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Título: A emancipação ociosa, ou, o que nos propõe a teoria critica de Marx?
Título Alternativo: Idle emancipation, or, what does Marx´s critical theory propose?
Autor(es): Fleck, Amaro de Oliveira
Assunto: Capitalismo – Teoria crítica
Trabalho – Teoria crítica
Trabalho – Tempo – Administração
Capitalism – Critical theory
Labor – Critical theory
Labor – Time management
Marx, Karl, 1818-1883
Publicador: Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Data de publicação: 2-Dez-2011
Referência: FLECK, A. de O. A emancipação ociosa, ou, o que nos propõe a teoria critica de Marx? Trans/Form/Ação, Marília, v. 35, n. 1, p. 73-88, jan./abr. 2012.
Resumo: No presente artigo, traço, rapidamente, a perspectiva a partir da qual Marx constrói sua crítica ao capitalismo, a saber, a diferença entre o potencial transformador da técnica tal como desenvolvida sob o modo capitalista de produção e a sua realidade efetiva nesse mesmo sistema (parte 1). Com isso feito, argumento que a crítica de Marx ao sistema capitalista consiste em grande parte no fato de a valorização permanente do capital ser a meta da produção, uma finalidade irracional e que cria uma dominação abstrata desse mecanismo sobre os indivíduos (parte 2), de modo a, por fim, repensar o sentido de emancipação no pensamento marxiano tardio, sustentando, sobretudo, que se trata de uma emancipação dessa dominação abstrata que culmina, também, em uma emancipação do trabalho em prol da criação de cada vez mais tempo disponível (parte 3).
Abstract: In this paper I succinctly outline the standpoint from which Marx criticizes capitalism, namely by poiting to the difference between the transforming potentiality of technology as developed under the capitalist mode of production and its effective reality in this same system (part 1). On these grounds, I argue that Marx´s critique of the capitalist system consists mainly in the fact that the permanent valorization of capital is the goal of production, and that this is an irrational aim which creates as a result an abstract form of domination over individuals (part 2). Finally, I reinterpret the meaning of emancipation in Marx´s later thought, arguing that it refers to an emancipation from this abstract domination, culminating in an emancipation from work in favor of the creation of increased disposable time (part 3).
URI: http://www.bjis.unesp.br/ojs-2.4.5/index.php/transformacao/article/view/1802
http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/11995
Idioma: pt_BR
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