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dc.creatorLanna Filho, Roberto-
dc.creatorRomeiro, Reginaldo da Silva-
dc.creatorAlves, Eduardo-
dc.date.accessioned2018-01-27T12:36:51Z-
dc.date.available2018-01-27T12:36:51Z-
dc.date.issued2010-12-
dc.identifier.citationLANNA FILHO, R. ; ROMEIRO, R. da S.; ALVES, E. Bacterial spot and early blight biocontrol by epiphytic bacteria in tomato plants. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, DF, v. 45, n. 12, p. 1381-1387, dez. 2010.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/28506-
dc.description.abstractThe objective of this work was to evaluate in vitro and in vivo biocontrol of bacterial spot (Xanthomonas vesicatoria) and early blight (Alternaria solani) by the epiphytic bacteria Paenibacillus macerans and Bacillus pumilus. Tomato plants were previously sprayed with epiphytic bacteria, benzalkonium chloride and PBS buffer and, after four days, they were inoculated with A. solani and X. vesicatoria. To determine the phytopathogenic bacteria population, leaflet samples were collected from each treatment every 24 hours, for seven days, and plated on semi-selective medium. The effect of epiphytic bacteria over phytopathogens was performed by the antibiosis test and antagonistic activity measured by inhibition zone diameter. The epiphytic and benzalkonium chloride drastically reduced the severity of early blight and bacterial spot in comparison to the control (PBS). In detached leaflets, the epiphytic bacteria reduced in 70% the number of phytopathogenic bacteria cells in the phylloplane. The antibiosis test showed that the epiphytic bacteria efficiently inhibit the phytopathogens growth. In all the bioassays, the epiphytic bacteria protect tomato plants against the phytopathogens.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherEmbrapa Informação Tecnológica Pesquisa Agropecuária Brasileirapt_BR
dc.rightsacesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution 4.0 International*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/*
dc.sourcePesquisa Agropecuária Brasileirapt_BR
dc.subjectAlternaria solanipt_BR
dc.subjectBacillus pumiluspt_BR
dc.subjectPaenibacillus maceranspt_BR
dc.subjectXanthomonas vesicatoriapt_BR
dc.subjectBiological controlpt_BR
dc.subjectEpiphytic bacteriapt_BR
dc.subjectControle biológicopt_BR
dc.subjectBactéria epifíticapt_BR
dc.titleBacterial spot and early blight biocontrol by epiphytic bacteria in tomato plantspt_BR
dc.title.alternativeBiocontrole da mancha-bacteriana e da pinta-preta por bactérias epifíticas em tomateiropt_BR
dc.typeArtigopt_BR
dc.description.resumoO objetivo deste trabalho foi avaliar o biocontrole in vitro e in vivo dos fitopatógenos manchA bacteriana (Xanthomonas vesicatoria) e pintA preta (Alternaria solani) pelas bactérias epifíticas Paenibacillus macerans e Bacillus pumilus. Plantas de tomate foram previamente pulverizadas com as bactérias epifíticas, cloreto de benzalcônio e tampão PBS e, após quatro dias, receberam inoculação com A. solani e X. vesicatoria. A fim de determinar a população da bactéria fitopatogênica, amostras de folíolos foram coletadas de cada tratamento em intervalos de 24 horas, durante sete dias, e inoculadas em meio semisseletivo. O efeito das bactérias epifíticas sobre os fitopatógenos foi realizado pelo teste de antibiose e atividade antagônica avaliada pelo diâmetro da zona de inibição. As bactérias epifíticas e o cloreto de benzalcônico reduziram drasticamente a severidade da pintA preta e da manchA bacteriana, comparado com o controle (PBS). Em folíolos destacados, as bactérias epifíticas reduziram em até 70% o número de células da bactéria fitopatogênica no filoplano. As bactérias epifíticas inibem eficientemente o crescimento dos fitopatógenos em meio de cultura. Em todos os bioensaios, as bactérias epifíticas protegem as plantas de tomate contra os fitopatógenos.pt_BR
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