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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/3833

Title: Crescimento e marcha de absorção de nutrientes no feijoeiro cvs. BRS-MG talismã e ouro negro, em plantio direto e convencional
Other Titles: Growth and nutrients absorption march in bean cvs. BRS-MG Talismã and Ouro Negro cultivated in no-tillage and conventional crop system
???metadata.dc.creator???: Vieira, Neiva Maria Batista
???metadata.dc.contributor.advisor1???: Andrade, Messias José Bastos de
???metadata.dc.contributor.referee1???: Carvalho, Janice Guedes de
Paula, Miralda Bueno de
Araújo, Geraldo Antônio de Andrade
???metadata.dc.description.concentration???: Fitotecnia
Keywords: Micronutriente
Macronutriente
Nutrição mineral
Sistema de plantio
Exportação de nutriente
Phaseolus vulgaris
Micronutrient
Macronutrient
Mineral nutrition
Crop system
Nutrient exportation
???metadata.dc.date.submitted???: 3-Mar-2006
Issue Date: 22-Sep-2014
Citation: VIEIRA, N. M. B. Crescimento e marcha de absorção de nutrientes no feijoeiro cvs. BRS-MG Talismã e Ouro Negro, em plantio direto e convencional. 2006. 145 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2006.
???metadata.dc.description.resumo???: Com o objetivo de estudar a curva de crescimento em altura e acúmulo de matéria seca, além do teor, acúmulo, marcha de absorção e exportação de nutrientes ao longo do ciclo cultural do feijoeiro, foram conduzidos quatro experimentos de campo, com as cvs. Ouro Negro e Talismã, em plantio direto e convencional. Um experimento foi conduzido em Lavras (inverno-primavera 2002) e os outros três em Madre de Deus de Minas (seca 2005). O delineamento experimental foi blocos casualizados com três repetições e 11 ou 12 tratamentos ou épocas de coleta. De 7 em 7 dias, foram amostradas 10 ou 20 plantas para determinação da altura e outras 20 plantas para a determinação do peso da matéria seca e dos nutrientes nela contidos. Os dados foram submetidos à análise de variância e regressão, com ajuste de curvas representativas do comportamento das características avaliadas. Os efeitos das cultivares e dos sistemas de plantio sobre a altura final das plantas e sobre o acúmulo máximo da matéria seca não foram consistentes e se mostraram mascarados pela fertilidade dos solos em questão. As curvas de crescimento em altura mostraram que, em plantio direto, a altura máxima foi alcançada aos 50 DAE, enquanto que no plantio convencional o feijoeiro continuou crescendo até os 72 e 73 DAE, ocorrendo fechamento mais tardio da lavoura. As cvs. Ouro Negro e Talismã mostraram padrões de acúmulo de matéria seca muito próximos, com pouco incremento até os 21 a 24 dias após emergência. O máximo acúmulo ocorreu entre 75 e 76 DAE, na cv. Ouro Negro e 80 e 81 DAE, na a cv. Talismã, alcançando maiores acúmulos em plantio direto. As maiores taxas de acúmulo de matéria seca foram verificados entre 45 a 48 DAE, com exceção da cv. Ouro Negro, em plantio convencional, ensaio que também apresentou menor taxa de acúmulo em relação aos demais. Os teores foliares médios de macronutrientes e as suas quantidades extraídas situaram-se nas faixas consideradas normais, exceto no caso do S, que situou-se bem abaixo. A ordem decrescente de extração foi N > K > Ca > Mg > P > S, enquanto a de exportação foi N > K > Ca > P > Mg > S. As extrações de N, P, K e Mg foram superiores no plantio direto, sistema em que o feijoeiro apresentou também maiores exportações de N, P, K e S. A cv. Talismã apresentou maior extração e maior exportação de Ca que a cv. Ouro Negro, a qual mostrou maior teor foliar de K. Os macronutrientes N, P, K, Mg e S foram absorvidos até os 70 a 80 dias após emergência, enquanto o Ca foi absorvido até os 59 dias. A maior taxa de absorção de Ca ocorreu dos 29 aos 37 dias após a emergência. No caso dos demais macronutrientes, ela ocorreu entre 42 e 47 dias, exceto o S, o qual apresentou maior amplitude. Os teores de micronutrientes situaram-se dentro das faixas consideradas adequadas para o feijoeiro. Por volta dos 60 DAE, quase a totalidade do B, Fe e Mn já havia sido absorvida, enquanto com Cu e Zn isto ocorreu mais tarde, por volta dos 77-79 DAE. As quantidades extraídas de micronutrientes seguiram a seguinte ordem decrescente: Fe > Zn > Mn > B > Cu. O feijoeiro cultivado no sistema de plantio direto apresentou maior teor foliar e maior extração de cobre em relação ao sistema convencional. A cultivar Ouro Negro acumulou mais ferro que a Talismã. As maiores taxas de acúmulos de micronutrientes ocorreram entre 32 e 50 DAE, com exceção da cv. Ouro Negro, em plantio convencional, que apresentou as maiores taxas de acúmulo mais precocemente em relação aos demais ensaios. Quanto à exportação, as quantidades seguiram a seqüência Fe > Zn > Mn > Cu > B.
