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dc.creatorSales, Léa Silveira-
dc.date.accessioned2013-04-12T15:38:09Z-
dc.date.available2013-04-12T15:38:09Z-
dc.date.issued2007-
dc.identifier.citationSALES, L. S. Autonomia, heteronomia: observação sobre a relação entre corpo e estrutura na obra de Jacques Lacan. Psicologia USP, São Paulo, v. 18 n. 3, jul./set. 2007.pt_BR
dc.identifier.issn0103-6564-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/400-
dc.descriptionOs anos de 1954 e 1955 correspondem a um momento da obra de Jacques Lacan que pode ser apontado como o auge do recurso mais direto à estrutura que, conformada pelos significantes, responde pela total determinação do sujeito. Neles, o "efeito de sujeito", a partir de sua própria definição, chega a dispensar explicitamente associações com o ser humano, em termos do que essa expressão pudesse indicar como suporte vital, qualquer que fosse. Com a construção do grafo do desejo (1957), o problema passa a receber uma nova configuração. Assiste-se, então, a uma insistente recuperação do papel do corpo na constituição do desejo a partir do modo como é pensada a relação deste com a necessidade e com a demanda. Este artigo aborda os termos dessa reinserção e procura indicar em que sentido ela começa a circunscrever um dos vetores da ultrapassagem da racionalidade estruturalista.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.subjectPsicanálise lacanianapt_BR
dc.subjectEstruturalismopt_BR
dc.subjectCorpopt_BR
dc.titleAutonomia, heteronomia: observação sobre a relação entre corpo e estrutura na obra de Jacques Lacanpt_BR
dc.title.alternativeAutonomy, Heteronomy: Remark on the Relation Between Body and Structure in Jacques Lacanís Workpt_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.description.resumoThe years of 1954 and 1955 correspond to a moment of Lacan's work which can be indicated as the summit of the reference to a structure that, conformed by signifiers, answers for the total determination of the subject. The "subject effect", according to its own definition, comes explicitly to dispense associations with the human being in the sense of what this expression could bear of an indication, whatsoever, of a vital support. With the construction of the graph of desire (1957), the problem begins to receive a new configuration. Since then, we see an insistent retrieval of a role to be assigned to the body in the constitution of desire that arises from the way we think of its relation to necessity and to demand. This paper approaches the terms of this reinsertion and tries to indicate in which sense it begins to circumscribe one of the vectors of the surpassing of the structuralist rationality.pt_BR
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