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dc.creatorCiriello, Eduardo-
dc.creatorMori, Edson Seizo-
dc.date2016-04-19-
dc.date.accessioned2017-08-01T20:14:24Z-
dc.date.available2017-08-01T20:14:24Z-
dc.date.issued2017-08-01-
dc.identifier.citationCIRIELLO, E.; MORI, E. S. Rooting of guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess) cuttings using indole-butyric acid. CERNE, Lavras, v. 21, n. 4, p. 641-648, 2015. DOI: 10.1590/01047760201521041803.-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/14367-
dc.description.abstractCommercial reforestation of Brazilian native species to produce hardwood for sawmills has been recently intensified in the country. Among the potential species planted by the logging industry is guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess) because it is widely distributed in the country, highly adapted to different soil and climate conditions, good bole form and high quality timber. The development of genetic improvement programs should prioritize gains in productivity and yields in the medium and long term. For such programs to be successful, the study of vegetative propagation techniques to abbreviate steps in forest improvement and allow its mass production is fundamental. To assess the viability of vegetative propagation of the species, two successive experiments were carried out during two years testing the best type of cutting, hormone concentration and management. Different cuttings types submitted to increasing doses of indole-butyric acid (IBA) were tested to evaluate survival, sprouting, rooting and callus formation. Results indicate that the species is viable for vegetative propagation with 85 to 90% rooting of cuttings from seedlings in the IBA concentrations of 3000 to 7000 mg.L-1. For the cuttings, sprouting from the base of adult trees 3000 mg.L-1 was the best concentration of IBA. -
dc.formatapplication/pdf-
dc.languageeng-
dc.publisherUniversidade Federal de Lavras (UFLA)-
dc.relationhttp://www.cerne.ufla.br/site/index.php/CERNE/article/view/1114/875-
dc.rightsCopyright (c) 2016 CERNE-
dc.rightshttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/-
dc.rightsAttribution 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/*
dc.subjectImprovement programs-
dc.subjectVegetative propagation-
dc.subjectAdventitious roots-
dc.subjectProgramas de melhoramento-
dc.subjectRaízes-
dc.subjectPropagação vegetativa-
dc.titleRooting of guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess) cuttings using indole-butyric acid-
dc.title.alternativeEnraizamento de estacas de guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess) utilizando o ácido indol-butírico-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.description.resumoO reflorestamento comercial de espécies nativas brasileiras, visando à produção de madeira nobre para serraria, tem se intensificado nos últimos anos em diversas regiões do Brasil. Dentre as espécies nativas potenciais que veem sendo plantadas por empresas do setor florestal, o guanandi (Calophyllum brasiliense Cambess.) é destaque, uma espécie com ampla distribuição natural, alta adaptabilidade a diferentes condições de solo e clima, boa forma fuste e ótima qualidade madeira. O desenvolvimento de um bom programa de melhoramento genético requer prioridade para a obtenção de ganhos de produtividade e rendimento no médio e longo prazo. Nesta linha de pesquisa, o estudo das técnicas de propagação vegetativa, visando abreviar etapas no melhoramento florestal e viabilizar a produção maciça de material melhorado, tem importância fundamental no sucesso do programa de melhoramento. Com objetivo de avaliar a viabilidade da propagação vegetativa da espécie, foram realizados dois experimentos sucessivos, instalados e avaliados ao longo de dois anos, a fim de identificar os melhores tipos de estacas, doses de hormônio e manejo. Foram testados diferentes tipos de estacas, submetidas a doses crescentes de ácido indolbutírico (AIB), avaliados principalmente os dados de sobrevivência, emissão de brotos e formação de raiz. Os resultados indicaram que a espécie se mostrou viável a propagação vegetativa, obtendo índices de 85% a 90% de enraizamento de estacas provenientes de mudas, para as doses de ácido indolbutírico (AIB) nas concentrações entre 3.000 a 7.000 mg.L-1. Para as estacas de brotações da base de árvores adultas 3.000 mg.L-1 foi a melhor dose de AIB.-
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