0,993 e 0,964 para o estresse crônico por calor.
Abstract: The objective was to evaluate the effects of acute and chronic heat stress on performance and physiology of pigs and to develop a fuzzy model for predicting respiratory rate and body temperature. For acute stress it was used 24 pigs housed in two climate chambers. In one of the chambers animals were in a comfortable temperature (22ºC) and in the other, in heat stress (34 °C). In each chamber were housed 12 pigs with an experimental plot represented by two animals at bay totaling six repetitions. The experiment lasted 48 hours. The environmental conditions of the chambers, respiratory rate, body and top surface temperatures were monitored on the beginning and at every four hours. There was a reduced performance in the first 24, 24 and 48 and 48 experimental hours. The animals exposed to heat had increased respiratory rate and surface temperatures. Pigs in acute heat stress showed variation in body temperature as a function of time and answered in a biphasic manner regarding acclimatization, thus compromising performance. For the study of chronic stress, 36 pigs were used for 71 days. The animals were distributed in a randomized block design, with three treatments and six replicates with two animals per experimental unit. The treatments were: HS (animals in the heat), TN (animal thermal comfort) and PFTN (animal thermal comfort pair feeding with HS). Performance data, physiological parameters, behavioral and swine carcass composition were obtained. There was a reduction in the performance of the animals subjected to heat due to intense temperature and consumption reduction. The heat promoted increased respiratory rate, surface and rectal temperatures. Restricting the consumption promoted an increase in lymphocytes. Pigs kept in HS spent more time on leisure and less time eating and digging. The heat promoted less hot carcass weight and impaired the performance, physiology and behavior of animals. The results of physiological parameters and thermographic images of acute and chronic heat stress were used for a fuzzy model. It was used as input variables: air and surface temperature and as output variables: respiration and rectal temperature. The inference method used was the Mamdani and the defuzzification technique was the center of gravity. Results of the model when compared with the experimental data showed an evident satisfactory efficiency in the determination of the respiratory rate and rectal temperature, in which the calculated R2 values were 0.997 and 0.951 for acute stress and 0.993 and 0.964 for stress chronic heat.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11144
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: por
Aparece nas coleções: DZO - Zootecnia - Mestrado (Dissertações)

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