Use este identificador para citar ou linkar para este item: repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11775
Título: Diagnóstico dos planos de manejo e o potencial de exploração da vegetação do cerrado e da mata seca no estado de Minas Gerais
Autor : Andrea Vita Reis Mendonça
Primeiro orientador: Scolforo, José Roberto Soares
Primeiro membro da banca: Rezende, José Luiz Pereira de
Segundo membro da banca: Mello, José Márcio de
Terceiro membro da banca: Lima, Gumercindo Souza
Palavras-chave: Cerrados
Meio ambiente
Vegetação
Mata seca
Dry forest
Data da publicação: 2016
Referência: MENDONÇA, A. V. R. Diagnóstico dos planos de manejo e o potencial de exploração da vegetação do cerrado e da mata seca no estado de Minas Gerais. 2000. 189 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia Florestal)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2000.
Resumo: Este estudo foi realizado com o objetivo de fazer um diagnóstico para identificar se as práticas de exploração adotadas caracterizam ou não o manejo sustentado; analisar a potencialidade biológica das fisionomias, Mata Seca e Cerrado, e das espécies nelas exploradas; recomendar como proceder para viabilizar um plano de manejo; avaliar a evolução da legislação florestal com relação ao manejo florestal do estado de Minas Gerais. Os dados para realização deste estudo foram obtidos por análise dos planos de manejo enviados aos órgãos competentes e levantamento em unidades amostrais. Foram analisados 13 planos,10 de Cerrado e 3 de Mata Seca. Pode-se concluir que todos os planos de manejo florestal analisados não caracterizam a prática de manejo sustentável, sendo que os pontos mais negligenciados foram as parcelas permanentes, a estimativa de volume, a análise estrutural, o critério de remoção, a intensidade de exploração, os tratamentos silviculturais, o monitoramento das parcelas permantentes e a junção das informações do inventário florestal com a de análise estrutural. A vegetação do Cerrado leva em média 19 anos para se recuperar de uma exploração e tem potencial de sofrer intervenção, principalmente se os princípios que norteiam o manejo florestal forem adotados na elaboração de novos planos. Já a Mata Seca necessita de um tempo longo para se recuperar de uma intervenção, 100 anos, o que inviabiliza qualquer intervenção neste ambiente. Ainda são necessários ajustes nas normas que regem o manejo florestal e estes devem ir em direção à simplificação, diminuindo os entraves burocráticos e detalhamentos que incentivam o executor à contravenção. As leis e normas devem levar em conta o nível de entendimento do público alvo, bem como a capacidade de acompanhamento e cobrança das instituições responsáveis.
Abstract: Não tem abstract.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11775
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: por
Aparece nas coleções:DCF - Engenharia Florestal - Mestrado (Dissertações)
LEMAF - Teses e Dissertações



Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.