Estudo de adulteração em méis brasileiros através de razão isotópica do carbono

dc.creatorSouza-Kruliski, Cibele Regina de
dc.creatorDucatti, Carlos
dc.creatorVenturini Filho, Waldemar Gastoni
dc.creatorOrsi, Ricardo de Oliveira
dc.creatorSilva, Evandro Tadeu
dc.date2010-04-01
dc.date.accessioned2015-04-30T13:35:42Z
dc.date.available2015-04-30T13:35:42Z
dc.date.issued2015-04-30
dc.description.abstractThe aim of this study was the isotopic evaluation of honey traded in the Southern and Southeastern Brazilian regions, to detect fraud. Commercial samples, registered in the municipal, State or Federal Inspection Service, were collected and submitted to combustion in the EA 1108 CHN Elemental Analyzer and analyzed in the DELTA-S (Finningan Mat.) isotope ratio mass spectrometer. The isotopic values (δ13C) of in natura honey were compared to their respective proteins (internal standard). Samples whose difference between the isotopic value of protein and honey was equal or inferior to -1‰ were considered adulterated. The samples considered adulterated were submitted to qualitative chemical tests which were unable to show adulteration for some of them. Among the 61 samples analyzed, 18.0% were adulterated; 11.5% in the Southeastern and 6.5% in the Southern region. Unlike chemical tests, isotopic analysis has shown to be efficient to identify and quantify adulteration in commercial honey.
dc.description.resumoNeste trabalho, objetivou-se analisar isotopicamente méis comercializados nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, para a detecção de fraude. Foram colhidas amostras comerciais com registro no Serviço de Inspeção Federal, Estadual ou Municipal. As amostras foram submetidas à combustão no Analisador Elementar EA 1108 CHN e analisadas no espectrômetro de massas de razão isotópica DELTA-S (Finningan Mat). Os valores isotópicos (δ13C) dos méis in natura foram comparados aos de suas respectivas proteínas (padrão interno). Foram consideradas adulteradas as amostras cuja diferença entre o valor isotópico da proteína e do mel foi igual ou inferior a -1 . As amostras consideradas adulteradas pela análise isotópica foram submetidas a testes químicos qualitativos que não foram capazes de indicar adulteração para algumas delas. Das 61 amostras analisadas, 18,0% encontram-se adulteradas, sendo 11,5% na Região Sudeste e 6,5% na Região Sul. Ao contrário dos testes químicos, a análise isotópica mostrou-se eficaz em identificar e quantificar a adulteração de méis comerciais.
dc.formattext/html
dc.identifierhttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-70542010000200023
dc.identifier.citationSOUZA-KRULISKI, C. R. de et al. Estudo de adulteração em méis brasileiros através de razão isotópica do carbono. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 34, n. 2, p. 434-439, mar./abr. 2010.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufla.br/handle/1/7192
dc.publisherEditora da Universidade Federal de Lavras
dc.sourceCiência e Agrotecnologia v.34 n.2 2010
dc.subjectMel
dc.subjectAdulteração
dc.subjectIsótopos estáveis
dc.subjectCarbono-13
dc.subjectIRMS
dc.subjectHoney
dc.subjectFraud
dc.subjectStable isotopes
dc.subjectCarbon-13
dc.titleEstudo de adulteração em méis brasileiros através de razão isotópica do carbono
dc.title.alternativeA study of adulteration in brazilian honeys by carbon isotope ratio
dc.typejournal article

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