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Título: Fosfito de potássio na proteção do feijoeiro contra Colletotrichum lindemuthianum e Rhizoctonia solani e nas respostas bioquímicas de defesa
Título Alternativo: Potassium phosphite for the protection of common bean against colletotrichum lindemuthianum and rhizoctonia solani and the plant biochemical defense responses
Autor(es): Costa, Bruno Henrique Garcia
Orientador: Resende, Mário Lúcio Vilela de
Membro da banca: Campos, Vicente Paulo
Membro da banca: Teixeira, Hudson
Membro da banca: Rufini, Márcia
Membro da banca: Siqueira, Carolina da Silva
Assunto: Fosfitos
Feijão – Doenças e pragas
Antracnose
Phosphites
Beans – Diseases and pests
Anthracnose
Colletotrichum lindemuthianum
Rhizoctonia solani
Data de Defesa: 16-Set-2016
Data de publicação: 26-Dez-2016
Referência: COSTA, B. H. G. Fosfito de potássio na proteção do feijoeiro contra Colletotrichum lindemuthianum e Rhizoctonia solani e nas respostas bioquímicas de defesa. 2016. 96 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitopatologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.
Resumo: A utilização de fosfitos no manejo de doenças em diferentes cultivos tem aumentado nos últimos anos. Entretanto, são escassos os estudos referentes à utilização desses produtos no controle de doenças no feijoeiro. O objetivo foi verificar o potencial de fosfito de potássio (FP), aplicado na parte aérea e nas sementes, no controle de Colletotrichum lindemuthianum e de Rhizoctonia solani e elucidar o modo de ação desses produtos em plantas de feijoeiro. O primeiro estudo foi realizado para avaliar fosfitos de potássio em aplicação foliar, no controle da antracnose em casa de vegetação e nas respostas bioquímicas de defesa induzida em feijoeiro. Avaliou-se, também, a detecção de fosfito nos tecidos da planta e a toxidez direta desse produto no crescimento micelial de C. lindemuthianum. Os fosfitos de potássio reduziram a severidade da antracnose e promoveram aumento na atividade das enzimas superóxido dismutase, peroxidase, quitinase e β-1,3-glucanase, além de aumento da lignificação e do teor de compostos fenólicos. Fosfito foi detectado nos tecidos foliares aos sete dias após a aplicação, em concentração que promoveu redução do crescimento micelial de C. lindemuthianum. O segundo estudo foi realizado para avaliar o efeito do tratamento de sementes de feijoeiro com FP no controle de R. solani e C. lindemuthianum, na indução de respostas bioquímicas de defesa da planta e na compatibilidade com Rhizobium tropici, bactéria fixadora de nitrogênio. FP promoveu maior índice de velocidade de emergência e aumento de 40,1% do estande de plantas em relação à testemunha inoculada com R. solani. FP proporcionou redução de 56,9% da área abaixo da curva de progresso da antracnose, sendo significativamente semelhante ao tratamento com fungicida. FP aumentou a atividade das enzimas catalase, superóxido dismutase, fenilalanina amônia-liase e a lignificação das plantas. A aplicação de FP nas sementes resultou em maior massa de nódulos. O número de nódulos formados, o teor e o acúmulo de nitrogênio foram semelhantes à testemunha inoculada com R. tropici. FP promove incremento de compostos de defesa em feijoeiro, o controle de patógenos e é compatível com a inoculação de R. tropici. Dessa forma, a aplicação de fosfito é uma técnica promissora para integrar os métodos de manejo de doenças na cultura do feijoeiro.
Abstract: The use of phosphites for disease management in different crops has increased in recent years. However, studies regarding the use of these products in controlling diseases of common bean are scarce. The objective of this work was to verify the potential of potassium phosphite (PP), applied to the aerial part of bean common plants and on seeds, for the control of Colletotrichum lindemuthianum and Rhizoctonia solani, and elucidate the mode of action of these products. The first study was conducted to evaluate the foliar application of potassium phosphites for the control of anthracnose under greenhouse conditions and the biochemical defense responses induced in common bean plants. We also evaluated the detection of phosphite in the plant tissue and the direct toxicity of this product against mycelial growth of C. lindemuthianum. The potassium phosphites reduced the severity of anthracnose and promoted the increase in the activity of enzymes superoxide dismutase, peroxidase, chitinase and β-1,3-glucanase, in addition to increasing lignification and the content of phenolic compounds. Phosphite was detected in the foliar tissues seven days after application, in concentration that promoted the reduction of C. lindemuthianum mycelial growth. The second study was conducted to evaluate the effect of the treatment of bean seeds with PP for controlling R. solani and C. lindemuthianum, in the induction of biochemical defense responses of the plant and compatibility with Rhizobium tropici, nitrogen fixing bacterium. PP promoted greater emergence speed index and increase of 40.1% of plant stand in relation to control, inoculated with R. solani. PP provided the reduction of 56.9% of the area under the anthracnose progress curve, being significantly similar to the treatment with the fungicide. PP increased the activity of enzymes catalase, superoxide dismutase, phenylalanine ammonia-liase and lignification of the leaves. The application of PP to the seeds resulted in higher nodule mass. The number of nodules formed, the content and the accumulation of nitrogen was similar to the control inoculated with R. tropici. PP increased the defense compounds and pathogen control, and is compatible with the inoculation of R. tropici. Thus, spraying of phosphite is a promising technique for integrating disease management methods for common bean crop.
Informações adicionais: Arquivo retido a pedido do autor até novembro de 2017.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/12131
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: por
Aparece nas coleções: DFP - Agronomia/Fitopatologia - Doutorado (Teses)

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