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Variabilidade genética e biológica de Meloidogyne exigua e patogenicidade de Meloidogyne spp. em genótipos de cafeeiro
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Universidade Federal de Lavras
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Escola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)
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Departamento de Fitopatologia
Programa de Pós-Graduação
Departamento de Fitopatologia
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Dados abertos
Resumo
Estudos isoenzimáticos e técnicas moleculares (SCAR e RAPD-PCR) foram realizados em 15 populações de três raças de Meloidogyne exigua, parasitas do cafeeiro no Brasil, Bolívia e Costa Rica e em uma população obtida de seringueira no Brasil. Esses estudos revelaram quatro fenótipos de esterase (E1, E2, E2a e E3) e três de malato-desidrogenase (N1, N1a e N2). Os primers SCAR em condição multiplex-PCR permitiram a identificação de todas as populações de M. exigua. Análises filogenéticas mostraram alto polimorfismo intra-específico (25,9-59,6%) para todas as populações estudadas. Entretanto, todas agruparam-se com 100% de bootstrap. Além disso, a caracterização de uma população de M. exigua obtida de seringueira revelou algumas diferenças, comparadas àquelas populações descritas no cafeeiro, principalmente na morfologia do estilete de macho e fêmea. Todavia, apresentou similaridades em várias características morfológicas e morfométricas, fenótipo E1 de esterase (Rm 1,5), em dados citológicos (número de cromossomos) e moleculares (SCAR e RAPD-PCR). Em outro estudo, 10 populações de Meloidogyne spp. foram inoculadas em sete genótipos de cafeeiro em casa de vegetação. As cultivares Obatã IAC 1669-20, Sarchimor IAC 4361 e Tupi Amarelo IAC 5111 exibiram suscetibilidade às quatro populações brasileiras de M. exigua. Entretanto, cv. Tupi Vermelho IAC 1669-33 mostrou-se resistente (FR = 0,7) a uma população de M. exigua proveniente de Lavras, MG, Brasil. A população de M. exigua oriunda de Bom Jesus de Itabapoana, RJ, Brasil, foi altamente virulenta (FR = 165,7) à cv. IAPAR 59, portadora do gene de resistência Mex-1 e ao genótipo H 419-5-4-5-2 (FR = 396,2). A população de Meloidogyne sp. do cafeeiro, Garça, SP, Brasil, reproduziu-se em baixos níveis (FR = 0,1-3,9) sobre todos os genótipos. Todas as cultivares foram suscetíveis a M. incognita e M. paranaensis. A reprodução de M. mayaguensis obtida de goiabeira, PR, Brasil, foi baixa (FR = 0,0-1,6), em todos os genótipos testados. Entretanto, a mesma espécie obtida do cafeeiro na Costa Rica apresentou valores de FR que variaram de 0,8 a 12,4. Os resultados deste trabalho mostraram, pela primeira vez, a quebra de resistência da cultivar IAPAR 59, resultante do cruzamento C. arabica cv. Villa Sarchi x Híbrido do Timor por uma população de M. exigua obtida em campo.
