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metadata.artigo.dc.title: Sexualidade feminina, alienação corporal e destino: discutindo algumas teses de Freud a partir da crítica de Beauvoir
metadata.artigo.dc.title.alternative: Female sexuality, bodily alienation and destiny: discussing some of Freud’s theses through Beauvoir’s critique
metadata.artigo.dc.creator: Silveira, Léa
metadata.artigo.dc.subject: Feminismo existencialista
Alienação corporal
Sexualidade feminina
Psicanálise
Existentialist feminism
Bodily alienation
Feminine sexuality
Psychoanalysis
metadata.artigo.dc.publisher: Universidade Federal de São Carlos
metadata.artigo.dc.date.issued: 2019
metadata.artigo.dc.identifier.citation: SILVEIRA, L. Sexualidade feminina, alienação corporal e destino: discutindo algumas teses de Freud a partir da crítica de Beauvoir. Revista Ipseitas, São Carlos, v. 5, n. 2, p. 106-127, jul./dez. 2019.
metadata.artigo.dc.description.resumo: O artigo é construído com três etapas: fornecer um comentário do item O ponto de vista psicanalítico do livro O segundo sexo, apresentar o problema da alienação corporal tal como ele aparece nessa obra, formular algumas questões que decorrem do confronto dos dois passos anteriores com algumas teses de Freud a respeito da sexualidade feminina. Tais questões são, sumariamente, as seguintes. Faz sentido para o feminismo assumir uma inferioridade na condição biológica das mulheres comparativamente à dos homens, ainda que essa inferioridade seja indicada como algo ultrapassado por nosso contexto social e por nossa existência? Tomar essa condição como algo, de saída, inferior, não seria isso já uma tese interna à ideologia do patriarcado em vez de elemento que nos servisse para responder à instauração dessa ideologia? Se recusarmos a ideia de que a opressão das mulheres está relacionada diretamente a “consequências da especificação sexual”, como supõe Beauvoir, ainda teremos alguma resposta para tal estado de coisas? Se não a recusarmos, isso então nos condenaria a assumir, junto com a filósofa, a tese da inferioridade biológica das mulheres? Ora, mas, se este for o resultado, até onde iriam os argumentos contrários à tese freudiana da inferioridade psíquica com sua implicação de destino?
metadata.artigo.dc.description.abstract: The article is constructed in three stages: providing a commentary on the item The psychoanalytic viewpoint of The second sex, presenting the problem of bodily alienation as it appears in this book, formulating some questions arising from the confrontation of the previous two steps with some of Freud’s theses about female sexuality. Such questions are briefly as follows. Does it make sense for feminism to assume an inferiority in the biological condition of women compared to that of men, even if this inferiority is indicated as something surpassed by our social context and by our existence? To take this condition as something, from the begining, inferior, would this not already be an internal thesis to the ideology of patriarchy instead of an element that would serve us to respond to the establishment of this ideology? If we refuse the idea that the oppression of women is directly related to the “consequences of sexual specification” (as supposed by Beauvoir), will we still have an answer for this state of things? If we do not refuse it, then would it condemn us to assume, together with Beauvoir, the thesis of the biological inferiority of women? But, if this is the result, how far would the arguments against the Freudian thesis of psychic inferiority (with its implication of destiny) go?
metadata.artigo.dc.identifier.uri: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/39761
metadata.artigo.dc.language: pt_BR
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