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Título: Comparação da anatomia foliar de Myrsine coriacea e Myrsine umbellata em diferentes cotas altitudinais
Título(s) alternativo(s): Comparison of leaf anatomy of Myrsine coriacea and Myrsine umbellata in different altitude levels
Autor : Souza, Katiuscia Freire de
Primeiro orientador: Castro, Evaristo Mauro de
Primeiro membro da banca: Nakamura, Adriana Tiemi
Argenta, João Antônio
Área de concentração: Botânica Aplicada
Palavras-chave: Anatomia ecológica
Estômato
Floresta nebular
Myrsine
Primulaceae
Ecological anatomy
Stomata
Cloud forest
Data da publicação: 12-Ago-2014
Agência(s) de fomento: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Referência: SOUZA, K. F. de. Comparação da anatomia foliar de Myrsine coriacea e Myrsine umbellata em diferentes cotas altitudinais. 2014. 50 p. Dissertação (Mestrado em Botânica Aplicada) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2014.
Resumo: Anatomia ecológica é uma importante ferramenta para o estudo da plasticidade morfológica das plantas quando as mesmas estão submetidas a diferentes pressões ambientais. O gênero Myrsine L. é nativo do Brasil e suas espécies são comuns nas florestas do sudeste brasileiro, possuindo ampla distribuição, abrangendo diversas formações florestais brasileiras. Sua ocorrência é comum na Mata Atlântica, ocorrendo também nas cotas altimétricas mais elevadas. Objetivou-se neste estudo analisar a anatomia foliar de Myrsine coriacea (Sw.) R.Br. ex Roem. & Schult e Myrsine umbellata Mart. em diferentes níveis de altitude (1700 m, 1900 m e 2100 m) em uma Floresta Ombrófila Densa Altomontana. A caracterização anatômica foi realizada por meio de secções paradérmicas e transversais. Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de scott-knott. Em Myrsine coriacea a densidade estomática foi menor no nível de altitude mais elevado, e a espessura dos tecidos foliares aumentou na altitude de 2100 m. Já em M. umbellata, a densidade estomática aumentou na altitude mais elevada assim como o índice estomático, e em relação aos tecidos foliares houve aumento da espessura a 2100 m de altitude. Pode-se dizer que, a altitude juntamente com os fatores ambientais ligados a ela propiciam modificações na estrutura interna da planta.
Ecologic anatomy is an important tool for the study of morphological plasticity of plants when they are exposed to different environmental pressure. Myrsine L. genus is native from Brazil and their species are common in the forest of Southeastern Brazil, having wide distribution, covering various Brazilian forest areas. Their occurrence is common in the Atlantic Forest, also occurring in higher elevations. The aim of this paper is to analyze the leaf anatomy of Myrsine coriacea (Sw.) R. Br. Ex Roem. & Schult and Myrsine umbellata Mart. in different altitude levels (1,700 m, 1,900 m and 2,100 m) in Montane Tropical Rain Forest. The anatomical characterization was performed by paradermic and transversal sections. The data were submitted to analysis of variance and the Scott-Knott test. In Myrsine coriacea stomatal density was lower in the higher level of altitude, and thickness of leaf tissue increased at 2,100 m altitude. While in M. umbellata, the stomatal density increased at higher altitude as well as the stomatal index, and in relation to leaf tissue it was increased in thickness at 2100 m altitude. Therefore, the altitude along with environmental factors linked to it provide changes to the internal structure of the plant.
metadata.teses.dc.description: Dissertação apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós- Graduação em Botânica Aplicada, área de concentração Botânica Aplicada, para obtenção do título de Mestre.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/2614
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
Aparece nas coleções:DBI - Botânica Aplicada - Mestrado (Dissertações)



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