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Título: Manejo de mamada de cordeiros: desempenho e retorno da atividade ovariana cíclica pós-parto
Título Alternativo: Management of lamb sucklings: performance and return of the postpartum cyclic ovarian activity
Autor(es): Assis, Roberta de Moura
Orientador: Pérez, Juan Ramón Olalquiaga
Membro da banca: Souza, José Camisão de
Paiva, Paulo César de Aguiar
Paula, Oiti José de
Salvador, Flávio Moreno
Área de concentração: Produção Animal
Assunto: Ovino - Criação
Ovino - Ganho de peso
Ovino - Progesterona
Ovino - Ciclo estral
Data de Defesa: 20-Mar-2009
Data de publicação: 24-Set-2014
Referência: ASSIS, R. de M. Manejo de mamada de cordeiros: desempenho e retorno da atividade ovariana cíclica pós-parto. 2009. 87 p. Tese (Doutorado em Zootecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2009.
Resumo: O estudo foi conduzido no setor de ovinos da Universidade Federal de Lavras, Lavras, MG, com objetivo de verificar a influência do manejo de mamada sobre o desempenho de cordeiros e retorno da atividade ovariana cíclica das ovelhas após o parto. Foram utilizados 56 ovelhas Santa Inês e Bergamácia, 71 cordeiros e 3 rufiões. Os manejos de mamada (MM) foram: 1: Contínua; 2: Duas mamadas/dia; 3: Mamada durante a noite. O período experimental foi dos 15 dias pós-parto até o desmame aos 60 dias. Até os 15 dias de idade os cordeiros permaneceram com suas mães em período integral. No MM 1, as ovelhas permaneceram com seus cordeiros em uma baia em período integral. No MM 2, as ovelhas passaram a noite em uma baia e o dia em pastagem, momento em que não possuíam contato físico e visual com as crias. Seus cordeiros permaneceram em outra baia em período integral, para onde as ovelhas eram encaminhadas no momento da amamentação. No MM 3, as ovelhas passaram o dia em pastagem e a noite com seus cordeiros em uma baia, na qual os cordeiros permaneceram em período integral. Todas as ovelhas receberam nas baias alimentação volumosa e concentrada (800g/dia) e os cordeiros ração concentrada à vontade. Os cordeiros dos MM 1 e 3, tiveram acesso a cochos privativos e ao cocho das mães. Para identificação das ovelhas em estro foram utilizados rufiões, os quais permaneceram com elas em período integral. Amostras de sangue foram colhidas da veia jugular a cada três dias, ficando refrigeradas até coagularem para retirada do soro. As concentrações de P4 foram determinadas via quimioluminescência (Access Progesterone®, Scanlab Diagnóstica Ltda, Belo Horizonte, MG). O início da atividade ovariana (AO) pós-parto foi determinado quando três dosagens consecutivas de P4 apresentaram concentração maior ou igual a 1,0 ng/mL. Considerou-se que a primeira ovulação pós-parto ocorreu seis dias antes do primeiro dia que a concentração de P4 foi maior ou igual a 1,0 ng/mL. Semanalmente foram feitas pesagens e mensurações do ECC das ovelhas e pesagens dos cordeiros. Os dados foram submetidos à análise de variância (PROC GLM ou MIXED, Sas®) e as médias comparadas por contraste. O MM 2 possibilitou retorno ao estro pós-parto precoce (36,7 ± 3,5 dias) quando comparado ao MM 3 (41,5 ± 3,53 dias) e ao MM 1 (49,1 ± 3,62 dias). A manifestação do estro ocorreu em 80% das ovelhas até 60 dias pós-parto. O MM não influenciou nos intervalos do parto à primeira ovulação e ao reinício da AO, os quais foram em média de 28 e 41 dias, respectivamente. Os MM controlada possibilitaram que um maior número de ovelhas retornasse à AO quando comparados ao MM 1. Houve pouco ou nenhum efeito do anestro lactacional, pois 75% das ovelhas retornaram a AO até o desmame. O peso e ECC das ovelhas não foram influenciados pelos MM. Os MM 2 e 3 exerceram efeito positivo no GPMD dos cordeiros e nos Kg de cordeiros desmamados por ovelha, quando comparados ao MM 1.
The study was conducted in the Sheep Sector of the Federal University of Lavras, Lavras, MG, with the purpose of verifying the influence of sucking management upon the lambs´ performance and postpartum return to the cyclic ovarian activity of the ewes. Fifty-six (56) Santa Ines and Bergamácia ewes, 71 lambs and three teasers were utilized. The sucking managements (MM) were: 1: Continuous; 2: Two sucklings/day and 3: Suckling during the night. The experimental period was from 15 days postpartum to weaning of lambs at 60 days of age. Until the 15 days of age, the lambs remained with their mothers all the time. At MM 1, the ewes remained with their lambs in a pen at full time were received a total diet. At MM 2, the ewes spent the night in a pen and the day in pasture, at this moment they had no visual or physical contact with their lambs. The lambs remained in another pen at full time, to where the ewes were headed at the moment of suckling. At MM 3, the ewes spent the day in pasture and the night with their lambs in a pen, where the lambs remained at full time. The ewes of MM 2 and 3 were supplemented with both roughage and concentrate (800g/day) in a pen and the lambs were at libitum concentrate fed. The lambs of both MM 1 and 3 had access to private and also of their mothers´ troughs. For identification of the ewes in estrus, were utilized teasers. Blood samples were collected from the jugular vein every three days, their being refrigerated till they clotted for serum removal. The concentrations of P4 were determined via chimoluminiscence (Access Progesterone®, Scanlab Diagnóstica Ltda, Belo Horizonte, MG). The onset of postpartum ovarian activity (AO) was determined when three consecutive dosages of P4 presented concentration higher or equal to 1.0 ng/mL. It was considered that the first postpartum ovulation occurred six days before the first day that the concentration of P4 was higher or equal to 1.0 ng/mL. Weightings and measurements of the ewes´ ECC and lambs´ weightings were done every week. The data were submitted to the analysis of variance (PROC GLM or MIXED, Sas®) and the means compared by contrast. The MM 2 treatment made possible the return to postpartum estrus early (36.7 ± 3.5 days) when compared with MM 3 (41.5 ± 3.53 days) and to MM 1 (49.1 ± 3.62 days). Estrus manifestation occurred in around of 80% of the ewes till 60 days postpartum. The MM did not influence the intervals from lambing to the first ovulation and to the return of AO, which were in average of 28 and 41 days, respectively. The controlled MMs make it possible that an increased number of ewes returned to AO compared with MM 1. There is minor or no effect of lactational anestrous, since 75% of the ewes returned to AO till weaning. The ewes´ weight and ECC were not influenced by MMs. Both MM 2 and 3 had positive effect upon the lambs´ GPMD and on the kgs of lambs weaned by ewe, when compared with MM 1.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/3978
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
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