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Título: Toxicidade de extratos vegetais e suas frações para Atta sexdens Linnaeus, 1758 (Hymenoptera: Formicidae) e seu fungo simbionte Leucoagaricus gongylophorus (Moller) Singer (Agaricales: Agaricaceae)
Autor(es): Santos, Juliana Cristina dos
Orientador: Bonetti Filho, Ronald Zanetti
Membro da banca: Marinho, Cidália Gabriela Santos
Oliveira, Denilson Ferreira de
Carvalho, Geraldo Andrade
Pareja, Martin Francisco
Área de concentração: Entomologia Agrícola
Assunto: Pragas - Controle integrado
Formiga cortadeira
Controle químico
Chemical control
Pest control
Ensaio biológico
Data de Defesa: 1-Mar-2013
Data de publicação: 2014
Agência de Fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Referência: SANTOS, J. C. dos. Toxicidade de extratos vegetais e suas frações para Atta sexdens Linnaeus, 1758 (Hymenoptera: Formicidae) e seu fungo simbionte Leucoagaricus gongylophorus (Moller) Singer (Agaricales: Agaricaceae). 2013. 220 p. Tese (Doutorado em Entomologia Agrícola)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2013.
Resumo: Estudou-se o potencial de extratos vegetais e suas frações no controle de Atta sexdens e seu fungo simbionte Leucoagaricus gongylophorus. Este trabalho constituiu-se de três bioensaios. No primeiro, realizou-se um screening de extratos vegetais para verificar o potencial formicida oferecido via ingestão para possível uso em iscas tóxicas. Para isso, avaliaram-se nove espécies de plantas: Croton floribundus, C. urucurana, Erythrina falcata, Eugenia handroana, Gymnanthes concolor, Myrsine ferruginea, Siparuna guianensis, Trichilia catigua e Zanthoxylum pohlianum. Destes extratos vegetais, C. floribundus (casca) e Z. pohlianum (folha) foram escolhidos para futuros estudos. No segundo bioensaio avaliaram-se as frações (hexânica, de acetato de etila, metanólica e o resíduo das frações), as fases (aquosa e orgânica), e resíduo das fases de C. floribundus contra A. sexdens. Objetivou-se confirmar a atividade formicida do extrato dessa planta e identificar as substâncias presentes neste extrato que seriam responsáveis por tal atividade biológica. No terceiro bioensaio, avaliaram-se as frações (hexânica, acetato etila, metanólica), as fases (aquosa e orgânica), e resíduo das fases de Z. pohlianum contra A. sexdens e seu fungo simbionte. Além disso, avaliaram-se as frações e as fases de C. floribundus sobre L. gongylophorus. Objetivou-se avaliar o potencial das frações de Z. pohlianum para futuro uso em iscas tóxicas sobreA. sexdens. Além de avaliar a atividade fungicida das frações de Z. pohlianum e C. floribundus contraL. gongylophorus.Nos testes formicidas, a fração acetato etila, fração metanólica e sua fase aquosa de C. floribundus apresentaram atividade sobre A. sexdens. Da fração acetato isolou-se o ácido caurenóico, porém este não apresentou atividade formicida. A fração metanólica e sua fase aquosa de Z. pohlianum foram tóxicas a A. sexdens. Nos testes com o fungo, o extrato bruto de C. floribundus apresentou crescimento fúngico reduzido em 40% se comparado ao DMSO 1000 µL. A fração metanólica de C. floribundus e sua fase aquosa potencializaram o crescimento fúngico em 76 e 173%, respectivamente, se comparado ao DMSO 500 µL. No entanto, o DMSO 500 µL e a fração metanólica de C. floribundus não formaram gongílideos, enquanto a fase aquosa observou-se sua formação. A fração acetato e a fase aquosa de Z. pohlianum estimularam o crescimento do fungo em 57% e 73%, respectivamente, porém nestes tratamentos não foi evidenciado a formação de gongilídeos. No segundo experimento, o crescimento fúngico dos tratamentos foi semelhante com o das testemunhas. No entanto, a fração hexânica e a fase orgânica de C. floribundus, e a fração acetato etila e fase aquosa de Z. pohlianum não apresentaram formação de gongílideos. Estes substratos apresentaram atividade fungistática em sua produção.
We studied the potential of plant extracts on the control of Atta sexdens and its symbiotic fungus Leucoagaricus gongylophorus. This work consisted of three bioassays. At first one, a plant extracts screening was performed to verify the formicide potential offered by a future use of toxic baits intake. Thus, we assessed nine plant species: Croton floribundus, C. urucurana, Erythrina falcata, Eugenia handroana, Gymnanthes concolor, Myrsine ferruginea, Siparuna guianensis, Trichilia catigua, and Zanthoxylum pohlianum. Among these plant extracts, C. floribundus (bark) and Z. pohlianum (leaf) were chosen for further studies. In the second bioassay we evaluated the fractions (hexane, ethyl acetate, methanol, and residue fractions), the phases (aqueous and organic), and the residue of phases of C. floribundus against A. sexdens. We aimed to confirm the formicide activity of this plant extract and identify substances present in this extract, which are responsible for such biological activity. In the third bioassay, we evaluated the fractions (hexane, ethyl acetate, methanol), the phases (aqueous and organic), and residual of phases of Z. pohlianum against A. sexdens and its symbiotic fungus. Besides, we assessed the fractions and phases of C. floribundus against L. gongylophorus. Here, we investigated the potential of Z. pohlianum fractions for future use in toxic baits against A. sexdens apart from evaluating the fungicidal activity of Z. pohlianum and C. floribundus fractions against L. gongylophorus. Regarding formicide tests, ethyl acetate fraction, methanolic fraction and its C. floribundus aqueous phase showed activity against A. sexdens. From ethyl acetate fraction was isolated kaurenoic acid, althogh it did not show formicide activity. The methanolic fraction and its Z. pohlianum aqueous phase were toxic to A. sexdens. In tests with the fungus, the rough extract of C. floribundus showed fungal growth, which reduced in 40% compared to DMSO (1000 µL). The C. floribundus methanolic fraction and its aqueous phase potentiated the fungal growth in 76 and 173%, respectively, compared to DMSO (500 µL). However, the DMSO (500 µL) and C. floribundus methanolic fraction did not formed gongylidia, while in the aqueous phase it was present. The ethyl acetate fraction and Z. pohlianum aqueous phase promoted fungus growth in 57% and 73%, respectively, but it was not found the gongylidia formation in these treatments. In the second experiment, the fungal growth of treatments were similar compared to the control. Nevertheless, the hexane fraction, the C. floribundus organic phase, the ethyl acetate fraction, and the Z. pohlianum aqueous phase did not show gongylidia formation. The product of these substrates showed fungistatic activity.
Informações adicionais: Tese apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Entomologia, área de concentração em Entomologia Agrícola, para a obtenção do título de Doutor.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/1614
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
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