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Título: Functional groups behaviour and non-stable natural edges of gallery forest
Título Alternativo: Comportamento de grupos funcionais e bordas naturais não estáveis de matas de galeria
Autor(es): Bragion, Evelyn da Fonseca Alecrim
Lattes: http://lattes.cnpq.br/2070086724618113
Orientador: van den Berg, Eduardo
Membro da banca: França, Filipe Machado
Membro da banca: Faria, Lucas del Bianco
Membro da banca: Magnago, Luiz Fernando Silva
Membro da banca: Chazdon, Robin
Membro da banca: Santos, Rubens Manoel dos
Assunto: Environmental gradient
Functional groups
Forest dynamics
Brazilian savanna
Positive interactions
Gradiente ambiental
Grupos funcionais
Dinâmica florestal
Cerrado
Relações positivas
Data de Defesa: 24-Fev-2016
Data de publicação: 23-Jun-2016
Agência de Fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)
Referência: BRAGION, E. da F. A. Functional groups behaviour and non-stable natural edges of gallery forest. 2016. 101 p. Tese (Doutorado em Engenharia Florestal)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.
Resumo: Matas de galeria possuindo bordas naturais com campos limpos apresentam uma oportunidade única de estudar a performance de espécies através do gradiente ambiental natural, a expansão florestal sobre os campos e o efeito das interações positivas nessa expansão. Nesta tese, nós perguntamos se as taxas demográficas de grupos funcionais variaram com a distância da borda, se as diferenças em estratégias dos grupos funcionais podem ser explicadas através de características funcionais e quais características aumentam o crescimento e permitem a sobrevivência. Nós também questionamos se as matas de galeria estão expandindo e se processos de facilitação promovem a expansão florestal. Também examinamos se há uma mudança de interações positivas para negativas no curto gradiente como consequência da mudança em microclima. Para isso, nós acompanhamos a mortalidade e recrutamento de 30 espécies presentes nos primeiros metros (10 m) de bordas naturais em 8 matas de galeria, e usamos dados demográficos de 5 inventários anuais (2009 – 2013). O grupo tolerante à sombra possuiu a menor taxa de mortalidade e perda de área basal. Não houve diferenças quanto às taxas de recrutamento e ganho em área basal. A distância da borda influenciou os grupos funcionais de maneira diferente em termos de crescimento e sobrevivência. A sobrevivência de pioneiras foi aumentada perto da borda, enquanto para os outros grupos a sobrevivência aumenta em direção ao interior. Todos os grupos cresceram mais no campo do que na borda. As diferenças em comportamento puderam ser explicadas através de características funcionais, sendo que a maior parte das espécies possui uma estratégia aquisitiva. O crescimento foi favorecido por características aquisitivas de recurso, no entanto mortalidade selecionada as duas estratégias, mas em áreas distintas da borda. A floresta expandiu sobre os campos com as espécies pioneiras sendo as primeiras, seguidas das exigentes de luz e tolerantes à sombra, o que poderia sugerir um processo de facilitação. No entanto, os primeiros colonizadores não promoveram a expansão florestal, já que quanto maior a sua abundância, menor a expansão florestal. Ainda, não há mudança de interações positivas para negativas, mas até mesmo no campo a presença de vizinhos diminui a sobrevivência. Nossos resultados mostram o quanto o gradiente das bordas é curto e forte, e como isso afeta de forma diferenciada os grupos funcionais. Embora nós não tenhamos encontrado evidências de facilitação, as interações negativas não suprimem a expansão florestal.
Abstract: Gallery forests possess natural edges between forest and grasslands, offering a unique opportunity to examine how species performance varies across natural environmental gradients and to study forest expansion into grasslands and the effect of positive interaction on this expansion. Here we asked whether demographic rates of tree functional groups varied with distance to the edge, whether we could explain differences in plant strategies through functional traits and which traits increase growth and allow survival. We also asked whether gallery forests are expanding into grasslands and whether a facilitation process fosters forest expansion. Also, we examined whether there is a change from positive to negative interactions in these short gradients as a consequence of the change in microclimate. For this purpose, we examine mortality and recruitment for 30 species existing in the first few meters (10 m) of natural edges of 8 different gallery forests, and use demographic data from 5 annual inventories (2009 - 2013). The shade-tolerant group had the lowest mortality rates and basal area loss while both pioneer and light-demanding species had similar behavior for these rates. There was no difference between groups for recruitment the rates and basal area gain. Distance from the edge differentially affected the functional groups in terms of survival and growth. Survival of the pioneer group was enhanced near the edge, but for the light-demanding and shade-tolerant, survival increased toward the forest interior. All groups had higher growth in the grassland and reduced growth in the edge. Those differences in behavior could be explained by differences in functional traits. A great part of the species in natural edges have an acquisition strategy. Growth was enhanced by acquisitive traits. However, mortality selected both strategies, but in distinct zones of the edge. We found forest expanding over grasslands with the pioneer species having the spearhead role, followed by the light-demanding species and, lastly, by the shade-tolerant in a clear succession process, that could suggest a facilitation process. However, the presence of facilitators did not foster forest expansion since the more facilitators, the less forest expansion. Also, there were no changes from positive to negative interactions, but even in the grassland presence of neighbors reduced survival. Our results showed how strong and sharp the edge gradient is and how the functional groups had growth and survival differentially affected by it. Although we did not find evidence of facilitation, negative interactions do not completely suppress expansion, since there was expansion in most of the sites.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11345
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: eng
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