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metadata.artigo.dc.title: A relevância da estrutura de capital no desempenho das firmas: uma analise multivariada das empresas brasileiras de capital aberto
metadata.artigo.dc.creator: Machado, Luiz Kennedy Cruz
Prado, José Willer do
Vieira, Kelly Carvalho
Antonialli, Luiz Marcelo
Santos, Antônio Carlos dos
metadata.artigo.dc.subject: Estrutura de capital
Teoria financeira
Desempenho das firma
metadata.artigo.dc.publisher: Academia Brasileira de Ciências Contábeis
metadata.artigo.dc.date.issued: 2015
metadata.artigo.dc.identifier.citation: MACHADO, L. K. C. et al. A relevância da estrutura de capital no desempenho das firmas: uma analise multivariada das empresas brasileiras de capital aberto. Revista de Educação e Pesquisa em Contabilidade, Brasília, DF, v. 9, n. 4, p. 397-414, out./dez. 2015.
metadata.artigo.dc.description.resumo: As mudanças econômicas ocorridas nos últimos anos tornaram a dinâmica do mercado brasileiro mais complexo, o que impacta diretamente na administração de grandes organizações, principalmente em tarefas de cunho gerencial, como é o caso das decisões referentes à definição da estrutura de capital. Contudo, a literatura desse campo teórico está polarizada em dois trabalhos seminais: o primeiro, de Durand (1952, 1959), aborda a existência de uma estrutura ótima de capital que maximiza o valor da firma; e, no outro extremo, o trabalho de Modigliani e Miller (1958, 1963) considera que o modo como as firmas se financiam é irrelevante. Nesse sentido, o objetivo foi verificar a efetiva interferência da estrutura de capital no desempenho das firmas brasileiras listadas na BM&FBOVESPA. A amostra se constituiu em dados de corte transversal (cross section) e foram selecionados dos últimos balanços de todas as empresas listadas na BM&FBOVESPA, disponíveis na base de dados Economática®. As técnicas utilizadas foram a análise de variância (ANOVA) e a análise discriminante. Entre os indicadores utilizados, observou-se que apenas a liquidez geral, o grau de imobilização, a Q de Tobin, e a oportunidade de crescimento, foram significativas a 1%. Os resultados encontrados indicam que a estrutura de capital não está diretamente relacionada com o desempenho das firmas brasileiras listadas na BM&FBOVESPA. Nesse ínterim, os resultados apontam para a consolidação das teorias financeiras expostas por Modigliani e Miller (1958, 1963) em oposição à corrente tradicionalista iniciada nos estudos de Durand (1952).
metadata.artigo.dc.identifier.uri: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/29948
metadata.artigo.dc.language: pt_BR
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