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Título: Compostos voláteis emitidos pelo alho são retidos em água e controlam Meloidogyne incognita
Autor(es): Maciel, Wendel Oliveira
Orientador: Campos, Vicente Paulo
Membro da banca: Medeiros, Flávio Henrique Vasconcelos de
Membro da banca: Pedroso, Marcio Pozzobon
Membro da banca: Salustiano, Maria Eloisa
Assunto: Água tóxica
Nematoide de galha
Macerado de alho
Allium sativum
Toxic water
Galls nematodes
Garlic macerate
Data de Defesa: 20-Abr-2016
Data de publicação: 7-Mar-2017
Agência de Fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Referência: MACIEL, W. O. Compostos voláteis emitidos pelo alho são retidos em água e controlam Meloidogyne incógnita. 2016. 51 p. Dissertação (Mestrado em Fitopatologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.
Resumo: Os compostos orgânicos voláteis são importantes no relacionamento entre microrganismos, entre plantas e microrganismos, e são tóxicos a organismos fitopatogênicos, especialmente os fitonematoides. O nematoide Meloidogyne incognita, que tantos prejuízos causa em diversas culturas no Brasil e no mundo, apresentou elevada imobilidade e mortalidade de seus juvenis do segundo estádio (J2), quando misturado ao macerado aquoso em várias concentrações de alho e em álcool 40% diluído em água, e na solução pura de álcool 40%, em vários períodos de exposição, entre 1 hora e 48 horas. Quando os voláteis emitidos pelas concentrações de macerado de alho, além do álcool 40% em mistura com o substrato, foram armazenados na superfície do substrato, causaram imobilidade de J2 acima de 95% e mortalidade de 73% a 99%. Os J2 expostos a esses voláteis e inoculados em tomateiros tiveram redução do número de ovos a partir 10 g de alho a 40 g macerados em água, além de 5 g de alho macerado em álcool 40% e na solução pura de álcool 40% em água, comparados ao controle. A infectividade dos J2 submetidos aos mesmos tratamentos, exceção de 10 g de alho, foi reduzida significativamente comparada ao controle. A água que foi exposta a esses voláteis e misturada à suspensão de J2 de M. incognita causou imobilidade de 95% a 100% e mortalidade de 74% a 99%, nos diversos tratamentos. A análise cromatográfica dos compostos voláteis dissolvidos no macerado seco, macerado aquoso e água tóxica de alho detectou a presença de 32 moléculas, distribuídas nas classes de álcool, aldeído e sulfurados. Os compostos mais intensos encontrados foram dissulfeto de metil alila, dissulfeto de dialila, 3-vinyl-1,2-dithiacyclohex-5-ene, trissulfeto de dialila, dissulfeto de di (1 propenil) (trans), 2-propen-1tiol ou alitiol, sulfeto de metil alila, 2-etil-1 hexanal e dois compostos não identificados. A classe dos sulfurados foi a maior fonte de emissões, com 20 compostos. Na água exposta aos voláteis do alho foram encontrados 11 compostos, com dissulfeto de dialila e 2-etil-1-hexanol sendo os mais intensos. É a primeira vez que se caracterizam as moléculas do alho presentes na água exposta aos voláteis e ao macerado aquoso, tóxicas a fitonematoides.
Abstract: Volatiles are importants on the relationship between microorganisms, among plants and microorganisms and are toxic to plant pathogenic organisms, especially plant parasitic nematodes. The nematode Meloidogyne incognita,whichcauses losses to several crops woldwide, including Brazil, showed high immobility and mortality of second stage juveniles (J2) when mixed to aquaeous íons macerates of several garlic concentrations, in pure solution of alcohol 40% exposed to one to forty-eight hours. When volatile emmittions from the diverse concentrations of garlic macerates beside alcohol 40% in mitures with the substract, were storaged at the mixture surface, the volatiles either from garlic or to alcohol 40%, caused J2 immobility above 95% and J2 mortality 73% to 99%. The J2 exposed to those volatiles and inoculated on tomatoes showed significat reduction of egg numbers from trataments of 10% garlic concentration to 40% (macerated) in water, beside 5 g of macerated garlic in alcohol 40% and plain solution of alchol 40% in water compared to control. The J2 infectivity obstainned with the same treatments, except 10% of garlic, was singnificatly reduced also to control. Water which was exposed to those volatiles and mixed with J2 suspension of M. incognita, caused immobility from 95% to 100% and mortality from 74% to 99% in all treatments. Chromatographic analysis an CGMS of diluted volatiles in exposed water to garlic emmittions as well as in vapor phase and in aqueous maceraet garlic, revealled the presence of 32 molecules mainlly distributed to classes of alcohol, aldehide and sulfurates. The mostly intensive compoudes were is dissulfit of methyl allyl, dissulfite diallyl, 3-vinyl -1-2- dithiacyclohex - 5 - ene, trissulfite of diallyl, dissulfite of di (1 propenil) (trans), 2 – propen -1-tiol or alithiol, sufite of methyl allyl, 2 ethyl -1- hexanal and one unidenfied compound. The sulfur class of molecules was the greatest emittion source. In the water exposed to garlic volatile emittions were found eleven compounds and the most intense were dissulfite of dialila and 2-ethyl-1-hexanol. This is the first characterization of volatile molecules diluted in water by simple exposure and toxic to plant parasitic nematode.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/12428
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: por
Aparece nas coleções: DFP - Agronomia/Fitopatologia - Mestrado (Dissertações)

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