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dc.creatorTeixeira, Mariá Andrade-
dc.date.accessioned2021-04-22T16:44:48Z-
dc.date.available2021-04-22T16:44:48Z-
dc.date.issued2021-04-22-
dc.date.submitted2021-03-04-
dc.identifier.citationTEIXEIRA, M. A. Influência da adição de biopolímeros e de diferentes técnicas de gotejamento na encapsulação de alfa-tocoferol por gelificação iônica. 2021. 96 p. Tese (Doutorado em Engenharia de Biomateriais) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/46207-
dc.description.abstractBioactives are components that promote human health benefits, they can be naturally present in some foods, but they can also be derived as ingredients in other food matrices developing this type of product. However, these compounds have limitations regarding their use, as they are unstable to the presence of light, oxygen, changes in pH and temperature. Therefore, it is necessary to develop techniques for protecting these compounds, such as microencapsulation methods. The method used for microencapsulation of α-tocopherol was ionic gelation using alginate combined with other biopolymers. To define the best microencapsulation conditions for α-tocopherol, the work was carried out in stages. In the first stage, emulsions were produced using alginate, combined with other materials (gum arabic, cashew gum, inulin, whey protein isolate and maltodextrin). These emulsions were characterized and analyzed for rheology. The formulations using an inulin and an independent cashew gum good homogeneity (span = 3.85) and good drop dispersion (microscopy), respectively, and for this reason, were the biopolymers selected for a second stage of the work. In this second stage, as emulsions they were atomized using two different types of nozzle (pressurized and ultrasonic air) for the production of α-tocopherol microbeads. These were characterized by FTIR-ATR, encapsulation efficiency, morphology, size distribution and release profile. Regarding the encapsulation efficiency, a higher concentration of α-tocopherol was observed in the microbeads produced using ultrasonic atomization. The different methods used directly interfered with the size of the microbeads produced. It was noticed that as microbeads produced from pressurized air source close to 130 μm and those produced by ultrasonic energy generated between 70 and 90 μm. Regarding the release profile, there was no significant difference regarding the stability of the microbeads produced by the different methods. In view of these results, the third stage of the project was carried out, in which the use of ultrasonic energy for the production of microbeads was defined. With that, alginate + inulin and alginate + cashew gum models were maintained, both 1.75% (w/v) + 0.5% (w/v), as microbeads were produced and then lyophilized. Again, microbeads were characterized. There was an increase in encapsulation efficiency when inhaling an inulin or a cashew gum in relation to pure alginate, from 76.31% to 80.83 and 78.68%, respectively. When kept at the highest temperature for 30 days, the complementary materials also contributed to a greater stability of the asset in the microbeads. At 40 °C to alginate and dissipated inulin microbeads, the highest antioxidant activity (11.85%) at the end of the study period. When analyzing the bioaccessibility of α-tocopherol, it was found that the presence of inulin resulted in greater bioaccessibility (58.60%), compared to microbeads produced using only alginate (16.22%). With this, we can conclude that it is possible to develop a controlled and efficient transmission system using alginate and complementary biopolymers that are compatible through atomization by ultrasonic energy, and that they promote improvements in the properties of microparticles allowing their incorporation into different food matrices.pt_BR
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Lavraspt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.subjectEnergia ultrassônicapt_BR
dc.subjectMicroencapsulaçãopt_BR
dc.subjectAntioxidantespt_BR
dc.subjectVitamina Ept_BR
dc.subjectInulinapt_BR
dc.subjectGoma de cajueiropt_BR
dc.subjectAlginatopt_BR
dc.subjectUltrasonic energypt_BR
dc.subjectMicroencapsulationpt_BR
dc.subjectAntioxidantpt_BR
dc.subjectVitamin Ept_BR
dc.subjectInulinpt_BR
dc.subjectCashew gumpt_BR
dc.subjectAlginatept_BR
dc.titleInfluência da adição de biopolímeros e de diferentes técnicas de gotejamento na encapsulação de alfa-tocoferol por gelificação iônicapt_BR
