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dc.creatorMeneses, Javier Andrés Moreno-
dc.date.accessioned2017-06-14T16:38:24Z-
dc.date.available2017-06-14T16:38:24Z-
dc.date.issued2017-06-14-
dc.date.submitted2017-04-11-
dc.identifier.citationMENESES, J. A. M. Efeito do estresse por calor sobre parâmetros ingestivos, digestivo e fisiológico de bovinos alimentados com dietas de alto ou baixo nível energético. 2017. 92 p. Dissertação (Mestrado em Zootecnia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/13231-
dc.description.abstractThe aim of this study was to verify the effect of a temperature of heat stress and the energetic level of the diet on the feed intake, water intake, dry matter, nutritional fractions digestibility, physiological and digestive behavioral parameters in beef cattle. The experiment was carried out in the beef cattle facilities of the Federal University of Lavras. Six heifers with an average initial weight of 280 kg were used in a 6 × 6 Latin square experiment with six treatments and six periods of 21 days. The 6 treatments consisted of a 2x2 + 2 factorial arrangement, with two temperatures during the day (24 °C and 34 °C), two diets (high and low energy level) and two additional treatments with restricted intake at the same level of the animals in heat stress to compare the variables to the condition of thermoneutrality. The data were analyzed using SAS. The animals in the treatments of heat stress had a decrease of 15% in the total dry matter intake (TDMI), which represented a reduction on average of 1.33 kg of DMI. However, there was an increase in water intake by 38.5% (P<0001). There was no difference in the total apparent digestibility coefficient of DM, OM, PB, EE and NDT (P> 0.05). Animals with free intake and fed with high energy level presented higher values of pH (pH = 5.62). The animals that underwent heat stress had higher values of ruminal temperature (39.6 °C vs 39.4 °C). For the variable N-NH3, there was a significant effect (P = <.0001) of the diet, with the highest values presented by the animals with low energy diets. No effects of the interaction between the evaluated factors and the variables related to the ocular and corporal temperature were observed. The ocular temperature at 18 hours was influenced by heat stress (P <0.001), being 1.7 °C higher than the temperature measured during the first hours of the day. There was a significant effect of heat stress on body temperature (P <0.001). The heart rate was influenced by the daytime ambient temperature (P= 0.007) with a 16% increase in beats per minute. The respiratory rate was affected as a function of the heat stress treatment, both in the day and at night (P<0.001). Animals with low energy level diets presented higher values of rumination time (33%) (P = 0.052). Heat stress increases water intake and reduces intake of dry matter, nutritional fractions and energy, but does not alter digestibility in zebu heifers. Ruminal temperature is marginally elevated under conditions of heat stress in cattle. Increased respiratory rate is the main way of controlling body temperature presented by zebu cattle in heat stress.pt_BR
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Lavraspt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectParâmetros ruminaispt_BR
dc.subjectBovinos - Nutriçãopt_BR
dc.subjectEstresse por calorpt_BR
dc.subjectBovinos - Digestibilidadept_BR
dc.subjectRumen parameterspt_BR
dc.subjectBovine - Nutritionpt_BR
dc.subjectHeat stresspt_BR
dc.subjectBovine - Digestibilitypt_BR
dc.titleEfeito do estresse por calor sobre parâmetros ingestivos, digestivo e fisiológico de bovinos alimentados com dietas de alto ou baixo nível energéticopt_BR
dc.title.alternativeEffect of heat stress on ingestive, digestive and physiological parameters of cattle feeded with diets of high or low energy levelpt_BR
dc.typedissertaçãopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Zootecniapt_BR
dc.publisher.initialsUFLApt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.contributor.advisor1Gionbelli, Mateus Pies-
dc.contributor.referee1Duarte, Marcio de Souza-
dc.contributor.referee2Ferreira, Rony Antônio-
dc.description.resumoPretendeu-se com este trabalho verificar o efeito de uma temperatura de estresse por calor e o nível energético da dieta, sobre a ingestão de alimentos, água, digestibilidade da matéria seca e frações nutricionais, parâmetros ingestivos, digestivos, fisiológicos e comportamentais em bovinos de corte. A pesquisa foi conduzida no setor de Bovinocultura de Corte da Universidade Federal de Lavras. Foram utilizadas seis novilhas com peso médio inicial de 280 kg, num experimento em delineamento quadrado latino 6 x 6, com 6 tratamentos e 6 períodos de 21 dias. Os 6 tratamentos consistiram de um arranjo fatorial 2x2+2, com duas temperaturas ambiente durante o dia (24°C e 34°C), duas dietas (alto e baixo nível energético) e dois tratamentos adicionais com consumo restrito ao mesmo nível dos animais em estresse por calor para avaliar maneira comparativa as variáveis à condição de termoneutralidade. Os dados foram analisados utilizando a metodologia de modelos mistos no SAS. Os animais nos tratamentos de estresse por calor tiveram um decréscimo de 15% do consumo de matéria seca (CMS) o que representou uma redução em média de 1,33 kg de MS, no entanto houve um aumento no consumo de água 38,5% (P <.0001). Não houve diferença para o coeficiente de digestibilidade total aparente da MS, MO, PB, EE e NDT (P>0,05). Animais com alto nível energético na dieta apresentaram valores superiores de pH (pH=5,62). Em quanto os que foram submetidos a estresse por calor apresentaram em média maiores valores de temperatura ruminal (39,6 °C vc 39,4 °C). Para a variável N -NH3 houve efeito significativo (P= <.0001), da dieta, sendo os maiores valores apresentados pelos animais com dietas de baixo nível energético. Não foram observados efeitos da interação entre os fatores avaliados e as variáveis relacionadas à temperatura ocular e corporal (P>0,05). A temperatura ocular às 18:00 h sofreu influência dos tratamentos de calor (P <0,001), sendo 1,7 °C maior que a temperatura mensurada durante as primeiras horas do dia. Houve efeito significativo do estresse por calor sob a temperatura corporal (P<0,001). O batimento cardíaco sofreu influência da temperatura ambiente diurna (P=0,007) com um aumento de 16% nos bpm. A frequência respiratória foi afetada em função do tratamento de estresse por calor, tanto de dia como à noite. (P <0,001). Animais com dietas de baixo nível energético apresentaram maiores valores de tempo de ruminação (33%) (P=0,052). O estresse por calor aumentou o consumo de água e reduz o consumo de matéria seca, frações nutricionais e energia, mas não altera a digestibilidade em novilhas zebuínas. Aumento da frequência respiratória é a principal via de controle da temperatura corporal apresentada por zebuínos em estresse por calor.pt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Zootecniapt_BR
dc.subject.cnpqZootecniapt_BR
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4018516J5pt_BR
Appears in Collections:DZO - Zootecnia - Mestrado (Dissertações)



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