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Título: Trace-elements-tolerance in seeds and seedlings of Brazilian Savanna species is modulated by antioxidant systems
Título Alternativo: Tolerância a elementos-traço em sementes e plântulas de especies do Cerrado brasileiro é modulada pelos sistemas antioxidantes
Autor(es): Gomes, Marcelo Pedrosa
Orientador: Guilherme, Luiz Roberto Guimarães
Coorientador(es): Soares, Ângela Maria
Garcia, Queila de Souza
Membro da banca: Chalfun Júnior, Antonio
Alves, Jose Donizeti
Modolo, Luzia Valentina
Área de concentração: Fisiologia Vegetal
Assunto: Arsênio
Enzima antioxidant
Peroxidação de lipídio
Zinco
Arsenic
Antioxidant enzyme
Lipid peroxidatin
Zinc
Data de Defesa: 13-Mar-2013
Data de publicação: 2013
Referência: GOMES, M. P. Trace-elements-tolerance in seeds and seedlings of Brazilian Savanna species is modulated by antioxidant systems. 2013. 138 p. Tese (Doutorado em Fisiologia Vegetal)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2013.
Resumo: O uso de espécies arbóreas nativas em programas de fitorremediação e de recuperação de áreas contaminadas por elementos-traço atualmente tem sido reconhecido como uma alternativa positiva frente a estes processos. Neste contexto, é importante compreender a tolerância de espécies com potencial fitorremediador a este tipo de contaminante. Primeiramente, foram estudados os efeitos de arsênio (As - 0, 10, 50, 100 mg L-1), cádmio (Cd - 0, 0,1, 0,3, 0,7, 1,1 mg L-1) e zinco (Zn - 0, 50, 80, 120, 200 mg de L-1) na germinação de sementes de quatro espécies arbóreas do Cerrado (Anadenanthera peregrina, Cecropia hololeuca, Handroantrus serratifolius e Myracrodruon urundeuva). Verificou-se uma forte relação entre o sucesso de germinação de A. peregrina e M. urundeuva na presença de As e Zn com a atividades de enzimas antioxidantes. Então, a tolerância a As e Zn foi avaliada em plântulas de A. peregrina e M. urundeuva, respectivamente. Plantas de A. peregina expostas ao As mostraram diminuição da absorção de P. Portanto, foram estudados os efeitos do P na tolerância ao As em plantas de A. peregrina. A adição de P aumentou a capacidade de fitorremediação de As em A. peregrina aumentando o acúmulo de As nos tecidos vegetais, ao mesmo tempo em que alivia o estresse oxidativo induzido pelo metalóide. Finalmente, foram investigados os mecanismos de tolerância de Zn de M. urundeuva. Verificou-se que doses de Zn superiores a 80 mg kg-1 foram fitoestáticas, e que a toxicidade de Zn nestas condições foram impostas pelo estresse oxidativo causado por acúmulo de H2O2 e sua relacionada peroxidação lipídica. A tolerância ao Zn em M. urundeuva está ligada à atividade de sistemas antioxidantes nas folhas que é modulada por esse metal
The use of native tree species in phytoremediation projects and in programs to recuperate trace-element-contaminated sites has been recognized as a viable strategy. In this context, it is important to understand the trace-element-tolerance of potential phytoremediator species. Firstly, the effects of arsenic (As - 0, 10, 50, 100 mg L -1), cadmium (Cd - 0, 0.1, 0.3, 0.7, 1.1 mg L-1), and zinc (Zn - 0, 50, 80, 120, 200 mg L-1) on the seed germination of four Brazilian Savanna tree species (Anadenanthera peregrina, Cecropia hololeuca, Handroantrus serratifolius, and Myracrodruon urundeuva) were evaluated. We also examined the relationships between seed germination success of A. peregrina and M. urundeuva under As and Zn stress in terms of antioxidant enzymes activities. Due to the observed natural occurrence of A. peregrina and M. urundeuva seedlings in contaminated areas, their respective As and Zn tolerance were studied. Our nutritional studies of A. peregrina plants exposed to As showed that high As levels in substrate implicated in a decrease of P uptake by plants. We therefore evaluated the effects of P on the As-tolerance of A. peregrina seedlings. The addition of P increased the As-phytoremediation capacity of A. peregrina by increasing As accumulation while also alleviating As-induced oxidative stress. We also investigated the Zn-tolerance mechanisms of M. urundeuva. Zn concentrations greater than 80 mg kg-1 were observed to be phytostatic, and Zn toxicity under these conditions was imposed by oxidative stress caused by H2O2 accumulation and related lipid peroxidation. Zn tolerance in M. urundeuva was linked to the activity of antioxidant systems in their leaves that are modulated by this metal
Informações adicionais: Tese apresentada à Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Agronomia, área de concentração Fisiologia Vegetal, para obtenção do título de Doutor.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/721
Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS
Idioma: pt_BR
Aparece nas coleções: DBI - Agronomia/Fisiologia Vegetal - Doutorado (Teses)

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