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Título: Soroepidemiologia de Sarcocystis neurona, Toxoplasma gondii e Neospora spp. em cavalos Mangalarga Marchador criados no sul de Minas, Brasil
Título Alternativo: Seroepidemiology of Sarcocystis neurona, Toxoplasma gondii and Neospora spp. in Mangalarga Marchador horses created in South of Minas, Brazil
Autor(es): Guimarães, Antônio Marcos
Rocha, Christiane Maria Barcellos Magalhães da
Rocha, Christiane M. B. M. da
Ribeiro, Múcio Flávio Barbosa
Sousa, Ticiana Meireles
Assunto: Sarcocystidae
Mieloencefalite protozoária
Soroprevalência
Imunofluorescência indireta
Mangalarga Marchador
Minas Gerais
Protozoal myeloencephalitis
Seroprevalence
Indirect immunofluorescence
Data de publicação: 12-Nov-2015
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Referência: RIBEIRO, M. J. M. Soroepidemiologia de Sarcocystis neurona, Toxoplasma gondii e Neospora spp. em cavalos Mangalarga Marchador criados no sul de Minas, Brasil. 2015. 82 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
Resumo: Os objetos de estudo desta pesquisa foram a mieloencefalite protozoária equina (MPE), causada por Sarcocystis neurona, a toxoplasmose, zoonose causada por Toxoplasma gondii, e a neosporose, causada por Neospora caninum e N. hughesi. Esses protozoários são adquiridos pela ingestão de alimentos e água contaminados, causando distúrbios neurológicos e reprodutivos, predominando infecções subclínicas, trazendo prejuízos aos criadores. Tendo em vista que o Sul de Minas se destaca na equideocultura nacional por ser o berço do cavalo Mangalarga Marchador, sendo economicamente estratégico para a criação da raça, este teve como objetivo determinar a prevalência de anticorpos contra esses parasitos em cavalos dessa raça criados na região e verificar os fatores de risco associados à positividade. Foram analisados 506 equinos clinicamente sadios, provenientes de 53 propriedades localizadas no Sul de Minas Gerais. As amostras de soros foram submetidas à reação de imunofluorescência indireta (RIFI), com ponto de corte de 1:80, 1:64 e 1:50, respectivamente, para S. neurona, T. gondii e Neospora spp. As soroprevalências encontradas entre equinos para esses três parasitos foram respectivamente, 26%, 19,9% e 23,9%. Nas propriedades, essas prevalências foram de 88,3%, 71,6% e 85%. Esses resultados indicam que o Sul de Minas é área enzoótica para os três protozoários em equinos Mangalarga Marchador, predominando a infecção subclínica ou crônica, assintomática. A transmissão horizontal parece ser o principal modo de transmissão desses parasitos, e diferentes fatores de risco estão associados com a soropositividade em equinos. Novas pesquisas são necessárias não só para estabelecer os fatores que aumentam o risco de transmissão desses agentes, bem como para determinar qual espécie de Neospora infecta os equinos.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/10585
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