The objective of this research was to study the growth in height, the dry matter accumulation pattern and also the content, accumulation, absorption march and exportation of nutrients along the bean crop cycle. An experiment was set up in Lavras, MG (winter - spring 2002) and other three were performed in Madre de Deus de Minas, MG (dry crop season - 2005) with bean of cvs. Ouro Negro and Talismã under no-tillage and conventional crop systems. Every seven days 10 or 20 plants had been sampled to height measurements and other 20 plants for dry matter and nutrients content evaluation. The experiments were carried out in a randomized blocks design with three replications and 11 or 12 treatments or sampling times. The data were treated with a variance and regression analysis and representative curves of the evaluated variables were fitted and adjusted. It was observed that the cultivar and the crop system did not show any consistent effect over the final height and the maximal dry matter accumulation in bean perhaps due to the fertility of the soils. The growth curves had shown that the maximum height was reached by the 50 DAE (Days After Emergence) in no-tillage crop system while in the conventional crop system the bean kept growing up to the 72-73 DAE, closing the field later. The pattern of dry matter accumulation showed that there was a small increment until the 21-24 DAE for the two cultivars. The maximum accumulation could be observed in the no-tillage cropping systems by the 75-76 DAE for the cv. Ouro Negro and by the 80-81 DAE for the cv. Talismã. The highest rates of dry matter accumulation were verified by the 45-48 DAE, except for the cv. Ouro Negro in conventional crop system which presented the lowest accumulation rate. The average macronutrients content and their absorption amount were considered at normal levels, except for S that was lower than the normal values. The decreasing order of absorption was N> K> Ca> Mg> P> S, while the one of exportation was N> K> Ca> P> Mg> S. The extractions of N, P, K and Mg were higher in the no-tillage crop system that also presented larger exports of N, P, K and S. Talismã was the cultivar that presented a higher absorption and exportation of Ca while cv. Ouro Negro showed greater K leaf content. The macronutrients N, P, K, Mg and S were absorbed until the 70-80 DAE, while Ca was absorbed until the day 59 and the highest absorption rate of Ca was observed by the 29 to the 37 DAE whereas the other macronutrients were absorbed between 42 and 47 DAE, except S, which presented a larger range in this dates. Besides, the micronutrients contents were considered proper to bean. About the 60 DAE almost all the B, Fe and Mn had already been absorbed, while Cu and Zn were absorbed later, about the 77-79 DAE. The amounts of absorbed micronutrients showed the following decreasing path: Fe> Zn> Mn> B> Cu. Under no-tillage crop system it could be verified a greater absorption of Cu in relation to the conventional bean crop system. The cv. Ouro Negro had shown a higher Fe accumulation in relation to the cv. Talismã. The highest accumulation rates of micronutrients were observed between the 32 and 50 DAE, exception for the cv. Ouro Negro, in conventional crop system which presented the highest rates earlier. In relation to the amounts of micronutrients exported, the sequence were Fe> Zn> Mn> Cu> B.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/3833
Publisher: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
???metadata.dc.language???: pt_BR
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