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metadata.artigo.dc.title: Ambivalência da política no prólogo d’a Cidade de Deus, de Agostinho
metadata.artigo.dc.creator: Silva Filho, Luiz Marcos da
metadata.artigo.dc.subject: Política - Moral
Política - História
Eternidade
Politics - Moral
Politics - History
Eternity
metadata.artigo.dc.publisher: Universidade de São Paulo
metadata.artigo.dc.date.issued: 2017
metadata.artigo.dc.identifier.citation: SILVA FILHO, L. M. da. Ambivalência da política no prólogo d’a Cidade de Deus, de Agostinho. Cadernos de Ética e Filosofia Política, São Paulo, v. 2, n. 31, p. 49-62, 2017.
metadata.artigo.dc.description.resumo: No prólogo d’A cidade de Deus, Agostinho apresenta ambivalente concepção de política, pois a política adquire ou positividade ou negatividade conforme a identidade ou a contradição de uma civitas ou res publica consigo mesma. Mais precisamente, a cidade celeste, que guarda dois modos de existência, um na história, outro na eternidade, conquista progressivamente identidade na medida em que na história há processo coerente dela em direção a seu modo de existência por excelência, na eternidade; já a cidade terrena existe na história em contradição e conflito, ao tornar-se escrava da própria libido de dominação, de maneira que sua história é de progressiva danação e perda de ser. Uma cidade guarda, pois, estatuto político a despeito de sua orientação ou de sua desorientação moral. Além do mais, nos limites do prólogo, Agostinho explicita que o fundamento da política não é nem a natureza, nem a razão.
metadata.artigo.dc.identifier.uri: http://www.revistas.usp.br/cefp/article/view/118209
http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/32598
metadata.artigo.dc.language: pt_BR
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