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metadata.artigo.dc.title: Mechanisms of the internal structure and operation of Panicum aquaticum in response to arsenic
metadata.artigo.dc.title.alternative: Mecanismos da estrutura interna e funcionamento de Panicum aquaticum em resposta ao arsênio
metadata.artigo.dc.creator: Pires, Marinês Ferreira
Castro, Evaristo Mauro de
Oliveira, Cynthia de
Pereira, Fabricio José
Pasqual, Moacir
metadata.artigo.dc.subject: Plants – Effect of arsenic
Plants – Physiology
Plants – Anatomy
Phytoremediation
Plantas – Efeito do arsênio
Plantas – Fisiologia
Plantas – Anatomia
Fitorremediação
Panicum aquaticum
metadata.artigo.dc.publisher: Universidade Federal Rural da Amazônia
metadata.artigo.dc.date.issued: 2013
metadata.artigo.dc.identifier.citation: PIRES, M. F. et al. Mechanisms of the internal structure and operation of Panicum aquaticum in response to arsenic. Revista de Ciências Agrárias, [Belém], v. 56, p. 89-94, 2013. Suplemento.
metadata.artigo.dc.description.resumo: Devido à alta toxicidade do arsênio, muitos estudos têm tentado aprimorar as técnicas para a sua remoção do ambiente, como a fitorremediação por espécies tolerantes. Para avaliar a tolerância de Panicum aquaticum à contaminação por arsênio, realizaram-se análises anatômicas e fisiológicas. As plantas foram cultivadas em solução nutritiva de Hoagland e Arnon em casa de vegetação por 30 dias, sob seis concentrações de arsênio: 0,00; 0,25; 0,50; 1,00; 2,00; 4,00 mM. Foram realizadas análises de crescimento, de trocas gasosas, anatômicas de folhas e raízes, e da atividade de enzimas do sistema antioxidante. A taxa de crescimento relativo, a área foliar específica e a razão de área foliar foram modificadas na presença de arsênio. As trocas gasosas não foram afetadas. A anatomia foliar mostrou redução nas espessuras da epiderme na face abaxial, no limbo e no clorênquima; aumento na área de conjunto de células buliformes, na espessura da cutícula e na área de esclerênquima; redução no número e na distância dos feixes vasculares; aumento do índice estomático; aumento da funcionalidade estomática apenas na face adaxial da epiderme, e redução no número e na densidade de estômatos. As raízes apresentaram uma redução na espessura de epiderme, endoderme e exoderme, e houve modificação do índice de vulnerabilidade de Carlquist. Apenas a atividade da catalase foi afetada, mostrando um aumento nas concentrações mais baixas de arsênio, seguido de uma redução em concentrações mais elevadas. P. aquaticum demonstrou-se parcialmente tolerante ao arsênio nas menores concentrações e apresentou evidências de toxicidade nas maiores concentrações.
metadata.artigo.dc.description.abstract: Due to the high toxicity of arsenic, many studies have attempted to improve the techniques for its removal from the environment, using methods such as phytoremediation by tolerant species. To evaluate the tolerance of Panicum aquaticum to contamination by arsenic, both physiological and anatomical evaluations were conducted. The plants were grown in Hoagland and Arnon nutrient solution in a greenhouse for 30 days under six concentrations of arsenic: 0.00, 0.25, 0.50, 1.00, 2.00, and 4.00 mM. Analyses of growth, gas exchange, the anatomy of leaves and roots and of the activity of antioxidant system enzymes were conducted. The relative growth rate, specific leaf area and leaf area ratio were modified in the presence of arsenic. Gas exchange was not affected. The leaf anatomy showed reductions in the epidermal thicknesses on the abaxial face, on the blade and on the chlorenchyma; increases in the set of bulliform cells, in the cuticle thickness and in the area of the sclerenchyma; reductions in the number and distance of vascular bundles; an increase in the stomatal index; an increase in the stomatal functionality only on the adaxial face of the epidermis; and reductions in the number and density of stomata. The roots presented reductions in the thicknesses of the epidermis, endodermis and exodermis and modifications in the Carlquist vulnerability index. Only the catalase activity was affected, showing an increase at the lowest concentrations followed by a decrease at higher concentrations. P. aquaticum proved partially tolerant to arsenic at the lowest concentrations and presented evidence of toxicity at the highest concentrations.
metadata.artigo.dc.identifier.uri: https://ajaes.ufra.edu.br/index.php/ajaes/article/view/1431
http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/28712
metadata.artigo.dc.language: en_US
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