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Título: Predação intraguilda e atração de inimigos naturais por voláteis induzidos pela herbivoria múltipla em roseiras
Título Alternativo: Intraguild predation and attraction of natural enemies by volatiles induced by multiple herbivory in rose bushes
Autor(es): Sousa, Ana Luiza Viana de
Lattes: http://lattes.cnpq.br/5015068102174330
Orientador: Souza, Brígida
Coorientador: Venzon, Madelaine
Membro da banca: Fadini, Marcos Antonio Matiello
Membro da banca: Peñaflor, Maria Fernanda G. V.
Membro da banca: Carvalho, Lívia Mendes de
Membro da banca: Marucci, Rosangela Cristina
Assunto: Rosa – Doenças e pragas
Pragas – Controle biológico
Interação tritrófica
Roses – Diseases and pests
Pests – Biological control
Tritrophic interactions
Tetranychus urticae
Neoseiulus californicus
Orius insidiosus
Data de Defesa: 17-Fev-2017
Data de publicação: 16-Mar-2017
Agência de Fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Referência: SOUSA, A. L. V. de. Predação intraguilda e atração de inimigos naturais por voláteis induzidos pela herbivoria múltipla em roseiras. 2017. 67 p. Tese (Doutorado em Entomologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.
Resumo: O conhecimento sobre as interações que ocorrem no sistema roseira-herbívoros-inimigos naturais assume importância na aplicação de programas de controle biológico em cultivos protegidos. Neste trabalho, as seguintes hipóteses foram testadas: (i) A combinação de Orius insidiosus e Neoseiulus californicus aumenta a predação de Tetranychus urticae; (ii) Não há predação intraguilda de N. californicus por O. insidiosus; (iii) O. insidiosus consegue distinguir os odores emitidos entre plantas danificadas pela herbivoria simples e múltipla; (iv) A preferência de O. insidiosus por voláteis de roseiras infestadas por T. urticae e F. insularis é refletida na preferência alimentar e na qualidade da presa, manifestada nas características biológicas do predador. Para testar a primeira hipótese, estudou-se o comportamento dos predadores, sozinhos e combinados, na presença de T. urticae, durante 60 minutos. Para a segunda hipótese, nós avaliamos a ocorrência de predação intraguilda e o consumo dessa presa pelos predadores contando-se as presas consumidas e os predadores mortos. Para a terceira hipótese, realizaram-se estudos de olfatometria para avaliar a atração de O. insidiosus para plantas de rosas não infestadas, plantas infestadas com T. urticae ou F. insularis e sob infestação múltipla por T. urticae e F. insularis. Também foram coletados e identificados os compostos voláteis das plantas, conforme os tratamentos descritos. Para a última hipótese foi testada a preferência e a biologia de O. insidiosus com T. urticae e F. insularis. Observou-se que a taxa de sobrevivência de O. insidiosus quando combinado com N. californicus na presença de T. urticae foi de 100%, no entanto, a taxa de sobrevivência de N. californicus aumentou com o desenvolvimento de T. urticae. O. insidiosus passou mais tempo predando T. urticae do que N. californicus quando sozinhos ou combinados. O. insidiosus mostrou um alto consumo de ovos, larvas, protoninfas, deutoninfas e adulto de T. urticae quando sozinho. Quando esses predadores foram combinados, houve uma resposta aditiva no consumo de ninfas e adultos de T. urticae, mas houve um efeito negativo no consumo de ovos. O. insidiosus foi atraído pelos voláteis emitidos por plantas sob infestação simples e múltipla, porém, o predador não consegue distinguir odores entre plantas sob herbivoria simples e múltipla. Tanto T. urticae como F. insularis são adequados para o desenvolvimento de O. insidiosus. Além disso, O. insidiosus não mostrou nenhuma preferência entre as presas. Estes resultados têm implicações em programas de controle biológico de pragas de plantas de rosas.
Abstract: Knowledge about the interactions that occur in rose-herbivore-natural enemy systems have a great importance in the application of biological control programs in protected crops. In this work I tested under laboratory conditions the following hypotheses: (1): combination of two potencial predators Orius insidiosus and Neoseiulus californicus increases the predation of Tetranychus urticae; (2) there is no intraguild predation among N. californicus and O. insidiosus; (3) O. insidiosus can distinguish volatile compounds emitted from infested plants submitted to simple and multiple herbivory by T. urticae and Frankliniella insularis; (4) O. insidiosus preference for volatiles from infested-rose plants by T. urticae and F. insularis is reflected in its feeding preference as well as the prey quality. To test the first hypothesis, was studied the predation behavior of O. insidiosus and N. californicus alone or in combination, in the presence of T. urticae during 60 minutes. For the second hypothesis was evaluated the occurrence of intraguild predation and the prey consumption by both predators by counting the number of prey consumed and number of predators killed. For the third hypothesis olfactometer studies were carried out to evaluate the attraction of O. insidiosus to different treatments non-infested rose plants, infested rose plants with T. urticae or F. insularis and under multiple infestation by T. urticae and F. insularis. Also were collected and identified the volatile compounds of the treatments describe above. For the last hypothesis was tested the preference and biology of O. insidiosus with T. urticae and F. insularis. I observed that the survival rate of O. insidiosus when combined with N. californicus in the presence of T. urticae was 100%. However, the survival rate of N. californicus increased according to the development of T. urticae. O. insidiosus spent more time than N. californicus feeding of T. urticae when alone or in combination. O. insidiosus showed a high consumption of eggs, larvae, protoninfas, deutoninfas, and adult of T. urticae when alone. When these predators were combined, there was an additive response in the consumption of nymphs and adults of T. urticae, but there was a negative effect in egg consumption. O. insidiosus was attracted for the volatiles emitted by plants under simple and multiple herbivory, however, they cannot distinguish odors between plants under single and multiple herbivory. Both T. urticae and F. insularis are suitable for the development of O. insidiosus. In addition, O. insidiosus showed no preference among the prey. These results have implications in biological control programs of rose plant pests.
Informações adicionais: Arquivo retido, a pedido da autora, até março de 2018.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/12471
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Idioma: por
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