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A física das cidades

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Neste presente trabalho serão exploradas algumas ferramentas da física que têm contribuído para um melhor entendimento das cidades. Mais especificamente, será mostrado como propriedades de escala, como a dimensão fractal, podem revelar estruturas espaciais das cidades. Contudo, existem várias outras ferramentas que não serão exploradas aqui, mas que merecem total atenção. Por exemplo os conceitos de redes complexas, usados para entender as conexões entre pessoas, redes de ruas, redes de distribuições, etc. (Louf, Roth e Barthelemy, 2014; Haff, 2000; Asprone et al., 2013; Strano et al., 2012); modelos de sistemas dinâmicos e os modelos gravitacionais, usados para entender fluxos temporais e espaciais de produtos e pessoas inter e intra cidades (Bettencourt et al., 2007; Batty, 1971; Barthelemy, 2019; Birkon e Clark, 1991); modelos baseados em agentes e todo o conceito de ciência da complexidade, usados para entender propriedades macroscópicas a partir das interações locais e microscópicas (Mitchell, 2009; Boccara, 2004) ); bem como os conceitos de criticalidade auto-organizada (Batty, 2013 , Bak 1999 ; Ball 2004; Portugali 2000). Nesse sentido, o título deste artigo me parece oportuno, pois a palavra física traz os dois pontos que serão explorados aqui: 1) a apresentação de como alguns conceitos bem estabelecidos em física podem ser fundamentais para 2) entender a física (natureza) das cidades. O artigo está organizado da seguinte forma. Nas seções (2) e (3) serão apresentadas algumas métricas urbanas que exibem propriedades fractais, i.e. que possuem propriedades similares em todas as escalas/tamanhos das cidades. Em especial, na seção (2), será apresentado o método boxcounting para a determinação da dimensão fractal de uma cidade. Na seção (3) será discutido como variáveis socioeconômicas e infraestruturais se relacionam com o tamanho das cidades. Na seção (4) será apresentado um panorama histórico do desenvolvimento da mecânica celeste e, em seguida, serão apresentadas analogias para identificar em que fase nos encontramos na construção da ciência das cidades. Finalmente, na seção (5) será discutido se as cidades podem realmente ser tratadas pelos ritos da ciência tradicional ou se seria necessário uma nova forma de ciência, baseada puramente nos dados, abandonando o conceito de teoria.

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RIBEIRO, F. L. A física das cidades. Revista de Morfologia Urbana, Porto, v. 8, n. 1, e00159, 2020. DOI: https://doi.org/10.47235/rmu.v8i1.159.

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