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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11223

Title: Análise da paisagem para o planejamento e a gestão da conservação da Mata Atlântica
???metadata.dc.creator???: Silva, Rossi Allan
???metadata.dc.creator.Lattes???: http://lattes.cnpq.br/1838509104252299
???metadata.dc.contributor.advisor1???: Pereira, José Aldo Alves
???metadata.dc.contributor.advisor-co1???: Alves, Schirley Fátima Nogueira da Silva Cavalcante
???metadata.dc.contributor.referee1???: Acerbi Júnior, Fausto Weimar
???metadata.dc.contributor.referee2???: Pereira, José Aldo Alves
???metadata.dc.contributor.referee3???: Borges, Luís Antônio Coimbra
???metadata.dc.contributor.referee4???: Volpato, Margarete Marin Lordelo
???metadata.dc.contributor.referee5???: Alves, Schirley F. Nogueira da Silva Cavalcante
Keywords: Atlas de paisagens
Modelagem ecológica
Cenários socioeconômicos
Pagamento por serviços ambientais
Atividades econômicas
Landscape atlases
Ecological modeling
Socioeconomic scenarios
Payment for environmental services
Economic activities
???metadata.dc.date.submitted???: 16-Mar-2016
Issue Date: 6-Jun-2016
???metadata.dc.description.sponsorship???: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Citation: SILVA, R. A. Análise da paisagem para o planejamento e a gestão da conservação da Mata Atlântica. 2016. 142 p. Tese (Doutorado em Engenharia Florestal)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.
???metadata.dc.description.resumo???: A paisagem é dinâmica, possuindo natureza complexa, com dimensões tangíveis e intangíveis, apresentando um processo evolutivo contínuo. Os objetivos desta pesquisa se baseiam na identificação e classificação das paisagens em unidades e subunidades, considerando a apropriação pelos indivíduos; no desenvolvimento de uma metodologia que auxilie no planejamento e na gestão, compatibilizando conservação de áreas naturais com atividades antrópicas; e, com base nas informações levantadas, avaliar os vários grupos sociais, com vistas à concepção de uma paisagem sob a ótica do desenvolvimento sustentável, desta forma, compreendendo melhor os processos de fragmentação tanto culturais, quanto florestais do município de Ouro Preto, MG. A pesquisa analisou a paisagem atual e sua evolução histórica, desde 1.973, distinguindo as dimensões materiais e imateriais. Foram levantadas informações pelas viagens de campo, tipos de solos, relevo, declividade, drenagem, unidades de conservação, zoneamentos administrativos, áreas urbanas, recursos naturais, economia, arrecadações de impostos, infraestruturas de transporte e de construção, imagens de satélite, tipos de gestão aplicada à preservação ou conservação das florestas e dos campos e de entrevistas semiestruturadas com os diversos atores que modificam e transformam o território, fazendo, assim, um balanço entre as paisagens construídas e as demandas da sociedade e dos ecossistemas. Como resultados, obteve-se um mapa de uso do solo de 2011; um mapa das unidades de paisagens e suas subunidades, com suas devidas definições; um mapa com cinco níveis de intensidade de atividades, com suas respectivas descrições; e levantaram-se os entraves para a melhoria do bem-estar dos atores e da integridade dos ecossistemas. Os vários serviços ecossistêmicos gerados são de difícil mensuração, porém seus benefícios são utilizados por todos. As mudanças físicas são o reflexo da economia, que provocaram impactos ambientais, principalmente, relacionados às atividades minerárias, turismo, agropecuária e conservação das áreas naturais, todos necessitando, idealmente, de uma gestão compartilhada. Neste sentido, a paisagem necessita de uma gestão que crie alternativas sustentáveis para as atividades antrópicas. A dinâmica da paisagem foi moldada por uma evolução lenta, ajustada às atividades minerárias, em virtude da alta arrecadação financeira, houve revegetação de áreas, após cortes rasos no passado, e, atualmente, o turismo que carece de estruturação. O município apresenta grande potencial, para o desenvolvimento de projetos com Pagamentos por Serviços Ambientais, existindo, contudo, lacunas para a gestão compartilhada.
Abstract: Landscape is dynamic, having complex nature, with tangible and intangible dimensions, presenting a continuous evolution process. The aim of this research were based on the identification and classification of landscapes in units and subunits, from the ownership by individuals; the development of a methodology to assist in the planning and management, conciliating conservation of natural areas with anthropic activities; and, from the information gathered, evaluate the different social groups aiming to design a landscape from the sustainable development perspective; thus better understanding both cultural and forest fragmentation processes, in the city of Ouro Preto, Minas Gerais. The research analyzed the current landscape and its historical evolution, distinguishing between material and immaterial dimensions. Information was raised from field trips, soil types, relief, slope, drainage, conservation units, administrative zoning, urban areas, natural resources, economy, tax raising, transport and building infrastructure, satellite images, types of management applied to the preservation or conservation of forests and fields, and semi-structured interviews with the various actors that modify and transform the territory, thus making a balance between the built landscape and the demands of the society and ecosystems. Results were composed by a map of land use in 2011; a map of landscape units and their subunits, with their appropriate definitions; a map with five levels of activities intensity, with their respective descriptions; and raising barriers to improving the welfare of the actors and the integrity of ecosystems. The number of generated ecosystem services are difficult to measure, but its benefits are useful for everyone. The physical changes are a reflection of the economy, which caused environmental impacts, mainly related to mining activities, tourism, agriculture and conservation of natural areas, all requiring ideally a shared management. In this sense, the landscape needs a management to create sustainable alternatives to anthropic activities. The dynamics of the landscape has been shaped by a slow evolution, set by mining activities due to the high financial revenues, there were areas of revegetation after clearcuts in the past, and now tourism lacks structure. The city has great potential for development projects with payments for environmental services, however, gaps for shared management exists.
Description: Arquivo retido a pedido do(a) autor(a) até junho de 2017.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11223
Publisher: Universidade Federal de Lavras
???metadata.dc.language???: por
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