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Título: Digestibilidade intestinal in vitro da proteína de co-produtos da indústria do biodiesel.
Título Alternativo: Intestinal protein digestibility of by-products from biodiesel industry.
Autor(es): Couto, Gustavo Souza
Orientador: Filho, José Cleto da Silva
Membro da banca: Corrêa, Angelita Duarte
Ladeira, Márcio Machado
Área de concentração: Nutrição de Ruminantes
Assunto: Digestão em três estágios
Resíduos agroindustriais
Tremoço
Oleaginosas
Three-step digestion
Agro-industrial residues
Lupine
Oils
Data de Defesa: 27-Fev-2009
Data de publicação: 12-Ago-2014
Referência: COUTO, G. S. Digestibilidade intestinal in vitro da proteína de co-produtos da indústria do biodiesel. 2009. 62 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2009.
Resumo: Com o propósito de minimizar os gastos com a alimentação animal, tem-se buscado a utilização de resíduos agroindustriais ou alimentos alternativos, que na maioria das vezes não são sempre aproveitados como alimentos para animais. O experimento foi realizado em duas etapas com o objetivo de determinar a composição químico-bromatológica e a digestibilidade intestinal da proteína de vários co-produtos do biodiesel nas formas de farelo e torta. Foram avaliados nove co-produtos: tortas e farelos de pinhão manso, nabo forrageiro, tremoço, torta de algodão, farelo de algodão 38% e o farelo de soja 45%. Foi utilizado um esquema fatorial 4x2 com um delineamento inteiramente casualisado (DIC) com três repetições mais um tratamento adicional (farelo de soja) para avaliar a confiabilidade da metodologia utilizada. Os co-produtos foram incubados no rúmen de duas vacas canuladas por 16 horas. Os resíduos não degradados no rúmen foram submetidos à digestão enzimática com solução de pepsina durante 1 hora e, posteriormente, em solução de pancreatina por 3 horas, ambas incubadas a 37 ºC, com a quantidade de amostra utilizada no procedimento equivalente a 8 mg de N para a determinação da digestibilidade intestinal (DI). Ainda nos resíduos da incubação ruminal, foram determinadas: degradabilidade da matéria seca (DR), proteína degradável no rúmen (PDR) e proteína não degradável no rúmen (PNDR). A digestibilidade intestinal da proteína para os co-produtos do biodiesel variou de 2,41 a 48,62 %, sendo esses valores abaixo dos encontrados para o farelo de soja que foi de 81,35 %. Todos os co-produtos avaliados se caracterizaram por serem alimentos de alto teor protéico, sendo considerados de alta PDR. Os co-produtos apresentaram baixa digestibilidade intestinal da proteína. A digestibilidade intestinal da proteína dos co-produtos do biodiesel nas formas de torta e farelo foi maior para as tortas em comparação aos farelos. Dos co-produtos avaliados, a torta e o farelo de algodão apresentaram os maiores coeficientes de digestibilidade intestinal.
With the objective of minimizing the costs with animal feed, agro-industrial residues or alternative ingredients has been used. The experiment was conducted in two steps in order to determine the chemical composition and protein intestinal digestibility of some biodiesel by-products, as meals and cakes. It was evaluated nine by-products: cakes and meals of physic nut, turnip, lupine, cotton cake, 38% cottonseed meal and 45% soybean meal. It was used a 4x2 factorial scheme in a totally randomized design (TRD) with three replicates and an additional treatment (soybean meal) to evaluate the methodology that was used. The by-products were incubated in the rumen of two cannulated Jersey cows for 16 hours. The rumen undegradable residues were submitted to enzymatic digestion with pepsin solution for 1 hour and after this in the pancreatin solution for 3 hours, both incubated at 37oC, and the amount of sample used in the procedure was equivalent to 8 mg of N for the determination of intestinal digestibility (ID). In the incubation residues it was also determined: dry matter degradability (RD), rumen degradable protein (RDP) and rumen undegradable protein (RUP). The intestinal protein digestibility of biodiesel by-products ranged from 2,41 to 48,62%, and this values were lower than that obtained in soybean meal, that present 81,35%. Among the by-product evaluated, the cottonseed meal and cake presented the highest crude protein intestinal digestibility, 48,62 and 48,02, respectively, and the lowest values were found in physic net cake (10,18%) and meal (2,41%).The protein intestinal digestibility of biodiesel by-products was higher in the cakes when it were compared with the meals, showing that the excess of oil content in the cakes didn´t affect the digestibility. All the by-products evaluated in this study were characterized to be high protein sources and it were considered high-RDP. The by-products presented low intestinal protein digestibility. The protein intestinal digestibility of biodiesel co-products was higher in the cakes than the meals. The by-products evaluated, the cottonseed cake and meal presented the highest intestinal digestibility coefficients.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/2610
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
Aparece nas coleções: DZO - Zootecnia - Mestrado (Dissertações)

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