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Título : Substratos, fontes e doses de P2O5 na produção de mudas de cafeeiro (Coffea Arabica L.) em tubetes
Autor: Melo, Benjamim de
Mendes, Antonio Nazareno Guimaraes
Guimaraes, Paulo Tacito Gontijo
Dias, Fabio Pereira
Palavras-chave: Café
Tubetes
Mudas
Substratos
Fertilização
Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Data da publicação: 2003
Referência: MELO, B. de et al. Substratos, fontes e doses de P2O5 na produção de mudas de cafeeiro (Coffea Arabica L.) em tubetes. Bioscience Journal, Uberlândia, v. 19, n. 2, p.35-44, May/Aug. 2003.
Resumo : Com o objetivo de avaliar o efeito de substratos, fontes e doses de P2O5 na formação de mudas de cafeeiro em tubetes, experimento foi conduzido em casa de vegetação do Setor de Cafeicultura da Universidade Federal de Lavras - UFLA. O experimento foi instalado segundo o delineamento experimental de blocos casualizados, com os tratamentos distribuídos em esquema fatorial 2 x 2 x 5, com três repetições. Os fatores considerados foram 2 substratos (substrato comercial plantmax e substrato formado por 60% de composto orgânico, 20% de vermiculita e 20% de terra de subsolo), 2 fontes de P2O5 (superfosfato simples e termofosfato magnesiano – “yoorin��?) e 5 doses de P2O5 (100, 200, 300, 400 e 500 g de P2O5 por 100 litros de substrato). As parcelas foram constituídas por 17 tubetes com capacidade volumétrica de 120 mL, considerando-se como área útil, cinco recipientes centrais. Os substratos foram enriquecidos com o equivalente a 0,2 kg de sulfato de amônio, 0,05 kg de cloreto de potássio e 0,05 kg de FTE-BR 9 para cada 100 litros de substrato. Além desta adubação básica aplicou-se em cobertura, de 14 em 14 dias, após o aparecimento do segundo par de folhas verdadeiras, 25 g de sulfato de amônio e 60 g de cloreto de potássio dissolvidos em 10 litros d’água e aplicados em área de 3 m2 do experimento. Para a avaliação do desenvolvimento das mudas de cafeeiro considerou-se o número de pares de folhas verdadeiras, diâmetro de caule, altura de planta, área foliar e os pesos da matéria seca do sistema radicular e da parte aérea. Os resultados mostraram que o substrato formado por 60% de composto orgânico, 20% de vermiculita e 20% de terra de subsolo permitiu a produção de mudas de cafeeiro mais desenvolvidas que aquelas produzidas com o substrato comercial; o superfosfato simples, independente do substrato, proporcionou melhor desenvolvimento das plantas do que aquelas produzidas com o termofosfato magnesiano (“yoorin��?) e doses acima de 100 g de P2O5 por 100 litros de substrato não apresentaram efeitos positivos no desenvolvimento das mudas de cafeeiro em tubetes.
URI: http://www.seer.ufu.br/index.php/biosciencejournal/article/view/6450
http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/1391
Idioma: pt_BR
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