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Please use this identifier to cite or link to this item: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/5104

Title: Adaptabilidade de bovinos taurinos criados em condições climáticas subtropicais
???metadata.dc.creator???: Baena, Marielle Moura
???metadata.dc.contributor.advisor1???: Meirelles, Sarah Laguna Conceição
???metadata.dc.contributor.advisor-co???: Regitano, Luciana Correia de Almeida
Gonçalves, Tarcísio de Moraes
???metadata.dc.contributor.referee1???: Ribeiro, Andrea Roberto Bueno
Keywords: Angus
Marcadores moleculares
Pelame
Simental
Termorregulação
Molecular markers
Simmental
Thermoregulation
???metadata.dc.date.submitted???: 17-Dec-2014
Issue Date: 2015
???metadata.dc.description.sponsorship???: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Citation: BAENA, M. M. Adaptabilidade de bovinos taurinos criados em condições climáticas subtropicais. 2014. 93 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2014.
???metadata.dc.description.resumo???: O Brasil apesar de ser um dos maiores produtores de carne possui baixa produtividade em seus rebanhos. Assim, muitos criadores buscam animais geneticamente superiores provenientes de clima temperado, mas a mudança para o clima tropical pode levar à queda de desempenho produtivo. Os objetivos neste trabalho foram estudar características de adaptabilidade (morfológicas, fisiológicas, moleculares) das raças bovinas Angus e Simental às condições climáticas subtropicais. Foram utilizados 145 machos dos dois grupos genéticos, com média de idade de 15 meses, participantes de provas de desempenho (PD) em confinamento, da Fazenda Santa Éster, em Silvianópolis (MG). Para o primeiro estudo, de avaliações morfológicas e fisiológicas, utilizou-se 73 animais das duas raças, participantes da PD de 2012. Obteve-se medidas como comprimento do pelo (CP,cm), número de pelos (NP,pelo/cm2), espessura do pelame (EP, mm) nos meses de julho (inverno) e novembro (primavera) de 2012. As medidas fisiológicas foram obtidas durante os meses de agosto a novembro nos períodos da manhã e da tarde, como frequência respiratória (FR, mov/min) e temperatura do pelame (TP, ºC), assim como o índice de temperatura e umidade (THI). Para as análises de variância utilizou-se o método dos quadrados mínimos. No segundo estudo, utilizou-se 72 machos da raça Angus participantes da PD de 2013. Após extração de DNA, 20 amostras de animais extremos (10 extremos positivos e 10 negativos) para as características de FR e TP, foram amplificados nas regiões de interesse, sequenciados e marcadores do tipo SNPs foram prospectados e caracterizados. Os animais da raça Angus foram os que apresentaram maior EP e CP. Na estação de inverno, o CP, NP e EP foram maiores, independentes de raça. Na interação, observou-se que na primavera as características de EP e CP não diferiram de acordo com a raça. Os animais estavam sob conforto térmico, de acordo com THI. Observou-se efeito de raça, hora, e dia para FR e TP. A raça Angus apresentou maior média para FR e, em geral, as médias de FR e TP foram superiores no período da tarde. No gene HSF1 nenhum SNP modifica aminoácidos na proteína, mas no gene HSPA6 quatro SNPs modificam. Detectou-se a presença de TagSNP no gene HSF1 com região de desequilíbrio de valor máximo de r2 = 0,87 e MAFs de 0,10 a 0,50 e de 0,02 e 0,21 no HSPA6. Desvios de equilíbrio de Hardy Weinberg foram observados e metade dos loci possuíram heterozigosidade superior a 50%. O comportamento das raças é semelhante na estação mais quente, de primavera e os dados sugerem que há grande variação genética nos genes, o que pode contribuir para a identificação e seleção de bovinos mais termotolerantes ao clima subtropical.
Abstract: Although Brazil is one of the largest meat producers worldwide, producers have herds with low productivity. Thus, many cattle raisers seek genetically superior animals from temperate climates; however, the change to a tropical climate may lead to a decline in productive performance. The aims of this study were to examine adaptability characteristics (morphological, physiological, molecular) of the Angus and Simmental cattle breeds to subtropical climate conditions. We studied 145 bull of the two genetic groups with an average age of 15 months that were part of performance testing (PT) in confinement on the Fazenda Santa Éster (Santa Ester Farm) in Silvianopolis, MG. For the first study of morphological and physiological evaluations, 73 animals of the two breeds were used. Measurements of hair length (HL, cm), number of hairs (NH, hair/cm2), and hair coat thickness (HC, mm) were obtained in July (winter) and November (spring) of 2012. Physiological measurements, such as respiratory rate (RR, breaths/min) and coat temperature (CT, °C), as well as the temperature and humidity index (THI) were obtained from August to November in the morning and afternoon. The least square method was used for analyses of variance. In the second study, 72 Angus bulls were used. After DNA extraction, 20 samples of extreme animals (10 positive extreme and 10 negative extreme) for the characteristics of RR and CT were amplified in the regions of interest and sequenced, and SNP type markers were sought and characterized. Angus animals had the highest HC and HL. In the winter season, the HL, NH, and HC were greater, regardless of the breed. In the interaction, it was observed that in the spring, the HC and HL characteristics did not differ according to breed. The animals were under thermal comfort, according to THI. The effect of breed, time, and day was observed for RR and CT. Angus had the highest mean for RR and, in general, the mean values of RR and CT were higher in the afternoon. In the HSF1 gene, no SNP changes amino acids in the protein, but in the HSPA6 gene, four SNPs change. The presence of TagSNP was detected in the HSF1 gene, with maximum disequilibrium region of r2 = 0.87 and MAFs from 0.10 to 0.50, and MAFs from 0.02 to 0.21 in the HSPA6 gene. Hardy Weinberg equilibrium shifts were observed in the SNPs of genes, and half the loci had heterozygosity greater than 50%. Behavior of the breeds is similar in the hotter season of spring, and the data suggest that there is great genetic variation in genes, which may contribute to identification and selection of cattle more thermotolerant to the subtropical climate.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/5104
Publisher: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
???metadata.dc.language???: pt_BR
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