dc.title.alternativeInfluence of the addition of biopolymers and different dripping techniques in the alpha-tocopherol encapsulation by ionic gelationpt_BR
dc.typetesept_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Engenharia de Biomateriaispt_BR
dc.publisher.initialsUFLApt_BR
dc.publisher.countrybrasilpt_BR
dc.contributor.advisor1Botrel, Diego Alvarenga-
dc.contributor.referee1Carvalho, Elisangela Elena Nunes-
dc.contributor.referee2Dias, Marali Vilela-
dc.contributor.referee3Costa, Joyce Maria Gomes da-
dc.contributor.referee4Carvalho, Bruna Mara Aparecida de-
dc.contributor.referee5Bertoldi, Michele Corrêa-
dc.description.resumoBioativos são componentes que promovem benefícios à saúde do ser humano, podem estar presentes naturalmente em alguns alimentos, mas também podem ser adicionados como ingredientes em outras matrizes alimentícias desenvolvendo esse tipo de produto. Porém, esses compostos possuem limitações quanto ao seu uso, pois são instáveis à presença de luz, oxigênio, mudanças de pH e temperatura. Com isso, é necessário desenvolver técnicas de proteção desses composto, como os métodos de microencapsulação. O método utilizado para a microencapsulação do α-tocoferol foi a gelificação iônica utilizando o alginato combinado a outros biopolímeros. Para definir as melhores condições de microencapsulação do α-tocoferol o trabalho foi realizado em etapas. Na primeira etapa, foram produzidas emulsões utilizando o alginato, combinado com outros materiais (goma arábica, goma de cajueiro, inulina, isolado proteico de soro e maltodextrina). Essas emulsões foram caracterizadas e analisadas quanto à reologia. As formulações utilizando a inulina e a goma de cajueiro apresentaram boa homogeneidade (span = 3,85) e boa dispersão de gotas (microscopia), respectivamente, e por isso, foram os biopolímeros selecionados para a segunda etapa do trabalho. Nessa segunda etapa, as emulsões foram atomizadas utilizando dois diferentes tipos de bico (ar pressurizado e ultrassônico) para a produção das microesferas de α-tocoferol. Essas foram caracterizadas por FTIR-ATR, eficiência de encapsulação, morfologia, distribuição de tamanho e perfil de liberação. Em relação à eficiência de encapsulação, notou-se uma maior concentração de α-tocoferol nas microesferas produzidas utilizando atomização ultrassônica. Os diferentes métodos utilizados interferiram diretamente no tamanho das microesferas produzidas. Percebeu-se que as microesferas produzidas a partir de ar pressurizados apresentaram tamanhos próximos a 130 μm e aquelas produzidas por energia ultrassônica apresentaram tamanhos entre 70 e 90 μm. Em relação ao perfil de liberação, não houve diferença significativa quanto à estabilidade das microesferas produzidas pelos diferentes métodos. Diante desses resultados, foi realizada então a terceira etapa do projeto, na qual, definiu-se utilização da energia ultrassônica para produção das microesferas. Com isso, foram mantidas as combinações alginato + inulina e alginato + goma de cajueiro, ambos 1,75% (m/v) + 0,5% (m/v), as microesferas foram produzidas e em seguida liofilizadas. Novamente, as microesferas foram caracterizadas. Houve um aumento na eficiência de encapsulação quando adicionada a inulina ou a goma de cajueiro em relação ao alginato puro, de 76,31% para 80,83 e 78,68%, respectivamente. Quando mantidas a temperaturas mais altas por 30 dias os materiais complementares também contribuiram para uma maior estabilidade do ativo nas microesferas. Na temperatura de 40 °C a microesferas de alginato e inulina apresentaram a maior atividade antioxidante (11,85%) ao final do período estudado. Ao analisar a bioacessibilidade do α-tocoferol, verificou-se que a presença de inulina resultou em uma maior bioacessibilidade (58,60%), em comparação às microesferas produzidas utilizando somente o alginato (16,22%). Com isso, podemos concluir que é possível desenvolver um sistema de liberação controlada eficiente e estável utilizando o alginato e biopolímeros complementares compatíveis através da atomização por energia ultrassônica, e que estes promovem melhorias nas propriedades das micropartículas permitindo a incorporação dessas em diferentes matrizes alimentícias.pt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Ciências Florestaispt_BR
dc.subject.cnpqBiomateriais e Materiais Biocompatíveispt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7855231930113374pt_BR
Appears in Collections:Engenharia de Biomateriais – Doutorado (Teses)



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