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Título: Compostos orgânicos voláteis e extrato de alho no controle de Meloidogyne incognita
Título Alternativo: Volatiles organic compouns abd garlic extract on the control of the nematode Meloidogyne incognita
Autor(es): Carli, Maria Clara
Orientador: Campos, Vicente Paulo
Membro da banca: Alves, Eduardo
Resende, Luciane Vilela
Área de concentração: Fitopatologia
Assunto: Nematoide fitoparasito
Nematoides das galhas
Allium sativum
Data de Defesa: 23-Fev-2011
Data de publicação: 2014
Referência: CARLI, M. C. Compostos orgânicos voláteis e extrato de alho no controle de Meloidogyne incognita. 2011. 60 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Fitopatologia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2011.
Resumo: Os nematoides do gênero Meloidogyne Goeldi estão entre os patógenos que possuem alta capacidade de causar prejuízos a diferentes culturas de importância econômica. O uso de extrato de alho, além dos compostos orgânicos voláteis (COVs), pode constituir-se numa alternativa ao controle de diversas doenças de plantas, incluindo aquelas causadas por nematoides. Este trabalho foi realizado com o objetivo de investigar se os COVs e extratos de alho possuem capacidade nematicida à Meloidogyne incognita. Em placa de Petri de plástico, foram realizados experimentos em que o extrato de alho, em diferentes concentrações, ficou em contato direto com ovos e juvenis de segundo estádio (J2) de M. incognita, avaliando-se então a mortalidade e eclosão de J2. Utilizando-se placa de Petri de plástico bipartida, foi avaliada a imobilidade e mortalidade de J2 por COVs. Os COVs também foram avaliados empregando-se outra técnica em que se usaram tubos SupelcoTM SPME. O extrato aquoso de alho possui compostos que diluídos em água causaram alta imobilidade e mortalidade de J2 de M. incognita, além de redução na eclosão de J2. Esses compostos diluídos em água se mantiveram tóxicos aos J2 mesmo quando estocado por 21 dias. Em placas bipartidas, tanto o extrato aquoso como o macerado de alho sem água, liberaram COVs tóxicos a J2 de M. incognita, no entanto, na maior dose usada para o extrato aquoso a mortalidade chegou a 17% de J2 enquanto no alho macerado sem água a mortalidade foi de 100% desde a menor dose testada. Em tubos SupelcoTM SPME, a menor dosagem do macerado sem água causou 96% de mortalidade enquanto no extrato aquoso foi de 35% para a mesma dosagem. A mortalidade de J2 permaneceu a mesma com o uso de areia seca e areia úmida. Redução na eclosão de J2 pelos COVs foi semelhante tanto em macerado sem água como em extrato aquoso de alho chegando a 84% de redução da eclosão quando comparado ao controle. O alho pode ser um eficiente agente nematicida tanto pela liberação de COVs quanto por compostos solúveis em água, porém, os COVs são mais tóxicos a J2 no macerado de alho a seco.
The nematodes of the genus Meloidogyne Goeldi are among the pathogens that have high potential to cause damage to different crops of economic importance. The use of garlic extract, and volatile organic compounds (VOCs), may become an alternative method for controlling various plant diseases, including those caused by nematodes. The aim of this study was to investigate whether VOCs and garlic extracts have the toxic capacity against Meloidogyne incognita. By using plastic Petri dishes, experiments were performed in which garlic extract, in different concentrations, was in direct contact to eggs and second stage juveniles (J2) of M. incognita resulting in the evaluation of J2 hatching and mortality. In compartimental Petri dishes the J2 mortality and immobility by VOCs, were evaluated. VOCs were also studied by the technique in which SupelcoTM SPME tubes were used. The garlic aqueous extract has water diluted compounds which caused high J2 immobility and mortality as well as reduction in J2 hatching. The water diluted compounds remained toxic to J2 even in storage for 21 days. In compartimental Petri dishes both crushed garlic, aqueously or not, released toxic VOCs to M. incognita J2, however, from aqueous, the J2 mortality reached 17% whereas from crushed garlic without water the J2 mortality was 100% since the lower tested dose. When the SupelcoTM SPME tubes technique was used, the VOCs from the lowest without-water-garlic-crushed caused 96% J2 mortality whereas from aqueous crushed was 35% for the same dosage. The J2 mortality kept the same when dried or wet sand was employed. J2 hatching reduction by VOCs was alike in garlic crushed aqueously or not reaching to 84% hatching reduction compared to control. Garlic may become an efficient bionematicide due to toxic VOCs and water soluble compounds, however, the VOCs are more toxic to J2 when liberated from crushed garlic without water.
Informações adicionais: Dissertação apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Agronomia/Fitopatologia, área de concentração em Fitopatologia, para obtenção do título de Mestre.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/1677
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
Aparece nas coleções: DFP - Agronomia/Fitopatologia - Mestrado (Dissertações)

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