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Título: Determination of acrolein, ethanol, volatile acidity, and copper in different samples of sugarcane spirits
Título Alternativo: Determinação de acroleína, etanol, acidez volátil e cobre em diferentes amostras de aguardentes de cana
Autor(es): Masson, José
Cardoso, Maria das Graças
Zacaroni, Lidiany Mendonça
Anjos, Jeancarlo Pereira dos
Sackz, Adelir Aparecida
Machado, Ana Maria de Resende
Nelson, David Lee
Assunto: Contaminants
Congeners
Aguardentes de cana
Aguardentes de cana - Contaminantes
Aguardentes de cana - Minas Gerais
Data de publicação: 2012
Referência: MASSON, J. et al. Determination of acrolein, ethanol, volatile acidity, and copper in different samples of sugarcane spirits. Ciência e Tecnologia de Alimentos, Campinas, [online], v. 32, n. 3, p. 568-572, jul. 2012.
Resumo: Seventy-one samples of sugarcane spirits from small and average size stills produced in the northern and southern Minas Gerais (Brazil) were analyzed for acrolein using HPLC (High Performance Liquid Chromatography). Ethanol and copper concentrations and volatile acidity were also determined according to methods established by the Ministry of Agriculture, Livestock and Supply (MAPA). A total of 9.85% of the samples tested showed levels of acrolein above the legal limits, while the copper concentrations of 21.00% of the samples and the volatile acidity of 8.85% of the samples were higher than the limits established by the Brazilian legislation. The concentration of acrolein varied from 0 to 21.97 mg.100 mL–1 of ethanol. However, no significant difference at 5% of significance was observed between the samples produced in the northern and southern Minas Gerais. The method used for determination of acrolein in sugarcane spirits involved the formation of a derivative with 2,4-dinitrophenylhydrazine (2,4-DNPH) and subsequent analysis by HPLC.
Abstract: As setenta e uma amostras de aguardentes de cana coletadas em alambiques de pequeno e médio porte, provenientes das regiões norte e sul de Minas Gerais, foram avaliadas por CLAE (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência) quanto ao teor de acroleína. Avaliaram-se também as concentrações de etanol, acidez volátil e cobre, utilizando-se as metodologias estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Do total de amostras, 9,85% apresentaram níveis de acroleína acima do limite legal, 21,00% apresentaram teores de cobre e 8,85% de acidez volátil acima dos limites estabelecidos pela legislação brasileira. Os teores de acroleína variaram de 0 a 21,97 mg.100 mL–1 de etanol. Entretanto, não ocorreu diferença significativa no nível de 5% de significância entre as amostras do norte e as do sul de Minas Gerais. O método aplicado para a determinação de acroleína em aguardente de cana foi a derivação com 2,4-dinitrofenilidrazina (DNPH) e a posterior análise por CLAE.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/435
Idioma: en
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