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Title: Oralidade, voz e memória nas reminiscências de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto
Other Titles: Orality, voice, and memory in the reminiscences of A river called time, a house called land, by Mia Couto
???metadata.dc.creator???: Lobo, Dalva de Souza
Keywords: Análise literária
Voz
Memória
Narrador
Literary analysis
Voice
Memory
Narrator
Publisher: Universidade Metodista de Piracicaba
Issue Date: Jan-2015
Citation: LOBO, D. de S. Oralidade, voz e memória nas reminiscências de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto. Impulso, Piracicaba, v. 25, n. 62, p. 89-96, jan./abr. 2015.
???metadata.dc.description.resumo???: Este ensaio pretende examinar a noção de experiência e a figura do narrador nas entrelinhas da obra Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, de Mia Couto (2003). A partir do discurso memorial circunscrito pelo olhar de dentro (camponês) e pelo olhar de fora (marinheiro) e, na contramão dos adventos que marcaram o apagamento do narrar, busca-se, aqui, o retorno ao primado do discurso da oralidade, tanto na perspectiva da voz social quanto na de registro conformado pela matriz impressa. Ao acolher o texto oral, ambos os discursos deixam ver a voz do narrador, sábio conselheiro capaz de assegurar o diálogo entre o novo e o tradicional mediante troca de experiências transmitidas entre as gerações. Para tanto, o ensaio fundamenta-se no conceito de experiência, de Walter Benjamin, sobretudo em O narrador (BENJAMIN, 1987a), tendo em vista os olhares acima mencionados. Os conceitos de voz, oralidade e memória serão examinados à luz do pesquisador da voz e das poéticas do Medievo, Paul Zumthor e de Roland Barthes, este último especificamente para examinar a inscrição da voz como escritura e alteridade. Em Henri Bergson será discutida a relação entre corpo, memória e experiência. Com isso, busca-se estabelecer perspectivas outras sobre o que se pode compreender na atualidade como experiência, voz e memória na dimensão do corpo, tanto no seu sentido físico quanto no social.
Abstract: This paper intends to examine the notion of experience and the figure of the narrator between the lines of A river called Time, a house called Land, by Mia Couto. From the memorial speech circumscribed by the peasant’s inside look and the sailor’s outside look and against the advents that marked the narrator’s deletion, we seek to return to the primacy of the oral discourse, either through the perspective of social voice or through the resigned register of printed matrix. In welcoming the oral text, both discourses allow the narrator’s voice to be heard – the wise counselor who is able to ensure the dialogue between the new and the traditional through the exchange of experiences passed on through generations. Therefore this paper is based on Walter Benjamin’s concept of experience in “The Narrator”. Voice, orality and memory will be examined in the light of the voice and poetry of the Middle Ages’ researcher Paul Zumthor, Roland Barthes’ ideas about voice as scripture and otherness, and Henri Bergson’s reflections on body, memory and experience. Thus we seek to establish other perspectives on experience, voice and memory in the extent of the body, both the physical and the social one.
URI: https://www.metodista.br/revistas/revistas-unimep/index.php/impulso/article/view/2400/1546
http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11440
???metadata.dc.language???: pt_BR
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