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dc.creatorPereira, Wilson Vicente Souza-
dc.creatorFaria, José Marcio Rocha-
dc.creatorTonetti, Olivia Alvina Oliveira-
dc.creatorJosé, Anderson Cleiton-
dc.creatorMelo, Lucas Amaral de-
dc.date.accessioned2019-03-11T11:49:55Z-
dc.date.available2019-03-11T11:49:55Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationPEREIRA, W. V. S. et al. Loss of desiccation tolerance in seeds of tree species during germination: theoretical and practical implications. Revista Árvore, Viçosa, MG, v. 42, n. 5, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/33164-
dc.description.abstractUnderstanding the loss of desiccation tolerance is of great importance in seed technology for its implications in the development of strategies for seed conservation and seedling production. In the present work, the loss of desiccation tolerance was studied in seeds of tree species Bowdichia virgilioides, Libidibia ferrea, Cedrela fissilis, Enterolobium contortisiliquum, Handroanthus impetiginosus, and Piptadenia gonoacantha. The seeds were collected in the region of Lavras, MG, and subjected to desiccation experiments individually for each species. Imbibition curve was created for each species by measuring seed weight at regular intervals under germination conditions. Based on this information, the seeds were allowed to imbibe for a time inferred from the imbibition curve, and then allowed to dry until reaching the initial water content measured before the imbibition begun. Then, the seeds were rehydrated, and those that developed into normal seedlings were considered desiccation-tolerant. The loss of seed desiccation tolerance followed a specific pattern in each studied species, but none of the species was tolerant to desiccation after radicle protrusion. A drastic decrease in desiccation tolerance was observed in P. gonoacantha seeds at the beginning of the germination process. Under the conditions implemented in this study, the loss of desiccation tolerance in all species started at the beginning of the germination process. These results have implications in both theoretical studies (seed priming) and the practice (in seedling production).pt_BR
dc.languageen_USpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Viçosapt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/*
dc.sourceRevista Árvorept_BR
dc.subjectDesiccation sensitivitypt_BR
dc.subjectTree speciespt_BR
dc.subjectGerminationpt_BR
dc.subjectSensibilidade à dessecaçãopt_BR
dc.subjectEspécies arbóreaspt_BR
dc.subjectGerminaçãopt_BR
dc.titleLoss of desiccation tolerance in seeds of tree species during germination: theoretical and practical implicationspt_BR
dc.title.alternativePerda da tolerância à dessecação em sementes de espécies florestais durante o processo germinativo: implicações teóricas e práticaspt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoA compreensão da tolerância à dessecação é de grande interesse para a tecnologia de sementes, visto que tem aplicação prática no estabelecimento de estratégias para a conservação de sementes e produção de mudas. O presente trabalho objetivou estudar a perda da tolerância à dessecação durante a germinação de sementes das espécies arbóreas sucupira (Bowdichia virgilioides), pau-ferro (Libidibia ferrea), cedro (Cedrela fissilis), tamboril (Enterolobium contortisiliquun), ipê-roxo (Handroanthus impetiginosus) e pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha). Sementes coletadas na região de Lavras - MG foram usadas para os experimentos, sendo estes realizados isoladamente para cada espécie. Primeiramente foi estabelecida a curva de embebição por meio da pesagem das sementes nas condições de germinação a intervalos regulares. Baseado nessa informação, as sementes foram postas para embeber por tempos determinados pela curva de embebição e submetidas à secagem até atingir o mesmo percentual de umidade encontrado antes da semeadura. Em seguida as sementes foram reidratadas e aquelas que continuaram a germinação e originaram plântulas normais foram consideradas tolerantes à dessecação. Cada espécie apresentou um padrão próprio quanto à perda da tolerância à dessecação, sendo que em todos os casos, não houve tolerância à dessecação após a protrusão da raiz primária. Contudo, foi observada em sementes de pau-jacaré uma redução mais drástica logo no iníciodo processo germinativo. Nas condições do presente trabalho, observou-se perda da tolerância à dessecação nas primeiras etapas do processo germinativo em todas as espécies, o que pode ter implicações em trabalhos que envolvam o condicionamento fisiológico das sementes.pt_BR
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