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metadata.artigo.dc.title: Antibióticos no controle da mancha branca do milho
metadata.artigo.dc.title.alternative: Antibiotics in the control of white spot in maize
metadata.artigo.dc.creator: Manerba, Felipe de Carvalho
Souza, Paulo Estevão de
Von Pinho, Renzo Garcia
Dornelas, Gabriel Avelar
Monteiro, Fernando Pereira
metadata.artigo.dc.subject: Milho - Mancha branca
Controle químico
Milho - Doenças
Antibiótico no controle de pragas
Maize white spot
Chemical control
Maize - Diseases
Antibiotic in pest control
metadata.artigo.dc.publisher: Universidade Federal do Piauí
metadata.artigo.dc.date.issued: 2013
metadata.artigo.dc.identifier.citation: MANERBA, F. de C. et al. Antibióticos no controle da mancha branca do milho. Comunicata Scientiae, Piauí, v. 4, n. 4, p. 361-367, 2013.
metadata.artigo.dc.description.resumo: The maize white spot stands out as an important disease for all regions where corn is cultivated. Thisdisease is related to significant damage to corn crop by to reduce the productivity, especially whennone treatment is apply. Although there are still controversies about the etiology of the disease,the latest evidence relates the bacterium Pantoea ananatis as etiological agent. The chemicalcontrol is the most effective tactic employed to avoid the disease progress. According to this doubtour objective was to evaluate the maize white spot severity by the application of antibiotics in twostages (V8 and pre-tasseling) to obtain the best strategy for the chemical control of this disease. Theexperimental design was randomized block design (RBD) with six treatments and four replicationsand two positive controls. The treatments were: oxytetracycline + streptomycin (400, 500 and 600gcp/ha), oxytetracycline (300, 400 and 500g cp/ha), epoxiconazole + pyraclostrobin (750ml cp/ha)and mancozeb (2500 g pc/ha). Significant difference was noted for all pesticides applied at V8and pre-tasseling stage. The antibiotics controlled the disease as good as the fungicides, resultingin rising the productivity.
metadata.artigo.dc.description.abstract: A mancha branca do milho destaca-se como importante doença em todas as regiões produtoras, sendo relacionada com danos às plantas e redução da produtividade, principalmente quando nenhuma medida de controle é realizada. A medida de controle mais eficaz é o controle químico da doença, sendo aplicado em estádios fenológicos específicos. Embora ainda existam controvérsias quanto a etiologia da doença, parte da comunidade científica relacionada tem aceitado a bactéria Pantoea ananatis como agente etiológico da doença. O objetivo foi avaliar a severidade da mancha-branca do milho mediante a aplicação de defensivos agrícolas em duas épocas de aplicação (V8 ou pré-florescimento) visando a obtenção da melhor estratégia para o controle químico. O estudo foi realizado em área experimental a 910m de altitude, localizada a 21o58’S de latitude e 45o22’ de longitude, com híbrido simples superprecoce AG9010, susceptível à doença. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso (DBC), com 9 tratamentos e 4 repetições. Os tratamentos utilizados foram: oxitetraciclina + estreptomicina (400, 500 e 600g p.c/ha), oxitetraciclina (300, 400 e 500 g p.c/ha), epoxiconazole + piraclostrobina (750 ml p.c/ha) e mancozeb (2.500 g.p.c/ha). Notou-se diferença significativa para todos os defensivos aplicados no estádio V8, sendo que o fungicida mancozeb na dosagem 2.500g p.c/ha, apresentou controle superior da enfermidade, resultando em acréscimo de 100% na produtividade. A aplicação em pré-florescimento demonstrou eficiência para todos os defensivos com destaque para a mistura epoxiconazole + piraclostrobina com acréscimo de 90%, na produtividade.
metadata.artigo.dc.identifier.uri: https://comunicatascientiae.com.br/comunicata/article/view/244
http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/29218
metadata.artigo.dc.language: pt_BR
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