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Título: Mudanças na esfera do trabalho: novos modelos de produção e comunicação
Título Alternativo: Changes in the worksphere: new production and communication models
Autor(es): Siqueira, Euler David de
Assunto: Comunidade
Trabalho
Acumulação flexível
Produção enxuta
Community
Labor
Flexible accumulation
Dry production
Publicador: Organizações Rurais & Agroindustriais
Publicação: 18-Abr-2011
Referência: SIQUEIRA, E. D. de. Mudanças na esfera do trabalho: novos modelos de produção e comunicação. Organizações Rurais e Agroindustriais, Lavras, v. 5, n. 1, 2003.
Resumo: O pensamento de Descartes, no século XVII, assinala o alvorecer da Idade Moderna. Uma de suas heranças foi a de que poderíamos conhecer mais acerca da natureza reduzindo o complexo às suas partes mais simples. Essa forma de pensamento fez com que víssemos a realidade formada de partes. A explicação dessas partes permitiria enumerar, ordenar e entender o todo. A estratificação e a hierarquização do que se chama de sociedade em partes, similar a um organismo ou como um sistema, formada pela economia, comunicação, linguagem, religião, política, Estado, direito, fomentou a idéia de que essas áreas ou esferas estão separadas, quando, na verdade, não estão. Este artigo pretende desenvolver a idéia de que a realidade social, vista como uma totalidade, deve poder reunir esferas antes estanques por meio de uma totalidade. Nesse sentido, este trabalho pretende relacionar as práticas produtivas sob a égide do capitalismo como sendo também um fenômeno de comunicação. Para isso, analisa-se como a produção de mercadorias em diferentes modelos de produção e acumulação capitalistas e seus modos de gerir a mão-de-obra nos modelos que se convencionou chamar de produção “taylorista-fordista” e “japonês”, relacionam-se como práticas comunicacionais e informacionais diferentes e desiguais, tanto no âmbito interno, quanto externo das empresas ou da cadeia produtiva da qual fazem parte.
Abstract: Descartes’ thought in the 17 th century announces the dawning of Modern Age. One of his heritages was the notion that we could get to know further about nature, reducing the complex to its simplest parts. This form of thinking has made us see reality as one made up of parts. The explanation of such parts would enable us to number, ordenate and understand the all. The stratification and hierarchyzation of what one calls society in parts, similar to an organism or as a system formed by economy, communication, language, religion, politics, State, rights, has fomented the idea that such spheres find themselves separated, whereas they are not in fact. This article means to develop the idea that social reality, when seen as a whole, may be able to gather together previously stagnant spheres by means of a totality. In this sense, this work intends to relate the productive practices under the aegis of capitalism as also being a communication phenomenon. For such, one analises how production of goods in different production and accumulation capitalist models and their labor handling ways in the models known as “taylorist-fordist” and “japanese” relate themselves as different and inequal communicational and informational practices, both in the internal and external ranges of the companies or of the productive chain they belong to.
Outras Identificações: http://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/246
Idioma: por
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