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Título: Análise morfológica e genética de isolados de Rhizoctonia solani e estudos epidemiológicos de grupos de anastomose (AGs) em algodão
Título Alternativo: Morphological and genetic analysis of Rhizoctonia solani isolates and epidemiological studies of anastomosis groups (AGs) in cotton
Autor(es): Pozza, Edson Ampélio
Souza, Paulo Estevão de
Machado, José da Cruz
Oliveira, João Almir
Assunto: Rhizoctonia solani
Tombamento
Algodão
Epidemiologia
Biologia molecular
Dampinf-off
Cotton
Epidemiology
Data de publicação: 30-Jul-2014
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Referência: OLIVEIRA, A. C. C. de. Análise morfológica e genética de isolados de Rhizoctonia solani e estudos epidemiológicos de grupos de anastomose (AGs) em algodão. 2009. 140 p. Tese (Doutorado em Fitopatologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2009.
Resumo: Conhecer os grupos de anastomose (AG) da população de Rhizoctonia solani, que causa tombamento e mela do algodoeiro no Brasil, é de fundamental importância para estudos morfológicos do patógeno e epidemiológicos da doença, podendo fornecer subsídios para o estabelecimento de medidas de controle mais eficientes no campo. Inicialmente, foram obtidos 51 isolados coletados em lavouras de algodão dos estados de Minas Gerais, Bahia, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e submetidos a estudos, com a finalidade de fazer a sua caracterização morfológica e molecular, para a obtenção dos AGs e determinar a sua patogenicidade. Para morfologia, 36 isolados foram identificados como R. solani AG-4 e dois como R. solani AG-7. Os 13 restantes não puderam ser classificados. Na análise molecular, confirmaram-se os 36 isolados e mais 10 como AG-4. Os dois isolados AG-7 também foram confirmados, além de mais um. Dois isolados foram caracterizados como Rhizoctonia spp. binucleada- sendo um isolado AG-P e um isolado AG-A. Quanto à patogenicidade, observou-se que 92% dos isolados foram patogênicos e 51% (18MG; 3BA; 1MS e 2GO) apresentaram alta agressividade, enquadrando-se entre as médias 3,4 a 3,9, na escala de notas. Com base nos resultados obtidos, foram selecionados 18 isolados, a serem testados nas temperaturas de 15°, 18°, 21°, 24°, 27° e 30°C. Avaliando-se o índice crescimento micelial (ICM), a produção de escleródios e a determinação de patogenicidade, constatou-se interação significativa entre isolados e temperaturas, nas três variáveis estudadas. Para ICM, observou-se relação com o modelo quadrático a 21°, 24° e 27°C, assim como melhor ajuste ao modelo linear de ICM a 30°C. O maior número de escleródios foi observado às temperaturas de 15° e 18ºC, para todos os isolados, com exceção do isolado MS, que foi a 27ºC. Verificou-se que 14 isolados (6 de MG; 2 da BA; 2 de GO; 3 de MT e 1 de MS) apresentaram maior severidade entre 24° e 27°C, ajustando-se ao modelo quadrático, enquanto três isolados (2 de MG e 1 de MT) não diferiram significativamente para as temperaturas avaliadas e apenas um isolado (BA 2 - I01) ajustou-se melhor ao modelo linear. Logo, maior severidade foi a 30°C.
The knowledge anastomosis groups (AG) of Rhizoctonia solani populations, which cause cotton damping-off and sudden death in Brazil, the pathogen morphological features and disease epidemiology foster the establishment of more efficient disease management strategies in the field. Initially, 51 isolates were obtained from cotton seedlings originated from crop fields in Minas Gerais (MG), Bahia (BA), Goiás (GO), Mato Grosso (MT) and Mato Grosso do Sul (MS). They were studied for their morphological and molecular features to determine the assigned AGs and pathogenicity. For morphology, 36 isolates were identified as R. solani AG - 4 and two as R. solani AG - 7. The remaining 13 strains could not be grouped to any AG. In the molecular analysis, the 36 AG4-match and 10 of the AG unmatched were all grouped as AG4. Both isolates previously assigned to AG - 7- and one AG-unmatch was grouped as AG-7. Two isolates were characterized as binucleate Rhizoctonia spp. and one of them assigned to AG - P and the other to AG - A. In regard to pathogenicity, 92% of isolates were pathogenic to cotton, 51% of which (18MG; 3BA; 1MS; 2GO) showed high aggressiveness, averaging 3.4 to 3.9 severity. Based on the obtained results 18 isolates were tested at temperatures of 15, 18, 21, 24, 27 and 30 °C for mycelial growth, sclerotium production and pathogenicity were evaluated. There was a significant interaction between isolates and temperatures for all three studied variables. For MGR, a better fit to the squared model at 21, 24 and 27 °C was observed. But also a better fit to the linear model and maximum MGR at 30 °C. The highest sclerotium count was observed at temperatures of 15 and 18 ºC, for all isolates, except for a MS isolate for which the optimum temperature was 27 ºC. Fourteen isolates (6 from MG; 2 from BA; 2 from GO; 3 from MT and 1 from MS) presented higher severity between 24 and 27 °C, better fitting to the squared model. However, three isolates (2 from MG; 1 from MT) were significantly similar for the evaluated temperatures and for only one isolate (BA 2 - I01), a better fit to the linear model was observed with consequent higher severity at 30 °C.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/1830
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