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dc.creatorMuzzi, L. A. L.-
dc.creatorRezende, C. M. F.-
dc.creatorMuzzi, R. A. L.-
dc.date.accessioned2020-02-06T11:37:35Z-
dc.date.available2020-02-06T11:37:35Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.citationMUZZI, L. A. L.; REZENDE, C. M. F.; MUZZI, R. A. L. Fisioterapia após substituição artroscópica do ligamento cruzado cranial em cães. II - avaliação artroscópica e anatomopatológica. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Belo Horizonte, v. 61, n. 4, p. 815-824, 2009.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/38880-
dc.description.abstractThe fascia lata graft in the arthroscopic reconstruction of the cranial cruciate ligament (CCL), the histological characteristics of the graft and the graft-bone interface, and the effects of postoperative physiotherapy by arthroscopic and anatomopathological exams were evaluated. Sixteen male mongrel dogs weighing from 19.2 to 26.3kg had the CCL experimentally ruptured and the stifle joint was stabilized by arthroscopical technique with fascia lata as an autogenous graft. Eight dogs were included in a postoperative physiotherapy group and the other eight in a temporary immobilization group. Arthroscopic and histological examinations showed articular lesions consistent with degenerative joint disease at 60 days after surgery, which was more severe in dogs from the temporary immobilization group. From histological studies, the graft underwent a collagenic reorganization process that was more intense and earlier in dogs from the physiotherapy group. There was a progressive establishment of collagen fiber continuity in the graft-bone interface. It can be concluded that fascia lata graft can be used to replace the CCL by arthroscopic surgery, the graft undergo a ligamentization and osteointegration process, and the postoperative physiotherapy decrease the degenerative joint disease progression and stimulate the ligamentization of the graft.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterináriapt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/*
dc.sourceArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecniapt_BR
dc.subjectCães - Ortopediapt_BR
dc.subjectLigamento cruzado cranialpt_BR
dc.subjectCirurgia artroscópicapt_BR
dc.subjectDogs - Orthopedicspt_BR
dc.subjectCranial cruciate ligamentpt_BR
dc.subjectArthroscopic surgerypt_BR
dc.titleFisioterapia após substituição artroscópica do ligamento cruzado cranial em cães. II - avaliação artroscópica e anatomopatológicapt_BR
dc.title.alternativePhysiotherapy after arthroscopic repair of the cranial cruciate ligament in dogs. II - Arthroscopic and anatomopathological evaluationspt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoAvaliou-se o enxerto da fascia lata na substituição artroscópica do ligamento cruzado cranial (LCC), realizou-se a caracterização histológica do enxerto e da interface enxerto-osso e avaliou-se, por meio de exames artroscópicos e anatomopatológicos, o efeito da fisioterapia pós-operatória. Foram utilizados 16 cães, sem raça definida, machos, pesando entre 19,2 e 26,3kg, submetidos à ruptura experimental do LCC e subsequente substituição artroscópica desse ligamento pelo enxerto autógeno da fascia lata. Os animais foram distribuídos em dois grupos de oito cada: no grupo I, os cães foram submetidos ao programa de fisioterapia pós-operatória e, no grupo II, à imobilização temporária do membro. Os exames artroscópicos e histológicos mostraram alterações articulares sugestivas de processo degenerativo aos 60 dias após a cirurgia, que se apresentavam mais acentuadas nos cães do grupo II. Na análise histológica do enxerto, observou-se reorganização das fibras colágenas, que ocorreu de forma mais intensa e precoce nos animais do grupo I. Houve progressiva integração das fibras colágenas na interface enxerto-osso. Conclui-se que é viável utilizar a fascia lata como substituto do LCC por cirurgia artroscópica, que o enxerto sofre processos de ligamentação e de osteointegração, e que a fisioterapia reduz a progressão das alterações degenerativas e incentiva o processo de ligamentação do enxerto.pt_BR
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