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dc.creatorBasseto, Marco Antonio-
dc.creatorJúnior Bueno, César-
dc.creatorAugusto, Fabio-
dc.creatorPedroso, Márcio Pozzobon-
dc.creatorFurlan, Mayra Fontes-
dc.creatorPadovani, Carlos Roberto-
dc.creatorFurtado, Edson Luiz-
dc.creatorSouza, Nilton Luiz de-
dc.date.accessioned2020-07-13T10:08:05Z-
dc.date.available2020-07-13T10:08:05Z-
dc.date.issued2012-06-
dc.identifier.citationBASSETO, M. A. et al. Solarização em microcosmo: efeito de materiais vegetais na sobrevivência de fitopatógenos de solo e na produção de voláteis. Summa Phytopathologica, [S.l.], v. 38, n. 2, p. 123-130, abr./jun. 2012. DOI: 10.1590/S0100-54052012000200003.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/41872-
dc.description.abstractIn addition to Brassicaceae species associated with soil solarization, new materials from plants such as cassava and castor bean have shown potential to control soil phytopathogens. Thus, the present study aimed to verify the effects of incorporation and decomposition of shoot of broccoli, castor bean, and bitter and sweet cassava, associated with solarization in microcosm sets under controlled environment conditions, on the survival of resistance structures from Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici Race 2, Macrophomina phaseolina, Rhizoctonia solani AG-4 HGI and Sclerotium rolfsii; and to identify volatile compound(s) released by the decomposition of materials, which could be related to phytopathogen inactivation. As to pathogen survival, four identical assays were installed in the microcosms, with four independent exposure periods (7, 14, 21 and 28 days). To identify volatile compounds, assays were performed under the same survival conditions, but using amber glass bottles and gas chromatography with mass spectrometry (GC-MS) and flame ionization detectors (GC-FID), and adopting the Solid-Phase Microextraction Technique - SPME. The treatments soil+plant materials, over the tested periods, reduced the survival of resistance structures for all fungi. In general, expressive results were found for broccoli and bitter cassava, as well as sweet cassava against S. rolfsii. The identified volatile compounds were from broccoli, castor bean and sweet cassava decomposition. The number of volatile compounds identified for broccoli, castor bean and sweet cassava were 26, 37 and 29, respectively. Positive and negative correlations were detected among some volatile compounds and their mean values and the survival of resistance structures from phytopathogens.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherAssociação Paulista de Fitopatologia (APF)pt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/*
dc.sourceSumma Phytopathologicapt_BR
dc.subjectBiofumigaçãopt_BR
dc.subjectBrócolispt_BR
dc.subjectMamonapt_BR
dc.subjectMandiocapt_BR
dc.subjectCompostos voláteispt_BR
dc.subjectBiofumigationpt_BR
dc.subjectBroccolipt_BR
dc.subjectCastor beanpt_BR
dc.subjectCassavapt_BR
dc.subjectVolatile compoundspt_BR
dc.titleSolarização em microcosmo: efeito de materiais vegetais na sobrevivência de fitopatógenos de solo e na produção de voláteispt_BR
dc.title.alternativeSolarization in microcosm: effect of plant materials on soil phytopathogen survival and volatile compound productionpt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoAlém das brassicaceas associadas à solarização do solo, novos materiais vegetais como a mandioca e a mamona têm apresentado potencial no controle de fitopatógenos de solo. Assim, objetivou-se verificar os efeitos da incorporação e decomposição de parte aérea de brócolis, mamona e mandioca brava e mansa, associadas à solarização, em conjuntos de microcosmos, sob condições de ambiente controlado, na sobrevivência das estruturas de resistência de Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici Raça 2, Macrophomina phaseolina, Rhizoctonia solani AG-4 HGI e Sclerotium rolfsii; e identificar e apontar o(s) volátil(eis) emanado(s) pela decomposição dos materiais, que poderia(m) estar correlacionado(s) com a inativação dos fitopatógenos. Quanto à sobrevivência dos patógenos, quatro ensaios idênticos foram instalados nos microcosmos, com quatro períodos de exposição independentes (7, 14, 21 e 28 dias). A identificação dos voláteis contou com ensaios realizados sob as mesmas condições da sobrevivência, mas em frascos âmbar e com cromatografia gasosa com detectores por espectrometria de massas (GC-MS) e por ionização em chama (GC-FID), utilizando a técnica de Microextração em Fase Sólida - SPME. Os tratamentos solo+materiais vegetais, ao longo dos períodos testados, reduziram a sobrevivência das estruturas de resistência de todos os fungos. No geral, destacaram-se o brócolis e a mandioca brava, além da mandioca mansa para S. rolfsii. Os voláteis identificados foram oriundos da decomposição de brócolis, mamona e mandioca mansa. Foram identificados 26, 37 e 29 compostos voláteis para brócolis, mamona e mandioca mansa, respectivamente. Correlações positivas e negativas foram observadas entre alguns voláteis e a média dos compostos com a sobrevivência das estruturas de resistência dos fitopatogênicos.pt_BR
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