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Título: Compostos orgânicos voláteis de plantas e o etanol no controle de Meloidogyne incognita
Título Alternativo: Volatile organic compounds emitted by plants and ethanol controlling meloidogyne incognita
Autor(es): Silva, Julio Carlos Pereira da
Lattes: http://lattes.cnpq.br/9318796688440502
Orientador: Campos, Vicente Paulo
Membro da banca: Pedros, Marcio Pozzobon
Membro da banca: Alves, Eduardo
Membro da banca: Salustiano, Maria Eloisa
Membro da banca: Lelis, Flavia Mara Vieira
Assunto: Nematoide das galhas
Álcool
Controle cultural
Controle biológico
Nematicida
Root knot nematode
Alcohol
Disease management
Biological control
Nematicidal product
Data de Defesa: 2-Set-2016
Data de publicação: 30-Set-2016
Agência de Fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Referência: SILVA, J. C. P. da. Compostos orgânicos voláteis de plantas e o etanol no controle de Meloidogyne incógnita. 2016. 81 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitopatologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.
Resumo: Compostos orgânicos voláteis (COVs) emitidos por plantas podem ter atividades contra fitonemetoides. Neste trabalho, COVs emitidos por macerados seco e aquoso de inflorescência de brócolis e semente de girassol foram estudados quanto ao efeito tóxico a Meloidogyne incognita em diferentes tempos de exposição. Os COVs emitidos pela semente de girassol e pela inflorescência de brócolis demonstraram atividade nematicida a juvenis de segundo estádio (J2) de M. incognita em curtos períodos de tempo. A infectividade e reprodução diminuíram quando os J2 foram expostos aos COVs de girassol. A biofumigação solo com material vegetal de brócolis e girassol, em diferentes concentrações, reduziu a infectividade, reprodução e aumentou a toxicidade dos COVs emitidos pelas plantas. A água exposta aos COVs emitidos pelo brócolis causou imobilidade aos J2 em poucas horas, mas não houve efeito tóxico da água exposta ao macerado de sementes de girassol. A GC-MS dos macerados identificou COVs em 6 e 5 grupos químicos emitidos por sementes de girassol e inflorescência de brócolis, respectivamente. Além disso, 8 moléculas foram caracterizadas na água tóxica exposta à inflorescência de brócolis. O álcool volátil etanol pode ser tóxico a fitopatógenos e não representa perigo para o homem. Diluições aquosas de etanol de 5% até 70 % e seus vapores causaram alta toxicidade in vitro em J2 de M. icognita O vapor e soluções aquosas de etanol, também, causaram, semelhantemente, redução na eclosão de J2 em ovos do nematoide . O controle de M. icognita em alface ocorreu pela alta redução de galhas e de ovos nas raízes, quando o etanol foi aplicado em solo infestado nas concentrações de 40% e 70% e nas doses de 40 ml e 80 ml de cada concentração. A água exposta aos vapores de etanol por curtos períodos de tempo adquiriu toxicidade e causou 100 % de mortalidade nos J2 com 12 horas de exposição. Os macerados de inflorescência de brócolis e de sementes de girassol demonstraram atividade tóxica diretamente no solo e na emissão de voláteis, mas as moléculas emitidas pela inflorescência de brócolis e retidas na água precisam ser estudadas, individualmente, para melhor entendimento de seus efeitos. Os efeitos do etanol a M. incognita em casa de vegetação abrem perspectivas de seu uso no campo no controle de fitonematoides, principalmente, em agricultura orgânica e nas culturas folhosas.
Abstract: Volatile organic compounds (VOCs) emitted by plants may have activity against fitonemetoides. In this work, VOCs emitted by dry and aqueous macerates of broccoli inflorescence or sunflower seed were studied by their toxic effect to Meloidogyne incognita in different exposition times. VOCs emitted by sunflower seed and the broccoli inflorescence showed nematicidal activity on M. incognita second stage juveniles (J2) even in short periods of exposition. The infectivity and reproduction decreased when the J 2 were exposed to sunflower VOCs. Soil biofumigation with broccoli or sunflower macerates in different concentrations reduced the infectivity, reproduction and increased toxicity of VOCs emitted by plants. The water exposed to VOCs emitted by broccoli caused high immobility to the J2 in a few hours, but there was no toxic effect of water when exposed to sunflower seed macerate. Macerates GC-MS identified VOCs, in 6 and 5 chemical groups, by sunflower seeds and broccoli inflorescence, respectively. Furthermore, 8 molecules have been characterized on the exposed toxic water broccoli inflorescence. The volatile alcohol ethanol can be toxic to plant pathogens and it is not dangerous to humans. Aqueous dilutions of 5% ethanol to 70% and its vapors caused acute in vitro toxicity to M. icognita J2. The vapors and aqueous solutions of ethanol also caused low J2 hatching in nematode eggs. The higher reduction galls and egg on lettuce roots, happens when ethanol was applied to infested soil concentrations of 40% and 70% and at dosages of 40 ml and 80 ml. The water exposed to ethanol vapors for short periods of time acquired toxicity and caused 100% J2 mortality with 12 hours of exposition. The inflorescences of broccoli and sunflower seeds macerates showed toxic activity directly in soil and together with volatile emission, but the molecules emitted by broccoli inflorescences that were retained in the water need to be studied individually to better understanding of their effects. The ethanol effects on M. incognita in greenhouse open prospects for its use in the field controlling plant parasitic nematodes, especially in organic agriculture and broadleaf crops.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11839
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: por
Aparece nas coleções: DFP - Agronomia/Fitopatologia - Doutorado (Teses)

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