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metadata.eventos.dc.title: Ocorrência de Ferrugem Asiática em cultivares “per se” e Multilinha
metadata.eventos.dc.creator: Costa, Julia Carvalho
Bruzi, Adriano Teodoro
Vilela, Nelson Júnior Dias
Carvalho, Antonio Henrique Fonseca de
Lima, Jessica Gentil
Fraiz, Rafael Lima Silva
metadata.eventos.dc.subject: Ferrugem asiática
Soja
Multilinha
Glycine max
Phakopsora pachyrhizi
metadata.eventos.dc.date.issued: 2018
metadata.eventos.dc.identifier.citation: COSTA, J. C. et al. Ocorrência de Ferrugem Asiática em cultivares “per se” e Multilinha. In: CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFLA, 31., 2018, Lavras. Anais... Lavras: UFLA, 2018. Não paginado.
metadata.eventos.dc.description.resumo: Uma das principais doenças que acomete a cultura da soja é a ferrugem asiática (Phakopsora pachyrhizi), apresentando grandes danos no rendimento final quando o controle não é realizado ou quando é executado de forma tardia. O controle desta doença tem sido realizado pela associação de estratégias de manejo com o emprego de fungicidas. Contudo, a utilização de cultivares resistentes figura-se como alternativa para alternar a pressão do patógeno. Para se incrementar a longevidade da resistência vertical, tem sido apregoado a utilização de multilinhas. Assim, objetivou-se com o presente trabalho avaliar a severidade da ocorrência de ferrugem asiática em cultivares “per se” e multilinha na cultura da soja. O delineamento estatístico utilizado foi em parcelas subdivididas, em fatorial 4 x 7 (aplicações x cultivares) com 3 repetições. Foram avaliadas as cultivares: TMG 7060 IPRO, TMG 7063 IPRO, TMG 7262 RR, TMG 7062 IPRO, TMG 7363 RR, TMG 7067 RR e a MULTILINHA. As aplicações de fungicidas foram realizadas da seguinte forma: i) sem aplicação de fungicidas; ii) uma aplicação no estádio fenológico R1; iii) duas aplicações, sendo a primeira realizada em R1 e a segunda quinze dias após a primeira aplicação e iv) três aplicações, sendo a primeira em R1, a segunda quinze dias e a terceira trinta dias após a primeira aplicação. Os experimentos foram conduzidos em dois locais, sendo um realizado na fazenda Muquém em Lavras e o outro realizado na fazenda Palmital em Ijaci (MG) na safra 2017/2018. As avaliações foram realizadas a partir do estádio R1 do desenvolvimento das plantas até R1+45 dias, em 5 folíolos centrais de trifólios (2 do terço inferior, 2 do médio e 1 do superior) por parcela, sendo a média da severidade uma estimativa da média da doença na parcela. Foi realizado a avaliação da área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) de acordo com as épocas de aplicação. Os dados foram submetidos a análise de variância com o auxilio do software SISVAR, sendo os efeitos avaliados pelo teste F e Scott Knott, ao nível de 5% de probabilidade. De acordo com os resultados, verifica-se interação para aplicações vs locais e cultivares vs locais. Lavras foi o ambiente em que mais contribuiu para a severidade da doença. As cultivares que obtiveram melhor resultado perante a incidência da doença foi TMG 7262 RR, TMG 7363 RR e TMG 7062 IPRO em Lavras, sendo que a multilinha e as demais cultivares não diferiram estatisticamente, apresentando menor controle da doença.
metadata.eventos.dc.description.uri: http://prp.ufla.br/ciuflasig/generateResumoPDF.php?id=11935
metadata.eventos.dc.language: pt_BR
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