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Título: Gestão estratégica na cafeicultura: eficiência de fatores produtivos e quantificação de emissões de gases do efeito estufa
Autor(es): Oliveira, Diego Humberto de
Orientador: Guimarães, Rubens José
Coorientador(es): Castro Junior, Luiz Gonzaga de
Silva, Douglas Ramos Guelfi
Membro da banca: Botelho, César Elias
Cunha, Rodrigo Luz da
Área de concentração: Produção Vegetal
Assunto: Estratégia
Análise econômica de experimentos
GEE
Strategy
Economic analysis of experiments
GHG
Data de Defesa: 25-Fev-2015
Data de publicação: 29-Abr-2015
Agência de Fomento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Referência: OLIVEIRA, D. H. de. Gestão estratégica na cafeicultura: eficiência de fatores produtivos e quantificação de emissões de gases do efeito estufa. 2015. 115 p. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Fitotecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
Resumo: Com as reestruturações macroeconômicas do final do século XX o setor cafeeiro se organizou em um novo arranjo. Premissas de gestão, diferentes das tradicionais, foram instituídas sobre as propriedades cafeeiras e a demanda dos consumidores acerca da sustentabilidade passou a orientar a indústria que, para poder oferecer produtos diferenciados, passou a demandá-los dos cafeicultores. Entretanto, o despreparo gerencial herdado da antiga regulamentação do setor interfere nos resultados econômicos da produção e muitos cafeicultores sequer buscam diferenciar seu produto. Além disto, ao longo dos ciclos produtivos as quantidades de fatores produtivos são alteradas sem as devidas recomendações técnicas, podendo inviabilizar economicamente a produção ou impactá-la ambientalmente. Com as novas demandas de consumo, que remetem a produções sustentáveis, em algum momento esta situação poderá levar à perda de oportunidades comerciais. O produtor, portanto, demanda informações para agir estrategicamente sobre seu negócio. Objetivou-se, com este trabalho, sugerir um processo para a gestão estratégica de empreendimentos cafeeiros, considerando os aspectos econômicos e ambientais. Foram analisadas as viabilidades econômicas de um fertilizante formulado NPK quando aplicado em diferentes níveis em cafeeiros irrigados e a quantificação de suas emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE). As análises contemplaram as safras 2012/2013 e 2013/2014 de um experimento conduzido na Universidade Federal de Lavras. Seu delineamento foi em blocos ao acaso, com seis tratamentos e quatro repetições, sendo seis níveis de adubação com um fertilizante contendo N, P2O5 e K2O que foram de 10, 40, 70, 100, 130 e 160% da recomendação de adubação padrão para cafeeiros de sequeiro. As emissões de GEE se basearam nos índices do IPCC para óxido nitroso (N2O) e dióxido de carbono (CO2). Houve efeito significativo dos níveis de adubação sobre a produtividade no biênio e a produção máxima foi alcançada com a aplicação do fertilizante no nível de 145,57% da recomendação padrão. A produção ótima econômica ocorreu com a aplicação no nível de 118,12%. As produções máxima e ótima econômica no biênio geraram uma margem bruta de R$18.205,73 por hectare (ha) e R$19.127,81/há, respectivamente, considerando apenas os custos do fertilizante que foi o fator variável. Quanto às emissões de GEE, a quantidade de fertilizante que maximizou a produção gerou 7,42 toneladas de carbono equivalente (tCO2e) por hectare, enquanto a quantidade ótima econômica gerou 6,02 tCO2e/ha; uma diferença de 18,86%. O processo pode ser incorporado pela gestão estratégica das unidades produtivas para a adequação econômica de fatores produtivos e indicação de uma produção com menor impacto ambiental.
Abstract: With the macroeconomic restorations in the late 20th century the coffee market sector organized itself in a new arrangement. Premises of management different from the traditional were institutionalized on the coffee market, and the demands of consumers about the sustainability then began being oriented to industries, so that being they could offer products that were different from the rest began demanding them from coffee growers. Thus being, the lack of management preparation inherited down from past regulations interferes in economic results of production, and many coffee growers don’t even search for a differential in terms of their own product. Moreover, during the productive cycles the quantity of production factors are effected without the technical recommendations, which may economically render the production or have a direct impact on the environment. With the new demands of consumption, which remits sustainable production, in some moment in time the situation could lead to the loss of commercial opportunities. The product, therefore, demands information to act strategically on your own business. The main objective for this project is suggest a process for the strategic management of coffee producing, considering the economic and environmental aspects. We analyzed the economic viability of a fertilizer formulated NPK when applied in different levels of irrigated coffee areas and quantify their gas emissions that cause the greenhouse gases (GHG). The analyses contemplated the harvests of 2012/2013 and 2013/2014 of an experiment conducted at the Federal University of Lavras (UFLA). The outlining was made in random blocks with six treatments and four repetitions, being six levels of fertilization with fertilizers containing N, P2O5 e K2O that were from 10, 40 ,70 ,100 ,130 and 160% of recommended standards for coffee producers of dry farming. The emissions of GHG were based on the in indices from the IPCC to nitrous oxide (N2O) and carbon dioxide (CO2). There was a significant effect from the levels of fertilizers in effect in relation with the productivity on the biennium, and the maximum production was reached with the application of the fertilizer on the level of 145,57% of the recommended standard. The optimal economic production occurred with the application on the level of 118,12%. The economic maximum and optimal productions on the biennium generated a gross margin of R$ 18.205,73/ha and R$ 19.127,81/ha respectively, considering only the costs of fertilizers that was the variable factor. When the emissions of GHG which maximized the production generated 7,42 tons of carbon equivalent (tCO2e) per hectare, while the optimal economic quantity generated 6,02 tCO2e/ha; a difference of 18,86%.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/5571
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
Aparece nas coleções: DAG - Agronomia/Fitotecnia - Mestrado (Dissertações)

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