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metadata.eventos.dc.title: Anticorpos anti-Leishmania infantum e Rickettsia rickettsii em cães do município de Lavras, MG, 2010
metadata.eventos.dc.creator: Mesquita, Cristiane Aparecida Moreira Cristiane
Reis, Natália Lisboa
Guimarães, Antônio Marcos
Varaschin, Mary Suzan
Nogueira, Clayton Israel
Rocha, Christiane Maria Barcellos Magalhães da
metadata.eventos.dc.subject: Leishmania infantum
Rickettsia rickettsii
Cão
metadata.eventos.dc.date.issued: 2018
metadata.eventos.dc.identifier.citation: MESQUITA, C. A. M. C. et al. Anticorpos anti-Leishmania infantum e Rickettsia rickettsii em cães do município de Lavras, MG, 2010. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2018, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2018. Não paginado.
metadata.eventos.dc.description.resumo: Os cães são considerados reservatórios de vários patógenos de interesse na saúde pública, participando na manutenção dos seus ciclos biológicos. Dentre esses, está o protozoário flagelado Leishmania infantum, agente etiológico da leishmaniose visceral americana, grave zoonose, de letalidade elevada, principalmente em crianças e idosos. E Rickettsia rickettsii, bactéria intracelular obrigatória, principal agente etiológico da febre maculosa brasileira, zoonose importante devido a sua alta taxa de letalidade em seres humanos. Assim, a pesquisa de anticorpos desses agentes em cães é de relevante interesse em saúde púbica. O objetivo foi verificar a presença de anticorpos IgG anti-L. infantum e R. rickettsii em cães no município de Lavras-MG. Amostras de soros de 102 cães, coletadas durante campanha antirrábica urbana de 2010, foram submetidas à reação de imunofluorescência indireta (RIFI). Utilizou-se como ponto de corte o título 1:80 para L. infantum e 1:64 para R. rickettsii. Informações sobre a criação dos cães foram obtidas por meio de entrevistas com os tutores. Foi realizado teste qui-quadrado para avaliar a associação entre sorologia (positiva ou negativa) e variáveis independentes (sexo, porte e manejo dos animais). O porte foi classificado segundo a raça. Dos 102 cães, seis (5,9%) e 17 (16,7%) foram soropositivos para L. infantum e R. rickettsii, respectivamente. Entre os cães soropositivos para L. infantum: três eram machos e três fêmeas; um de pequeno, um de grande, dois de médio porte e o restante (sem definição do porte). Quanto ao manejo, quatro eram criados sempre soltos, um sempre preso e um sem informação. Dos animais soropositivos para R. rickettsii, oito eram machos e nove fêmeas. Quanto ao porte, quatro de pequeno, dois de médio, três de grande porte e os demais (oito) sem definição do porte. Quanto ao manejo, 15 cães eram criados sempre soltos. Não foi encontrada diferença significativa (p>0,05) entre status sorológico dos cães e as variáveis estudadas. Apenas dois animais apresentaram coinfecção. Os resultados parciais deste trabalho demonstram que cães de Lavras: 1. já apresentavam anticorpos para L. infantum antes da primeira notificação em 2013; e 2. anticorpos para R. rickettsii, que ainda não teve notificação de casos humanos. Isto demonstra a importância dos cães como sentinela de zoonoses em municípios considerados silenciosos. Estudos mais abrangentes são necessários para determinar a prevalência e investigar outras associações.
metadata.eventos.dc.description.uri: http://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=11495
metadata.eventos.dc.language: pt_BR
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