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metadata.artigo.dc.title: O conceito de fetichismo na obra marxiana: uma tentativa de interpretação
metadata.artigo.dc.title.alternative: The concept of fetishism in marxian’s work: an attempt to interpretation
metadata.artigo.dc.creator: Fleck, Amaro de Oliveira
metadata.artigo.dc.subject: Fetichismo
Capitalismo – Crítica
Fetishism
Capitalism – Criticism
Marx, Karl, 1818-1883. O Capital
metadata.artigo.dc.publisher: Universidade Federal de Santa Catarina
metadata.artigo.dc.date.issued: 2012
metadata.artigo.dc.identifier.citation: FLECK, A. de O. O conceito de fetichismo na obra marxiana: uma tentativa de interpretação. Ethica, Florianópolis, v. 11, n. 1, p. 141-158, jun. 2012.
metadata.artigo.dc.description.resumo: No presente artigo busco oferecer uma análise interpretativa do conceito de fetichismo (da mercadoria, do dinheiro e do capital) na obra marxiana. Para tanto, delineio, sucintamente, a gênese histórica dos termos fetiche e fetichismo (I), para, em seguida, demonstrar que Marx inverte o uso deste conceito, de tal maneira que ele não mais se refere ao “outro”, mas, ao contrário, designa algo da própria modernidade capitalista com este conceito (II). Analiso, posteriormente, as aparições do termo nas obras anteriores a O Capital e em O Capital (III), visando mostrar que o conceito de fetichismo, em Marx, está sempre ligado a um fenômeno de transubstanciação (do trabalho já realizado na mercadoria) e que os objetos fetiche diferenciam-se dos demais por sempre possuírem uma “dupla existência”. A seguir, examino a semelhança do capitalismo com as religiões como formas de “opacidade” social, como formas de encantamento do mundo, encantamento este que impede a criação de uma situação racional e justa (IV). Concluo o artigo com uma breve análise de como seria possível superar, segundo Marx, o fetichismo, isto é, dizer no que consistiria uma sociedade não fetichista.
metadata.artigo.dc.description.abstract: In this paper, I try to offer an interpretative analysis of the concept of fetishism (of commodity, of money and of capital) in Marx’s work. To this end, I outline the historical genesis of the words fetish and fetishism (I), in order to show, in the sequence, that Marx reverses the use of these concepts, so that he doesn’t refer to the “other”, but, on the contrary, in order to designate something essential to capitalist modernity (II). I examine, furthermore, the appearance of this concept both before and in Capital (III), with the aim to show that the concept of fetishism in Marx’s work is always bound with the phenomenon of transubstantiation (of work always present in the commodity) and that the object fetish distinguishes itself from others because it always has a “double existence”. In the sequence, I analyze the resemblance of the capitalism to religion as forms of social “opacity”, as ways of enchantment of the world, an enchantment that prevents the creation of a just and rational situation (IV). I conclude my article with a succinct analysis of how it would be possible, according to Marx, to overcome the fetishism, i.e., in an analysis of what a non-fetishist society would be.
metadata.artigo.dc.identifier.uri: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11888
metadata.artigo.dc.language: pt_BR
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