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Título: Desenvolvimento, anatomia e nutrição de Mimosa acutistipula var. ferrea, Solanum crinitum e Zea mays sob doses de ferro
Título Alternativo: Development, anatomy and nutrition of Mimosa acutistipula var. ferrea, Solanum crinitum and Zea mays under doses of iron
Autor(es): Ramos, Sílvio Junio
Ramos, Sílvio Junio
Oliveira, Alessandra
Lopes, Guilherme
Assunto: Plantas – Efeito do ferro
Recuperação de áreas degradadas
Plants – Effect of iron
Recovery of degraded áreas
Mimosa acutistipula
Solanum crinitum
Zea mays
Data de publicação: 2-Mai-2017
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Referência: SOUZA, R. R. de. Desenvolvimento, anatomia e nutrição de Mimosa acutistipula var. ferrea, Solanum crinitum e Zea mays sob doses de ferro. 2017. 63 p. Dissertação (Mestrado em Botânica Aplicada)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.
Resumo: A exploração de recursos naturais está aumentando devido ao crescimento e desenvolvimento da população mundial. A atividade de mineração causa, diretamente ou indiretamente, impactos ambientais, ocorrendo na maioria das vezes a supressão da vegetação nativa, a qual ainda é pouco estudada. De maneira geral, essas plantas são encontradas em ambientes com elevados teores de Fe no solo. Diante da falta de estudos com espécies nativas, este trabalho tem como objetivo analisar o efeito das doses de Fe sobreduas espécies que estão presente na flora sobre a canga ferruginosa, Mimosa acutistipula var.ferrea e Solanum crinitum, e comparar com uma espécie agrícola Zea mays (milho), visando a viabilidade das plantas para a revegetação e analisar como será o desenvolvimento perante uma espécie melhorada geneticamente para absorver, crescer e produzir na alta disponibilidade de nutrientes. Para realização deste trabalho utilizamos dois diferentes tipos de solo, Latossolo (com baixo teor de Fe) e solo de canga (com elevado teor de Fe), a partir de um delineamento experimental inteiramente casualisado, consistindo em sete tratamentos com três repetições. As doses de Fe aplicadas foram, 0, 50, 100, 200, 400 e 800 mg kg e solo de canga ferruginosa natural como controle adicional.Foi realizado a avaliação da germinação nos vasos por quarenta e cinco dias para as espécies nativas de canga e vinte dias para o milho. Após cento e vinte dias de cultivo para Mimosa acutistipula var. ferrea e Solanum crinitum e sessenta dias para o milho, realizou-se a avaliação da altura das plantas, tamanho das raízes e espessura de caule das plantas. As partes vegetais foram levadas ao laboratório, aferidas as alterações anatômicas, o teste histoquímico para a identificação do Fe e, posteriormente, foram secasquantificando os teores de macro e micronutrientes na parte aérea e raízes. Os resultados mostraram que a M. acutistipula var. ferrea desenvolveu até a dose de 200 mg kg, a S. crinitum desenvolveu até a dose de 400 mg kg, enquanto que o milho desenvolveu em todos as doses de Fe aplicadas. O estudo mostrou que o Fe influenciou na germinação e no desenvolvimento das plantas, pois ao aumento das doses de Fe, menor foi o índice de germinação e desenvolvimento das plantas. Também, verificou-se efeito das doses de Fe na anatomia de folhas e raízes, com o espessamento das epidermes e mesofilo nas doses intermediarias e redução destes tecidos nas maiores doses de Fe. Tal resultado foi observado principalmente para o diâmetro das raízes. O Fe também influenciou nos teores de nutrientes, nas folhas e raízes, entretanto, variando os teores em função da espécie. As três espécies cultivadas no solo de canga apresentaram baixo desenvolvimento, o que pode estar relacionado à baixa disponibilidade de nutrientes. Os resultados mostram que as plantas cultivadas nas menores doses de Fe apresentaram maior desenvolvimento do que as plantas cultivadas nas maiores doses, isso pode ser devido ao fato de o Fe apesar de ser um elemento essencial paras as plantas, nas doses mais elevadas ele se tornou tóxico causando alterações nutricionais, fisiológicas e anatômicas.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/12795
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