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Título: Avaliação da virulência e susceptibilidade a antimicrobianos em Streptococcus agalactiae isolados de mastite bovina de rebanhos brasileiros
Autor(es): Costa, Geraldo Márcio da
Castro, Glei dos Anjos de Carvalho e
Guedes, Elizângela
Ribeiro, João Batista
Assunto: S. agalactiae
Virulência (Microbiologia)
Virulence (Microbiology)
Resistência antimicrobiana
Antimicrobial resistance
Mastite
Mastitis
Data de publicação: 17-Ago-2015
Referência: SILVA, J. R. Avaliação da virulência e susceptibilidade a antimicrobianos em Streptococcus agalactiae isolados de mastite bovina de rebanhos brasileiros. 2015. 82 p. Dissertação (Mestrado em Ciências Veterinárias) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.
Resumo: Streptococcus agalactiae é um dos principais agentes causadores de mastite em bovinos e de consequentes perdas econômicas aos produtores. Estudos que avaliaram a virulência e a susceptibilidade a antimicrobianos desse agente em amostras de bovinos do Brasil são limitados. Este trabalho teve por objetivo avaliar a frequência dos genes de virulência hylB, bca, bac,fbsA, fbsB, cfb, bibA,PI-1, PI-2a e PI-2b, dos genes de resistência a antimicrobianos ermA, ermB, mefA, tetO, tetM, aphA3, aad-6, bem como a susceptibilidade aos antimicrobianos eritromicina, clindamicina, tetraciclina, gentamicina, penicilina, ceftiofur, cefalotina, sulfonamida e associações entre genótipos e fenótipos de resistência em 61 isolados de S. agalactiae provenientes de casos de mastite em rebanhos bovinos brasileiros. Foram definidos sete perfis de virulência de acordo com a frequência dos genes estudados. Os genes cfb, hylB, fbsB e PI-2 (PI-2a ou PI-2b) foram encontrados em todos os isolados, enquanto PI-1 foi encontrado em somente um isolado, fbsA em 27 (44%), bibA em nove (15%), bca em dois (3%) e bac não foi encontrado em nenhum dos isolados. Dentre os genes de resistência pesquisados, ermB foi encontrado em 12 (19,67%) isolados, tetO em 20 (32,78 %) e tetM em nove (14,75%) isolados. Os genes ermA, mefA, apha3 e aad6 não foram detectados. Houve associação entre a presença dos genes ermB, tetM e tetO e os fenótipos de resistência à eritromicina, clindamicina e tetraciclina. Pelo teste de concentração inibitória mínima (MIC), foram encontrados diferentes índices de resistência: eritromicina com 26,23%; tetraciclina,47,54%; gentamicina,3,28%; sulfonamida,98,36% e clindamicina com 29,51%, por outro lado, todos os isolados foram susceptíveis à penicilina, ceftiofur e cefalotina. Foi possível concluir que a população estudada possui determinantes de virulência diversos, porém com um núcleo comum representado pelos genes cfb, hylB, fbsB e PI-2 (principalmente PI-2b) e que os testes de resistência aos antimicrobianos devem auxiliar nas tomadas de decisão relacionadas aos tratamentos, pois, a resistência a vários antimicrobianos apresenta-se em altas frequências nesse patógeno.
URI: http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/9776
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