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Título: Características anatômicas e fisiológicas foliares e crescimento de Typha domingensis Pers. submetida à diferentes disponibilidades hídricas
Título Alternativo: Anatomical and physiological leaf characteristics and growth of Typha domingensis Pers. submitted to different water availabilities
Autor(es): Pereira, Fabrício José
Castro, Evaristo Mauro de
Lira, Marinês Ferreira Pires
Polo, Marcelo
Assunto: Plantas – Necessidades de água
Plantas – Efeito da seca
Estresse hídrico
Plants – Water requirements
Plants – Effect of drought
Water stress
Typha domingensis
Data de publicação: 4-Mai-2017
Publicador: Universidade Federal de Lavras
Referência: CRUZ, Y. da C. Características anatômicas e fisiológicas foliares e crescimento de Typha domingensis Pers. submetida à diferentes disponibilidades hídricas. 2017. 40 p. Dissertação (Mestrado em Botânica Aplicada)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.
Resumo: Macrófitas aquáticas apresentam grande plasticidade denotando tolerância a uma diversidade condições do ambiente. Variações na disponibilidade de água em ecossistemas aquáticos naturais são condicionadas principalmente pelo clima. As mudanças climáticas tem produzido instabilidade no clima alterando a temperatura e os períodos de chuva, dessa forma, oferta de água em algumas regiões está cada vez menor resultando em períodos de seca. Nesse sentido, o presente estudo foi realizado com a finalidade de avaliar as características anatômicas e fisiológicas foliares em Typha domingensis que denotam tolerância à redução da disponibilidade hídrica. Clones aclimatizados de T. domingensis produzidos em casa de vegetação foram padronizados quanto ao tamanho e transferidos para vasos com 2,4L de vermiculita contendo solução nutritiva. Diferentes níveis saturação do substrato foram utilizados: alagado, 100%, 75%, 50% e 25% da capacidade de campo do substrato por 60 dias. Foram analisadas as características anatômicas foliares em microscopia de luz, trocas gasosas, teor de clorofila, potencial hídrico foliar e ao final do experimento o crescimento foi avaliado. Plantas submetidas ao alagamento e a 100% da capacidade campo apresentaram capacidade semelhante de produzir novas plantas, em 75% e 50% essa capacidade foi reduzida, entretanto houve crescimento populacional, e em 25% todos os indivíduos morreram. A altura das plantas e a área foliar foram proporcionalmente reduzidas com menores disponibilidades de água em comparação com as plantas alagadas. Do mesmo modo, a fotossíntese e a transpiração total, assim como o uso eficiente da água reduziram em tratamentos de maior restrição hídrica. O potencial hídrico foliar reduziu a 75% e 50% da capacidade de campo. A densidade estomática reduziu nas faces abaxial e adaxial em tratamentos com disponibilidade reduzida de água em relação às plantas alagadas. Enquanto, a espessura do parênquima paliçádico reduziu na face abaxial apenas no tratamento com 50% da capacidade de campo. A redução da fotossíntese em plantas de T. domingensis está relacionada a diminuição da área foliar. T. domingensis é tolerante a redução de 50% de água no substrato, entretanto 25% é limitante a sua sobrevivência.
Informações adicionais: Arquivo retido, a pedido da autora, até abril de 2018.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/12818
Aparece nas coleções: DBI - Botânica Aplicada - Mestrado (Dissertações)

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