Isozyme profiles and molecular techniques (SCAR and RAPD-PCR) were studied on fifteen populations of three races of Meloidogyne exigua, collected from coffee-producing areas in Brazil, Bolívia and Costa Rica and one population from rubber tree plantations in Brazil. This study revealed four esterase phenotypes (E1, E2, E2a, E3) and three malate dehydrogenase phenotypes (N1, N1a, N2). Multiplex PCR using SCAR primers allowed the identification of all M. exigua populations. Phylogenetic analyses showed high intraspecific polymorphism (25.9-59.6%) for all M. exigua studied. However, all populations clustered together with 100% of bootstrap. Furthermore, the characterization of one population of M. exigua from rubber tree revealed some differences compared with those described on coffee, particularly in the female and male stylet morphology. Nevertheless, the population from rubber tree was closely related with M. exigua from coffee, considering several morphological and morphometric features, esterase band E1 (Rm=1.5), cytological (chromosome number) and molecular approaches (SCAR and RAPD-PCR). In an other study, ten populations of Meloidogyne spp. were inoculated on seven coffee genotypes under greenhouse conditions. The cultivars Obatã IAC 1669-20, Sarchimor IAC 4361 and Tupi Amarelo IAC 5111 exhibited susceptibility to the four Brazilian M. exigua populations tested. However, cv. Tupi Vermelho IAC 1669-33 revealed resistance (RF= 0.7) to M. exigua population from Lavras, MG, Brazil. The M. exigua population from Bom Jesus de Itabapoana, RJ, Brazil was highly virulent (RF= 165.7) on cv. IAPAR 59, bearing resistance gene Mex-1 and on genotype H 419-5-4-5-2 (RF= 396.2). Meloidogyne sp. population from coffee, Garça, SP, Brazil, reproduced at low rates (RF = 0.1-3.9) on all genotypes. All cultivars were susceptible to M. incognita and M. paranaensis. M. mayaguensis from guava PR, Brazil, multiplied at low rates (RF= 0.0-1.6) in all coffee genotypes. However, the same species from coffee, Costa Rica showed RF value that ranged from 0.8 to 12.4. Our results showed the first naturally resistance-breaking field populations of M. exigua on the cultivar IAPAR 59 derived from crossing C. arabica cv. Villa Sarchi x Timor Hybrid.
Isozyme profiles and molecular techniques (SCAR and RAPD-PCR) were studied on fifteen populations of three races of Meloidogyne exigua, collected from coffee-producing areas in Brazil, Bolívia and Costa Rica and one population from rubber tree plantations in Brazil. This study revealed four esterase phenotypes (E1, E2, E2a, E3) and three malate dehydrogenase phenotypes (N1, N1a, N2). Multiplex PCR using SCAR primers allowed the identification of all M. exigua populations. Phylogenetic analyses showed high intraspecific polymorphism (25.9-59.6%) for all M. exigua studied. However, all populations clustered together with 100% of bootstrap. Furthermore, the characterization of one population of M. exigua from rubber tree revealed some differences compared with those described on coffee, particularly in the female and male stylet morphology. Nevertheless, the population from rubber tree was closely related with M. exigua from coffee, considering several morphological and morphometric features, esterase band E1 (Rm=1.5), cytological (chromosome number) and molecular approaches (SCAR and RAPD-PCR). In an other study, ten populations of Meloidogyne spp. were inoculated on seven coffee genotypes under greenhouse conditions. The cultivars Obatã IAC 1669-20, Sarchimor IAC 4361 and Tupi Amarelo IAC 5111 exhibited susceptibility to the four Brazilian M. exigua populations tested. However, cv. Tupi Vermelho IAC 1669-33 revealed resistance (RF= 0.7) to M. exigua population from Lavras, MG, Brazil. The M. exigua population from Bom Jesus de Itabapoana, RJ, Brazil was highly virulent (RF= 165.7) on cv. IAPAR 59, bearing resistance gene Mex-1 and on genotype H 419-5-4-5-2 (RF= 396.2). Meloidogyne sp. population from coffee, Garça, SP, Brazil, reproduced at low rates (RF = 0.1-3.9) on all genotypes. All cultivars were susceptible to M. incognita and M. paranaensis. M. mayaguensis from guava PR, Brazil, multiplied at low rates (RF= 0.0-1.6) in all coffee genotypes. However, the same species from coffee, Costa Rica showed RF value that ranged from 0.8 to 12.4. Our results showed the first naturally resistance-breaking field populations of M. exigua on the cultivar IAPAR 59 derived from crossing C. arabica cv. Villa Sarchi x Timor Hybrid.
Abstract
Descrição
Área de concentração
Fitopatologia
Agência de desenvolvimento
Palavra chave
Marca
Objetivo
Procedência
Impacto da pesquisa
Resumen
ISBN
DOI
Citação
MUNIZ, M. de F. S. Variabilidade genética e biológica de Meloidogyne exigua e patogenicidade de Meloidogyne spp. em genótipos de cafeeiro. 2007. 99 p. Tese (Doutorado em Agronomia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2007.
