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Título: Comparação entre os métodos dos quadrantes e Prodan para análises florística, fitossociológica e volumétrica
Título Alternativo: Comparison between the quadrants and prodan methods for floristic, phytosociologic and volumetric analyses
Assunto: Métodos de amostragem
Método dos quadrantes
Método de Prodan
Análise florística
Fitossociologia
Sampling methods
Quadrants method
Prodan method
Floristic analysis
Phytosociology
Data de publicação: 2007
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Referência: BRITO, A. de. Comparação entre os métodos dos quadrantes e Prodan para análises florística, fitossociológica e volumétrica. Cerne, Lavras, v. 13, n. 4, p. 399-405, out./dez. 2007.
Resumo: Objetivou-se neste estudo comparar a exatidão das estimativas da composição florística, da análise fitossociológica e volumétrica, utilizando os métodos de quadrantes e de Prodan (1968). Além disso, objetivou-se comparar, para o método de quadrantes, os estimadores propostos por Cottan & Curtis (1956) e Pollard (1971). O estudo foi realizado em um fragmento de Floresta Estacional Semidecidual Montana em Lavras, Minas Gerais, onde foi inventariado 100% dos indivíduos com DAP maior ou igual a 5cm. Para a análise florística, o método de Prodan (1968) identificou um maior número de famílias (33), gêneros (64) e espécies (79), mostrando-se mais eficiente que o método de quadrantes (28 famílias, 52 gêneros e 63 espécies). Quanto à análise fitossociológica, os dois métodos foram eficientes para as espécies que apresentaram altos índices de valor de importância (IVI). Também apresentaram índices de diversidade e equabilidade semelhantes aos valores paramétricos. Para análise florística e fitossociológica os estimadores de Cottan & Curtis (1956) e Pollard (1971) apresentam os mesmos resultados. O método de amostragem por quadrantes, subestimou o volume total para os estimadores de Cottan & Curtis (1956) e Pollard (1971), sendo que o primeiro apresentou resultados mais próximos do valor paramétrico. O mesmo aconteceu para os volumes calculados por espécie. Já o método de Prodan (1968) apresentou o pior desempenho, subestimando o volume total, enquanto na estimativa do volume por espécie, esse superestimou os valores para espécies que apresentaram baixa dominância.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11988
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