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metadata.teses.dc.title: Ácido 3-metilbutanóico e ácido 2-metilbuanóico emitidos por Bacillus spp. inibem o crescimento de (Colletotrichum lindemuthianum)
metadata.teses.dc.title.alternative: 3-methylbutanoic acid and 2-methylbutanoic acid produced by Bacillus spp. inhibet the growth of (Colletotrichum lindemuthianum)
metadata.teses.dc.creator: Faria, Amanda Flausino de
metadata.teses.dc.contributor.advisor1: Medeiros, Flávio Henrique Vasconcelos de
metadata.teses.dc.contributor.referee1: Medeiros, Flávio Henrique Vasconcelos de
metadata.teses.dc.contributor.referee2: Campos, Vicente de Paulo
metadata.teses.dc.contributor.referee3: Pedroso, Marcio Pozzobon
metadata.teses.dc.contributor.referee4: Silva, Júlio Carlos Pereira da
metadata.teses.dc.subject: Rhizobacterias
Antracnose
Fungicides
Feijão - Melhoramento genético
Biocontrole
Anthracnose
Biocontrol
Beans - Genetic improvement
metadata.teses.dc.date.issued: 18-Feb-2019
metadata.teses.dc.description.sponsorship: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)
metadata.teses.dc.identifier.citation: FARIA, A. F. de. Ácido 3-metilbutanóico e ácido 2-metilbuanóico emitidos por Bacillus spp. inibem o crescimento de (Colletotrichum lindemuthianum). 2019. 39 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Fitopatologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2018.
metadata.teses.dc.description.resumo: As medidas de manejo mais empregadas à Antracnose no feijoeiro, são relacionadas ao uso de cultivares resistentes e fungicidas. Entretanto, quando as práticas são aplicadas de maneira individual, exercem pressão de seleção e podem ocasionar a quebra de resistência de cultivares. Diante dessa problemática, tona-se necessário o desenvolvimento de medidas alternativas de controle para o manejo dessa doença. A atividade antimicrobiana dos compostos orgânicos voláteis, foi comprovada em diversos estudos in vitro, apresentando efeito sob diferentes patógenos. Neste contexto, o uso das moléculas produzidas por rizobactérias pode tornar-se uma técnica promissora para o controle de Colletotrichum lindemuthianum. Objetivou-se avaliar in vivo as moléculas voláteis emitidas por Bacillus amylolicefaciens ALB629 e UFLA285 sob Colletotrichum lindemuthianum, assim como identificar as moléculas por micro extração em fase sólida (SPME) acoplada a cromatografia em fase gasosa com detecção por espectrometria de massa (GC-MS), como também avaliar o efeito in vitro das moléculas identificadas. O ensaio in vivo foi realizado com plantas de feijão cv. (Pérola) em vasos recobertos com sacos plásticos. As plantas foram expostas às moléculas voláteis por 72h, posteriormente, a suspensão de Colletotrichum lindemuthianum foi aplicada na parte aérea das plantas avaliadas semanalmente quanto à severidade da doença, de acordo com a escala de notas de Godoy. A identificação dos voláteis foi realizada a partir das bactérias por SPME-GC/MS. Os ensaios in vitro foram realizados em placas sobrepostas. No primeiro ensaio, o disco de micélio de C. lindemuthianum foi adicionado e simultaneamente 10 μL de cada molécula pura individual e em combinação dupla e tripla em disco de papel filtro, inserido ao vértice oposto da placa ao patógeno. O desenvolvimento micelial foi avaliado ao 11 dia após o plaqueamento. No segundo, C. lindemuthianum foi crescido em meio Batata dextrose ágar à 21 ° C durante 4 dias. Ao quarto dia foi medido o diâmetro do patógeno e adicionado 10 μL de cada molécula pura individual e em combinação de duas a duas e tripla. Diariamente, o crescimento micelial do patógeno foi avaliado, até o 7 (dap). Os resultados encontrados no teste in vivo reduziram em (79-85%) a severidade da Antracnose em respectivamente. A SPME-GC/MS identificou as moléculas, 3-hidroxi-2-butanona, ácido 3-metilbutanóico e ácido 2-metilbutanóico. Foi observada a inibição do crescimento fúngico para todos os tratamentos durante 11(DAP), exceto para a 3-hidroxi-2-butanona, quando avaliada individualmente. Entretanto, o ácido 3-metilbutanóico e ácido 2-metilbutanóico, isoladamente ou combinados, apresentaram controle de até 94% e 71%, em ambos ensaios respectivamente. Resultado também verificado no controle positivo B. amylolicefaciens 629, a inibição de 93% no primeiro ensaio e 63%. As moléculas com atividade tóxica direta a C. lindemuthianum e com potencial capacidade para controlar a antracnose em feijoeiro representarão uma nova opção de manejo da doença, por exemplo, para erradicação do patógeno associado à semente em uma forma de expurgo.
metadata.teses.dc.description.abstract: The management control most used to anthracnose in common bean are related to the use of resistant cultivars and fungicides. However, when the practices are applied individually, they exert selection pressure and may cause the resistance of the cultivars to be broken. In view of this problem, it is necessary to develop alternative control measures for the management of this disease. The antimicrobial activity of the COVs, has been proven in several in vitro studies, showing effect under different pathogens. In this context, the use of the molecules produced by rhizobacteria, may become a promising technique for the control of Colletotrichum lindemuthianum. The objective of this study was to evaluate in vivo the volatile molecules emitted by Bacillus amylolicefaciens ALB629 and UFLA285 against Colletotrichum lindemuthianum, as well as to identify the molecules by solid phase microextraction (SPME) coupled to gas chromatography with mass spectrometry detection (GC-MS), as well as to evaluate the in vitro effect of the molecules identified. The in vivo assay was performed with cv. (Pérola) in pots covered with plastic bags. The plants were exposed to volatile molecules for 72 h, later Colletotrichum lindemuthianum suspension was applied to the aerial part of the plants, evaluated weekly for the severity of the disease, according to Godoy's scale. The identification of the volatiles was performed from the bacteria by SPME-GC / MS. In vitro assays were performed on overlapping plates. In the first assay, the C. lindemuthianum mycelial disc was added simultaneously to 10 μL of each individual pure molecule and in double and triple combination on filter paper disk, inserted at the opposite apex of the plaque to the pathogen. Mycelial development was evaluated at 11 days after plating. In th e second, C. lindemuthianum was grown in Potato dextrose agar medium at 21 ° C for 4 days. On the fourth day the diameter of the pathogen was measured and 10 μL of each individual pure molecule was added and in combination of two and two and triple. Daily, the mycelial growth of the pathogen was evaluated until 7 (dap). The results found in the in vivo test reduced in (79-85%) the severity of Anthracnose in respectively. SPME-GC/MS identified the molecules, 3-hydroxy-2-butanone, 3-methylbutanoic acid and 2-methylbutanoic acid. Inhibition of fungal growth for all treatments over 11 (DAP), except for 3-hydroxy-2-butanone, when evaluated individually, was observed. However, 3-methylbutanoic acid and 2-methylbutanoic acid, alone or in combination, showed up to 94% and 71% control, respectively. Result also found in the positive control B. amylolicefaciens 629, inhibition of 93% in the first assay and 63%. The molecules with direct toxic activity to C. lindemuthianum and with potential ability to control anthracnose in common bean will represent a new option of disease management, for example, to eradicate the pathogen associated with the seed in a purge form.
metadata.teses.dc.identifier.uri: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/32835
metadata.teses.dc.publisher: Universidade Federal de Lavras
metadata.teses.dc.language: por
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